sábado, 29 de dezembro de 2018

ALMIR ROGÉRIO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nestor de Medeiros, mais conhecido como Almir Rogério (Bragança Paulista, 12 de julho de 1952) é um cantor brasileiro. Iniciou a carreira na década de 1960, mas foi em 1982 que ele se consagrou com o sucesso Fuscão Preto, que caiu no gosto popular e vendeu cerca de um milhão e meio de discos. A canção rendeu ao cantor vários prêmios, e ele se tornou uma figura conhecida em todo o Brasil. Ao longo de sua carreira, lançou mais de trinta álbuns. O sucesso alcançado por Almir Rogério fez a composição virar filme da apresentadora Xuxa. No filme Fuscão Preto, o cantor atuou sob direção de Jeremias Moreira Filho, fazendo o papel de Lima. Antes deste filme, Almir Rogério também participara de Vidas Nuas, de 1967.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

JACK E JONAS

Anair de Castro Toentino (Jack) nasceu em Patos de Minas, no estado de Minas Gerais, em 07 de setembro de 1943. Morando em fazenda, foi candeeiro, trabalhou na lavoura. Com sete anos de idade começou a tocar cavaquinho e a cantar com seu irmão Paulo, cinco anos mais velho, aparecendo no Programa "Viola dos Meninos" do Compadre Formiga, comandado pelo Padre Tomaz e a dupla era Toziro e Tizoro, inspírada em Tonico e Tinoco. Aos treze anos passou a comandar as festas no Ginásio. Em 1966 fez dupla com José Maurício e a dupla ficou Lino e Leno. Em 1978 conheceu Benedito Waltar João Job e a dupla passou a ser Jaque e Jonas. Jaque foi barbeiro, locutor sertanejo, e fez diversas duplas até chegar ao ponto desejado, sendo também anteriormente empresário de várias duplas de renome nacional. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

GARCIA E ZÉ MATÃO

Benedito Francisco Alves (Zé Matão) nasceu em Palestina, no interior do estado de São Paulo, no dia 20 de agosto de 1938. Filho de Sinézio Francisco Alves e D. Maria Julia Alves. Ainda criança começou a executar diversos instrumentos. Aos seis, tocava cavaquinho e aos oito, viola e violão. Aos 13 anos, formou com seu irmão mais velho uma dupla com o nome de Cardosinho e Caçula. Por volta de 1956 na cidade de São José do Rio Preto/SP, o jovem Domingos Roberto Garcia (Garcia) vagava pelas ruas e em dado momento ouviu duas vozes melodiosas e afinadas, entoando uma linda melodia. Aproximou-se e ficou a observar os dois cantadores: Benedito Francisco Alves (Zé Matão) e seu irmão José Alves. Se tornaram grandes amigos. Numa certa ocasião, Garcia e Zé Matão cantaram juntos numa festinha e daí foram quase que forçados pelos presentes a continuarem unidos na carreira. Vieram para São Paulo em 1957 e gravaram um disco de 78 rpm, alcançando estrondoso sucesso com a música "Rio Preto de Luto". Logo após veio um LP que os projetou bastante. Atuaram nas rádios Tupi, Difusora e Nove de Julho. Em 1966 gravaram na RCA Víctor o disco "Festa de Violeiro", com destaque para "Floral". A dupla perdurou por 18 anos, com sucessos como "Dama de Branco", "Gato e Sapato", "Arrependida" e "Tapinha de Amor". Desfeita a dupla, gravou discos com vários outros nomes. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

sábado, 15 de dezembro de 2018

RÁDIO TÁXI

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Rádio Táxi é uma banda de pop rock criada no início da década de 1980, em São Paulo, Brasil. Ela foi formada por ex-integrantes do Tutti Frutti, banda de apoio da cantora Rita Lee, e dos Secos e Molhados: Wander Taffo, Lee Marcucci, Gel Fernandes e Willie de Oliveira que após gravar o álbum Rádio Táxi 2 em 1983, foi substituído por Maurício Gasperini. Um dos maiores sucessos da banda foi a música "Eva" (versão de canção homônima do italiano Umberto Tozzi), posteriormente regravada pela Banda Eva, da qual fazia parte a cantora Ivete Sangalo, na década de 1990.

MORANDI E MARAPÉ

Andrelino Frutuoso de Camargo (Morandi) nasceu em Itapetininga, no interior do estado de São Paulo, em 02 de julho de 1939. Wilson Rodrigues (Marapé) nasceu na cidade de Araraquara, também no interior do estado de São Paulo, em 1938. Trabalhavam em profissões diferentes. Morandi exercia as funções de funcionário público e Marapé trabalhava numa firma de engenharia, no setor de relações públicas. De amizade em amizade um dia se conheceram, e formaram a dupla "Morandi e Marapé". Em 1966, pela primeira vez cantaram publicamente no programa "Cidade Sertaneja" do canal 2, apresentado pelo Marechal da Música Sertaneja, Geraldo Meirelles. Três anos depois Morandi e Marapé viriam coroar de êxito suas carreiras, pois conseguiram nesse ano o primeiro Troféu Osasco instituído pela Prefeitura daquela cidade. Gravaram vários LPs. Morandi era cantor, compositor e tocador de violão, muito exigente em suas atitudes. Depois de muito sucesso veio a falecer muito novo. Wilson dedicou à carreira de maestro, tendo seu próprio estúdio na cidade de Mogi das Cruzes onde produz excelentes trabalhos. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

FAÍSCA, LABAREDA E NHÁ BENTA "OS CRIADORES DA CHILENA MINEIRA"

Elias de Oliveira, mais conhecido como Faísca, nasceu na cidade de Poços de Caldas, no estado de Minas Gerais. Ézio J. Silva, o Labareda, nasceu na cidade de Cachoeira dos Ouros, também no estado de Minas Gerais. Geny Godinho, a Nhá Benta, nasceu na cidade de Santa Rita do Passa Quatro, no interior do estado de São Paulo. Faísca atuava como cantor, animador, declamador, produtor e diretor de programas sertanejos de rádio. Sua primeira dupla era chamada "Faísca e Tira-Fogo". Formou o trio "Capitão Faísca, Labareda e Nhá Benta" no final da década de 50, e atuavam na Rádio Cultura de Poços de Caldas. Gravaram seu primeiro disco de 78 rotações no ano de 1959, pelo selo Sertanejo, com as músicas "Mula Vermeia" e "O Roubo da Rosalina". No total foram 05 discos de 78 rpm gravados. Nos anos 60, Labareda foi substituído por Pinga Fogo, constituindo o trio "Faísca, Pinga Fogo e Nhá Benta", e gravaram um LP pela gravadora Chantecler no ano de 1967. Depois afastaram-se por um longo período da carreira artística. Faísca e Pinga Fogo voltaram a dupla no ano de 1980, e gravaram um total de 03 LPs. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

domingo, 9 de dezembro de 2018

JERRY ADRIANI

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Jerry Adriani, nome artístico de Jair Alves de Sousa (São Paulo, 29 de janeiro de 1947 – Rio de Janeiro, 23 de abril de 2017), foi um cantor e ator brasileiro. Iniciou sua carreira na TV Tupi de São Paulo, como vocalista do conjunto Os Rebeldes. Jair Alves de Souza nasceu em 29 de janeiro de 1947 no Bairro do Brás, na cidade de São Paulo, começou a sua vida profissional em 1964, com a gravação do seu primeiro LP, Italianíssimo, e no mesmo ano gravou seu segundo LP, Credi a Me. Seu nome artístico foi inspirado em dois artistas estrangeiros: o ator americano Jerry Lewis e o cantor italiano Adriano Celentano. Em 1965 lançou Um Grande Amor, seu primeiro disco gravado em português. Tornou-se apresentador do programa Excelsior a Go Go, na antiga TV Excelsior de São Paulo, ao lado do comunicador Luís Aguiar; apresentava músicas dos Vips, Os Incríveis, Trini Lopez, Cidinha Campos, entre outros. Entre 1967 e 1968, já na TV Tupi de São Paulo, passou a apresentar A Grande Parada, ao lado de artistas, como Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marília Pera. Era um musical ao vivo que apresentava grandes nomes da música popular brasileira. No cinema participou de três filmes como ator/cantor: Essa Gatinha é Minha (com Peri Ribeiro e Anik Malvil), Jerry, A Grande Parada, Jerry em busca do tesouro (com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara). Em 1969 recebeu o título de cidadão carioca. Foi responsável pela ida de Raul Seixas para o Rio de Janeiro. Eles eram amigos desde a época em que Raul tinha uma banda em Salvador, chamada Raulzito e os Panteras, que posteriormente foi a banda de apoio de Jerry durante três anos. Entre as músicas que a banda tocava, ambas compostas por Raulzito, estão,"Tudo Que É Bom Dura Pouco", "Tarde Demais" e "Doce Doce Amor". Entre os anos de 1969 a 1971, Raul Seixas foi seu produtor, até iniciar a carreira solo. Na década de 1970, fez shows na Venezuela, Peru, Estados Unidos, México, Canadá e outros países. Em 1975, participou de um musical no Hotel Nacional, denominado Brazilian Follies, dirigido por Caribe Rocha, ficando um ano e meio em cartaz. Nesse período, incursionou pela soul music, gravando canções de Hyldon, Paulo César Barros e Robson Jorge. No começo da década de 1990, gravou um disco que trazia de volta as origens do rock and roll, intitulado Elvis Vive, um tributo a Elvis Presley, sendo este o 24º disco da sua carreira. Em 1994, a convite de Cecil Thiré, participou da novela 74.5: Uma Onda no Ar, produzida pela TV PLUS e exibida pela Rede Manchete, exibida também em Portugal, com grande sucesso. Em 1999 lançou o álbum Forza Sempre, gravado apenas com músicas da banda Legião Urbana, em italiano. O álbum foi um de seus maiores sucessos na carreira pós Jovem Guarda, atingindo a marca de 200 mil cópias vendidas. A canção "Santa Luccia Luntana" foi incluída na trilha sonora da novela Terra Nostra. Pelos seus 70 anos, ele participou de três episódios do programa de televisão italiano "MilleVoci" por Gianni Turco, que irá ao ar em junho de 2017. Era pai de três filhos: Thiago, Tadeu e Joseph. Morte Em 10 de abril de 2017, a família de Jerry Adriani anunciou que ele foi diagnosticado com um câncer de próstata que se alastrou pelos rins e que o tratamento estava sendo iniciado. Jerry morreu em 23 de abril de 2017, no Hospital Vitória da Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. Seu corpo foi sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

CIDÃO CARREIRO E JULINHO

Cidão Carreiro é um violeiro reverenciado por toda Campinas e região, teve várias formações em sua carreira. No início Cidão Carreiro e Joãozinho, Cidão Carreiro e Silvinho, Cidão Carreiro e Sereno, gravando ao todo 7 CDs incluindo um LP com Joãozinho, todos fazendo relativo sucesso em Campinas e região e em algumas partes do país e com influência maiúscula de Tião Carreiro e Pardinho. Mais foi em meados do ano de 2013, participando da Orquestra Cabocla de Campinas, que Cidão teve contato com Julinho. No ensaio cantando "O Mineiro e o Italiano", que Cidão ficou impressionado com uma primeira voz, que segundo ele, era como se fosse o Pardinho. A partir daí, depois de muitas ligações e insistentes propostas, formaram a dupla e passaram a ensaiar regularmente. Em 2014, gravaram o CD com a música título “Voz da Sabedoria” de autoria de Sebastião Figueiredo, vários pagodes, querumanas e modas de viola. Este CD caiu no gosto dos amigos e familiares que em menos de 2 meses já estava totalmente esgotada a primeira tiragem de 1000 CDs. Assim foram contratados pela gravadora Allegretto de São Paulo que começou a fazer a distribuição para todo o Brasil, atingindo as rádios e as lojas, caindo também no gosto dos radialistas, tanto que foram convidados a participar do programa “Brasil Caipira” pela TV Câmara em Brasília, Programa “Chão, Sanfona e Viola” pela Rede Família de Televisão, “Porteira Aberta” pela TV Cidade de Ibitinga, programa “Alma Caipira” com Dani e Danilo na TV Ara em Araraquara, afiliada da TV Cultura Paulista. E assim Cidão Carreiro e Julinho seguem com enorme expectativa pela repercussão alcançada por esse primeiro CD dessa nova parceria e também pela grande aceitação do público e da mídia em geral. Recentemente lançaram seu segundo trabalho. Contato Para Shows: Fones: (19) 3922-7885 / (19) 99691-9118 / (19) 99346-1072 E-mail: cidaocarreiroejulinho@gmail.com De: Recanto Caipira

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

CRISTIANO CARVALHO E RAFAEL

A dupla é do Estado do Piauí, foram criados no Estado do Tocantins, precisamente da cidade de Cristalândia e permaneceram na estrada por mais de dez anos, divulgando a cultura e a história desse país, especialmente nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Sua discografia compõe-se de três discos com canções inéditas e, seu último trabalho, intitulado "O Canto do Caipira", englobando um CD/DVD acústico e ao vivo, em que a dupla revive , no palco, seus maiores sucessos e, ao mesmo tempo, faz um passeio na história de grandes sucessos sertanejos. Nesse trabalho, há participações especiais de nomes consagrados como Dino Franco, Abel e Caim, entre outros. Em sua trajetória, passaram por diversos palcos e programas consagrados na televisão brasileira. A dupla se desfez com o falecimento de Rafael ocorrido em 11 de abril de 2014. De: Recanto Caipira

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

CLEYTON E CRISTIANE

José Sales de Oliveira (Cleyton) e Silvandira Donizeti Domingues (Cristiane) nasceram em Araçatuba, no estado de São Paulo. Iniciaram a carreira em 1978, quando lançaram o primeiro disco. Fizeram sucesso em todo o país com músicas sempre voltadas ao estilo sertanejo romântico. Na década de 80, eles participaram de diversos programas de televisão e chegaram a liderar paradas de sucesso em várias partes do Brasil com a música "A Paz que Eu Não Tive", de composição própria. A dupla se separou em meados de 1988, depois de sete discos gravados. Depois da separação da dupla, Cristiane investiu na carreira solo e na produção de outros artistas. Ela trabalhou com Gerson e Jaime, outra dupla araçatubense, e com o grupo As Mineirinhas, entre outros. Cristiane faleceu na madrugada de 20 de fevereiro de 2003 em Araçatuba, aos 41 anos, vítima de câncer. Cleyton se mudou para São Paulo e atualmente faz parceria com o cantor Cleber formando a dupla "Cleyton e Cleber", que tem como padrinho o cantor Marrone, da dupla Bruno e Marrone. Marrone foi por muito tempo sanfoneiro de Cleyton e Cristiane. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

terça-feira, 20 de novembro de 2018

ELIANE CAMARGO , A RAINHA DO BAILÃO

A cantora paranaense Eliane Camargo, nascida em Londrina, no estado do Paraná, em 01 de março de 1967, soma mais de 25 anos de carreira; profissão que iniciou criança juntamente com seu pai o músico saxofonista Dirceu Camargo, pois cantar sempre ajudou no orçamento familiar e custeou os estudos de uma menina precoce, que entrou na escola com 6 anos, fez faculdades de Educação Física e Direito, se formou aos 19 anos; aos 20 finalizou sua especialização em metodologia do ensino superior e já era professora universitária na (U.E.L) Universidade Estadual de Londrina – Paraná. Motivada por sua mãe, Dona Lurdinha, após a morte do seu pai, ela decidiu desistir dos estudos acadêmicos onde já estava iniciando seu curso de mestrado para seguir seus sonhos e sua vocação artística. Ela já administrou casas de espetáculos, organizou feiras agropecuárias, festas, eventos e iniciou sua carreira de cantora lançando seu 1º LP. Depois disso decidiu morar na capital paulista e os investimentos na área musical não pararam mais, hoje ela é a apresentadora dos Programas de Rádio e Televisão ELIANE CAMARGO. Os Programas de TV estão sendo transmitidos em 22 emissoras de televisão: Os Programas de Rádio estão sendo veiculados em 105 emissoras em 18 estados brasileiros. PARA SABER MAIS INFORMAÇÕES, PARTICIPAR OU TRANSIMITIR OS PROGRAMAS ACESSE: www.programaelianecamargo.com.br ELIANE CAMARGO “O SHOW QUE ESTÁ CONQUISTANDO O BRASIL” Fone: (11) 3362-1436 / (11) 99962-7549 E-mails: renatopromocoes@uol.com.br programaelianecamargo@hotmail.com pgmelianecamargo@gmail.com Site Oficial: www.elianecamargo.com.br De: Recanto Caipira

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

BARRETO E BARROSO

Antônio Barreto (Barreto) nasceu em São Sebastião da Grama, no interior do estado de São Paulo, e Benedito Rodrigues Pinheiro (Barroso), nasceu em Guará, também no interior paulista. Barreto foi técnico de laticínios e tornou-se também um advogado conhecido. Trabalhou como apresentador na Rádio Bandeirantes. Barroso foi professor de artífices e também tornou-se apresentador na mesma rádio. A dupla se formou em 1946, estreando na Rádio América de São Paulo. Gravaram o primeiro disco em 1950, com as músicas "Besta Baia" e "Chuchu de Iaiá". Em 1951, gravaram a guarânia "Noites do Paraguai" e "Uso de Hoje". Nessa época passaram a atuar na Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro. Durante algum tempo Barroso atuou como apresentador de programas de Rádio na cidade de Ribeirão Preto. Depois do falecimento de Barroso, ocorrido em 1968, Muíbo César Cury, nascido em Duartina, no interior paulista em 16 de janeiro de 1929, passou a integrar a dupla usando o nome de Barroso. Muybo Cury tinha origem libanesa. Seu pai era proprietário de uma lojinha na cidade de Marília. Embora não tenha vivido no campo, Muybo gostava da música caipira desde criança e também aprendeu a tocar viola. De grande versatilidade, Muybo César Cury foi cantor, dublador, radialista, ator e compositor. Como radialista, Muybo teve destaque como um dos maiores profissionais do radiojornalismo brasileiro, atuando por mais de 37 anos na Rádio Bandeirantes de São Paulo. Muybo foi locutor de auto-falante, auxiliar de escritório e contínuo de banco em Duartina, até que em 1946 seguiu para a capital paulista, onde iniciou no ano seguinte a sua carreira na Rádio América. Foi também disk-joquei na década de 60. Apresentou durante muito tempo o programa "Raízes do Brasil" na Rádio Cultura AM de São Paulo. Como ator, Muybo Cury atuou nas tele-novelas "Os Inocentes", na extinta TV Tupi e "Dulcinéia Vai à Guerra", na TV Bandeirantes. Atuou também em diversos comerciais na televisão. Destaque também para a rádio-novela "A Verdade da Vida" interpretada por Maria Stella Barros e Muybo César Cury, na Rádio Bandeirantes. E, como compositor, foi autor de inúmeras músicas, com grande destaque para João-de-Barro em parceria com Teddy Vieira. Muybo César Cury continuou em plena atividade até seus últimos dias de vida, apresentando os seus programas tanto na Rádio Bandeirantes como também na Rádio Cultura. Faleceu em São Paulo no dia 26 de dezembro de 2009 com problemas cardíacos. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

CRIOLO E SERESTEIRO

Jerônimo Divino Tomaz (Criolo) nasceu na cidade de Ituiutaba, no estado de Minas Gerais. Osvaldo Severino da Silva (Seresteiro) nasceu na cidade de Iturama, também no estado de Minas Gerais. Ainda em Ituiutaba, Criolo fez sua primeira formação musical com sua irmã caçula Iolanda, formando a dupla "Criolo e Landinha", gravando dois discos e alcançando grande sucesso com as músicas "Coração Solitário" e "Não Me Convém", ambas de sua autoria. Com o casamento de Landinha, ela afastou-se da carreira artística. Com a interrupção da carreira com sua irmã, Criolo ainda jovem, partiu para São Paulo, onde morou por vários anos, constituindo a dupla "Criolo e Seresteiro". Criolo e Seresteiro fizeram parte de três grandes emissoras de São Paulo (Rádio Tupi, Rádio Record e finalmente, Rádio Nacional), dando-lhes muito nome. Gravaram a música "Cabelo Loiro" no primeiro disco. Logo em seguida mais nove discos foram gravados, ficando a dupla conhecida em todo território nacional. Fizeram grande sucesso com as músicas "Mulher Volúvel", "Amor Ausente", "Vai com Deus", "Percorrendo o Brasil", "Depois de um Ano", "Quatro Beijos", "Berrante da Meia Noite", "Ranchinho de Luto", entre muitas outras de grande repercussão. Com o afastamento de Seresteiro por motivos particulares, a dupla foi interrompida e Criolo continuou, formando uma nova dupla com Barrerito, que também fez parte da Rádio Record de São Paulo. Gravaram alguns discos, e depois a dupla também se desfez. Criolo formou dupla com Carlito (Mauril Leal de Paula, nascido em Frutal, no estado de Minas Gerais), com quem gravou dois discos. Criolo ainda formou dupla com Serra Negra e Carrerito. Na década de 80 formou dupla com Juvenil, e sua última formação foi com Aladin. Seresteiro também teve outras formações de dupla com Baduy e com Tubarão. Criolo faleceu no dia 07 de janeiro de 2013. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

domingo, 11 de novembro de 2018

ADO BENATTI ( ZÉ DO MATO )

Ado Benatti nasceu em Taquaritinga, no interior do estado de São Paulo no dia 23 de setembro de 1908 e faleceu em Pirapora do Bom Jesus, também no estado de São Paulo, no dia 04 de novembro de 1962. Iniciou sua carreira artística compondo emboladas e cantando em programas de calouros. Em 1939 atuou na Rádio Educadora Paulista com o Regional de Caxangá, cantando emboladas. Mais tarde seguiu para a Rádio Difusora de São Paulo. Deixou de cantar em 1940 e passou a se dedicar mais à composição. Tornou-se popular com o pseudônimo de Zé do Mato e em 1947 teve sua primeira composição gravada: a moda de viola “Destino de um Caboclo” (Ado Benatti e Tonico), na interpretação da dupla Tonico e Tinoco na Continental. A partir daí, passou a se dedicar exclusivamente ao gênero sertanejo, com inúmeras composições gravadas pelos mais renomados intérpretes e duplas caipiras, tais como " Palmeira e Biá", " Serrinha e Caboclinho", "Zé Carreiro e Carreirinho", "Tonico e Tinoco", Inezita Barroso, "Sulino e Marrueiro", Duo Guarujá, "Cascatinha e Inhana" e "Vieira e Vieirinha", entre outros. Foi também autor de várias peças caipiras, entre elas, “O Filho do Sapateiro”, “Sindicato dos Malucos”, “Arma Secreta” (em colaboração com Humberto Pelegrini) e “Mão Criminosa” (em colaboração com Tonico e Tinoco). Publicou também diversos livros de poemas e contos populares. Texto: Sandra Cristina Peripato Fonte: www.boamusicaricardinho.com

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

AMILTON LELO

Pedro Amilton Vieira (Amilton Lelo), nasceu em Rio Verde, no estado de Goiás. Iniciou a carreira cantando em dupla, usando o pseudônimo de "Romancinho", formando a dupla "Romancinho e Roxito". Gravou um disco 78 rpm no selo Astor. Na segunda tentativa, Amilton Lelo formou dupla com outro conterrâneo seu, jovem aspirante a também seguir a carreira artística, chamado Odaés Rosa da Silva e usava o pseudônimo de Rosenito. Em 1964, a dupla "Romancinho e Rosenito" gravou pela gravadora Palhoça um compacto simples com as músicas "Prendinha Querida" e "Negra Solidão". Sua última tentativa em cantar de dueto foi com sua esposa legítima, da qual era separado, "Romancinho e Roselinda". Depois seguiu carreira solo, gravando canções apaixonadas. Ficou conhecido nacionalmente como "O Cancioneiro Apaixonado". Tornou-se um ídolo nacional, vendeu milhões de discos, encantou platéias pelo Brasil inteiro. Foi assasinado em Goiânia (Jardim América), em 06 de junho de 1979, por um irmão da mulher com quem ele mantinha um relacionamento. Amilton Lelo está sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras em Goiânia, na galeria dos artistas, e recebe uma legião de fãs todos os anos. Texto: Sandra Cristina Peripato Fonte: Marrequinho De: Recanto Caipira

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

GARCIA E ZÉ MATÃO

Benedito Francisco Alves (Zé Matão) nasceu em Palestina, no interior do estado de São Paulo, no dia 20 de agosto de 1938. Filho de Sinézio Francisco Alves e D. Maria Julia Alves. Ainda criança começou a executar diversos instrumentos. Aos seis, tocava cavaquinho e aos oito, viola e violão. Aos 13 anos, formou com seu irmão mais velho uma dupla com o nome de Cardosinho e Caçula. Por volta de 1956 na cidade de São José do Rio Preto/SP, o jovem Domingos Roberto Garcia (Garcia) vagava pelas ruas e em dado momento ouviu duas vozes melodiosas e afinadas, entoando uma linda melodia. Aproximou-se e ficou a observar os dois cantadores: Benedito Francisco Alves (Zé Matão) e seu irmão José Alves. Se tornaram grandes amigos. Numa certa ocasião, Garcia e Zé Matão cantaram juntos numa festinha e daí foram quase que forçados pelos presentes a continuarem unidos na carreira. Vieram para São Paulo em 1957 e gravaram um disco de 78 rpm, alcançando estrondoso sucesso com a música "Rio Preto de Luto". Logo após veio um LP que os projetou bastante. Atuaram nas rádios Tupi, Difusora e Nove de Julho. Em 1966 gravaram na RCA Víctor o disco "Festa de Violeiro", com destaque para "Floral". A dupla perdurou por 18 anos, com sucessos como "Dama de Branco", "Gato e Sapato", "Arrependida" e "Tapinha de Amor". Desfeita a dupla, gravou discos com vários outros nomes. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

AS MINEIRINHAS

Sandra Oliveira nasceu em Uberlândia, no estado de Minas Gerais, em 09 de novembro de 1962 e Valéria Barros, nasceu também em Uberlândia/MG em 06 de julho de 1968. Com um repertório romântico, fazendo uso da beleza e da sensualidade, em suas apresentações, tem entre seus sucessos, "Abra o Coração", de Fátima Leão e Elias Muniz, "Não me Deixe Faltar Amor", de César Augusto, César Rossini e Lucas Robles, "Te Quero, Te Adoro", de César Rossini e Piska, "Não Diga Adeus Jamais", de Tivas e Rock, "Porque Fugiu de Mim", de Fátima Leão e Valéria, "Só Quero te Dizer", de Joel Marques, "Gato me Ama", de Valdir Luz e Jefferson Farias, "Não Sei Tirar Você de Mim", de Elias Muniz e Maracaí e "Por uma Aventura", "Fantástica Loucura" e "Abusa de Mim", as três de Elias Muniz. Em 1999, lançaram o CD "Agarra, Agarra", com destaque para a música título, de Maria da Paz e J. Moreno. De: Recanto Caipira

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

COMPADRE MOREIRA

Valdemar Moreira (Compadre Moreira), nasceu em Cândido Mota, no interior do estado de São Paulo, em 04 de janeiro de 1933. Em 1940, aos sete anos, recebeu a primeira proposta para formar uma dupla. Ele já cantava e contava piadas. Formou sua primeira dupla com Jesus Carmona com quem trabalhou por dois anos no circo de Nhô Fio. A dupla trabalhou na Rádio Difusora da cidade de Assis. Em 1944, foram contratados para fazer apresentações na Rádio Bandeirantes de São Paulo. Em 1950, conheceu sua futura esposa, Adelaide Balbo Moreira (Adelaide) nascida na cidade de Assis, no interior de São Paulo, em 05 de outubro de 1937. Com a mulher e o artista Bio formou um trio, com Adelaide executando as funções de acordeonista e posteriormente contracenando em cenas cômicas com o marido. Em 1964, Compadre Moreira e Adelaide gravaram o primeiro disco 78 rpm pela Califórnia, com as músicas "Mentira de Amor" e "Canção do Passarinho". Em 1967, lançaram um LP contendo canções e piadas. Em 1970, lançou o LP "O Rei dos Xerifes", com destaque para "Eu Só Sei Fazer Pelota", composição sua em parceria com Zé Matuto. Em 1971, gravou o LP "O Xerife da Pistola de Ouro", com números cômicos intercalados com músicas. Em 1972, lançou novo LP em que se destacaram "Santa Crioula da Pensão". Fez apresentações nas TVs Record e Gazeta. No mesmo ano atuou no programa "Linha Sertaneja", ao lado de Edgard de Souza e Carlos Alberto, na TV Globo do Rio de Janeiro. Em 1974, lançou "Bang Bang do Outro Mundo", em que interpretou músicas de terror e humor, e que fez sucesso com "A Cartilha Musical", parceria sua com o conhecido compositor Nhô Pai. Em 1975, gravou o LP "O Rei do Riso", coletânea de piadas, contendo ainda algumas músicas. Em 1977, lançou LP em que se destacaram duas composições suas em parceria com o sanfoneiro e radialista paulista Zé Béttio, "Não Quero Morrer Encalhado" e "Segura o Bode". No mesmo ano, interpretou o personagem Zé Preguiça no filme "Chumbo Quente", de Cleri Cunha. Em 1981, gravou pela Tocantins as composições "Meu Sabiá", "Meu Burro é um Barato", e "Égua Preta". Nos anos 80, deixou de apresentar-se em rádios, dedicando-se apenas ao circo comprado por seus filhos. Foi dono de circo e excursionou por São Paulo, Mato Grosso e outros estados. No ano de 1985, Adelaide sofreu um acidente e a carreira foi encerrada. No ano de 1999 veio a falecer. Em 2000 Compadre Moreira lançou duas coletâneas com o melhor de carreira, em homenagem a sua esposa e parceira artística. No ano de 2001, Compadre Moreira volta a gravar, pela Tocantins o CD "Rir é o Melhor Negócio" com participação do seu filho Edson Antônio Moreira, narrando as anedotas. Compadre Moreira faleceu em novembro de 2009, aos 76 anos de idade. Compadre Moreira foi uma lenda viva da era do circo e do rádio. Um artista linha classe A, que o tempo implacável, como não poderia ser diferente, mudou a aparência física, mais não mudou o espírito. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

CARMEN SILVA

Carmen Sebastiana de Jesus (Carmen Silva), nasceu em Veríssimo, no estado de Minas Gerais, em 22 de março de 1945, e é conhecida carinhosamente pelos fãs como "A Pérola Negra". Iniciou sua carreira ainda muito jovem. Participou de vários programas de calouros. Venceu o concurso "Um Cantor Por um Milhão, um Milhão Por uma Canção", da Rede Record. Seu primeiro sucesso foi a música "Adeus Solidão", no seu primeiro disco pela gravadora Philips, um compacto duplo. Ganhou diversos prêmios e troféus, como o "Roquete Pinto" e o "Chico Viola". No início de sua carreira sofreu pressão por parte da indústria fonográfica para gravar sambas, ritmo com o qual não se identificava e pelo qual não queria ser estigmatizada, posto que preferisse interpretações românticas, o que criou polêmica entre muitos críticos. Seus principais sucessos foram "Adeus Solidão", "Fofurinha", "Sapequinha", "Espinho na Cama", "O Destino nos Separou", "Amor com Amor se Paga" e "Ser Tua Namorada". Faleceu em 26 de setembro de 2016, vítima de parada cardíaca. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

JOÃO PAULO E DANIEL

José Henrique dos Reis (João Paulo) nasceu em Brotas, no interior do estado de São Paulo. José Daniel Camillo (Daniel), também nasceu em Brotas/SP, no dia 09 de setembro de 1968. Ainda pequeno aos 8 anos ganhou seu primeiro violão quando seu pai José Camillo notou a paixão pela música que o filho demonstrava. Desde então a música e Daniel não se separaram mais. Participou de diversos festivais regionais de música sertaneja, onde conheceu melhor o amigo João Paulo, com quem formou dupla em 1980 – nascendo então a dupla João Paulo e Daniel. João Paulo anteriormente formava com o irmão Francisco a dupla Neri e Nerinho. O curioso da história da dupla é que os dois eram rivais nas apresentações que faziam em circos, praças e festivais. João Paulo cuidava do gado nas fazendas do pai de Daniel enquanto cantava com o irmão. Mas essa dupla não foi muito longe. Logo João Paulo e Daniel estavam cantando juntos, com o objetivo de gravar um disco, o que aconteceu com ajuda de amigos pela gravadora Tocantins, o LP "Amor Sempre Amor", lançado em 1985. A partir daí, a dupla começou uma busca intensa e incessante pelo sucesso, divulgando o trabalho nas rádios e nas cidades do interior paulista. Porém o mercado fonográfico nacional só começou mesmo a aceitar a dupla, que sofreu inclusive o preconceito racial, em 1992. Em 1996, com o lançamento de João Paulo e Daniel Vol. 07, a dupla finalmente se consagrou. O CD trazia a canção romântica "Estou Apaixonado", versão para Estoy Enamorado, de Donato e Estefano, que estourou nas rádios e na TV, como tema da novela global “Explode Coração”. Em 12 de setembro de 1997, um acidente automobilístico mudou toda a trajetória da dupla, que acabara de conquistar discos de ouro e de platina por um CD ao vivo (o mesmo que deu origem ao VHS e, agora, ao DVD). Um acidente de carro matou João Paulo, e Daniel decidiu seguir a carreira sozinho, obtendo um sucesso comercial até maior que na época da dupla. A morte de João Paulo em 1997 rompeu a trajetória dos amigos que começavam a trilhar o caminho do sucesso. Com o apoio dos familiares, amigos e fãs, Daniel decidiu seguir o sonho sozinho e continuar fazendo o que mais lhe completa que é cantar. Daniel canta, dança, toca e interpreta… Seu inegável talento é reconhecido nacionalmente, tendo sido premiado 4 vezes como melhor cantor do Brasil pela Rede Globo, no programa do Faustão, além de ter recebido o prêmio SBT Internet, em 2004, 2007 e 2008, como melhor cantor, e outras diversas indicações. Em 2010 recebe o prêmio Grammy Latino, pelo álbum “As Músicas do Filme O Menino da Porteira”, e em 2012 foi indicado com o álbum "Pra Ser Feliz". Uma grande realização pessoal para Daniel em 2009 foi a reinauguração do Cine São José em Brotas/SP. O espaço que foi cinema e abrigou a Rádio Brotense na cidade por muitos anos, estava fechado há cerca de 20 anos. Daniel adquiriu o prédio, reformou e deu vida a este histórico espaço cultural de sua terra natal. A reinauguração aconteceu com a pré-estréia de “O Menino da Porteira” no mês de março de 2009. Em 2010 começou o ano com novo escritório, a Daniel Promoções Artísticas, em Brotas, e casou-se em maio com Aline de Pádua, com quem já tinha um relacionamento duradouro e duas filhas. De: Recanto Caipira Texto: Sandra Cristina Peripato

sábado, 15 de setembro de 2018

WANDO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Wando, nome artístico de Wanderley Alves dos Reis (Cajuri, 2 de outubro de 1945 — Nova Lima, 8 de fevereiro de 2012), foi um cantor, violonista e compositor brasileiro. Seu estilo musical e a parte cênica de suas apresentações possibilitaram aspectos folclóricos como sua famosa coleção de calcinhas de fãs (estimada em 17 mil peças, que se tornou sua marca registrada e lhe rendeu o epíteto de Obsceno. O hipocorístico Wando foi dado por sua avó. Ainda pequeno mudou-se de Cajuri para Juiz de Fora, onde formou-se em violão erudito e começou a lidar com música por volta dos 20 anos. Nessa época já participava de conjuntos e se apresentava em bailes na região. Mais tarde muda-se para Volta Redonda (Rio de Janeiro), onde trabalhou como caminhoneiro e feirante. Sua carreira de cantor iniciou-se em 1969 e a de compositor logo depois. Suas primeiras composições eram sambas com levada de swing (o samba-rock) e foram gravadas pelo grupo Originais do Samba. "Catimba criolo, registrada no disco dos Originais em 1972 (O samba é a corda... Os Originais, a caçamba), provavelmente foi a primeira música gravada do mineiro de Cajuri. Depois dessa gravação, no ano seguinte foi a vez de "Ao velho poeta Pixinguinha, homenagem póstuma ao músico recém-falecido, ser lançada no álbum É preciso cantar, também do sexteto sambista. Nesse mesmo ano de 1973, Wando gravou seu primeiro LP na gravadora Copacabana, Glória a Deus no Céu e Samba na Terra, sob o selo Beverly. Disco pontuado pelo samba, com letras ambientadas em subúrbios e favelas e temática social, é justamente nele que se encontra a gravação de "O importante é ser fevereiro, composto com Nilo Amaro (do conjunto "Os cantores de Ébano"), e que se tornou sucesso instantâneo ao ser gravado por Jair Rodrigues em 1974. Ainda em 1974, lançou um compacto simples, contendo os sambas "Zeca Poeta de Guerra" e "Samba da Poeira", sendo este último o primeiro registro de música com o nome de sua primeira esposa, Rose Marie dos Reis. O cantor paranaense Franco Scornovacca registrou em seu LP "Não é nada disso, irmão" e os Originais do Samba gravaram "Não sei de nada", no disco Pra que tristeza. Em 1975, Wando lança um disco homônimo que traz em seu bojo o estilo romântico que o acompanharia por toda a carreira, além de muitos outros samba-rocks que também seriam redescobertos no terceiro milênio. As faixas de destaque foram "Nêga de Obaluaê", que se tornou sucesso nos bailes de subúrbios, e "Moça", sua mais bem-sucedida canção, que alçou Wando definitivamente para o estrelato quando foi inclusa na trilha sonora da novela Pecado Capital, da Rede Globo. "Moça" já continha os elementos que fariam de Wando o "Obsceno": romantismo com toque levemente "picante". Também em 1975, o compositor e violonista paulistano Bebeto gravou "Esse crioulo por você se fez poeta" em seu disco de estréia. E ainda neste ano, teve seu samba "Nêga de Obaluaê" incluso no LP Brasil Som 75, programa musical da TV Tupi, apresentado pelo cantor e compositor fluminense Benito di Paula. Em 1976, mais um disco homônimo, com uma característica já bem audível: a atmosfera dos sambas de outrora começava a se diluir, dando espaço aos temas românticos com tez mais "apimentada", como acontece em "Você às vezes até sou eu" (de Mathusalém) e "Vê, coração bandido, de estrutura melódica parcialmente copiada de "Moça", sugerindo uma carona no sucesso do ano anterior. Nesse ano, o cantor e compositor capixaba Roberto Carlos gravou "A menina e o poeta", canção que já deixa clara sua intenção de se tornar um cantor essencialmente romântico. Morte Em 27 de janeiro de 2012, Wando foi internado na UTI do Biocor Instituto, em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, com graves problemas cardíacos. Foi submetido a uma angioplastia de emergência e passou a respirar por aparelhos. Sua morte, por parada cardiorrespiratória, foi anunciada às 8 horas da manhã de 8 de fevereiro de 2012 no Biocor Instituto. O corpo do cantor foi sepultado em Belo Horizonte.

NENETE E DORINHO

Waldemar de Franceschi, o Nenete, nasceu em Santa Adélia, no interior do estado de São Paulo, em 29 de junho de 1919 e faleceu em 28 de dezembro de 1988, vítima de uma tentativa de assalto em sua residência na cidade de Pirassununga. Isidoro Cunha, o Dorinho (apelido carinhoso que ele tem desde a infância), nasceu em Bernardino de Campos, no interior do estado de São Paulo, no dia 09 de julho de 1933 (algumas biografias mencionam Piraju/SP como a cidade-natal de Dorinho, mas na verdade, Piraju é a cidade onde ele foi registrado, no dia 18 de outubro de 1933). Nenete já havia participado da dupla "Nenete e Ditinho" no ano de 1943 em Pirassununga, e já integrou também o "Trio Saudade", com Ninão e Nininho. Com o "Trio Saudade", chegou a atuar na Rádio Record de São Paulo, no programa "Hora dos Municípios" comandado por Genésio Arruda entre 1947 e 1955. Nenete também atuou durante 5 anos com o nome artístico de Limeira e formou dupla com Luizinho, tendo atuado durante um ano nos programas "Imagens do Sertão" e "Alma da Terra" na Rádio Tupi de São Paulo. Isidoro Cunha, por outro lado, desde criança, aos 8 anos de idade, já cantava e tocava cavaquinho. Estreou como músico no ano de 1949 na Rádio Difusora de Ourinhos, cantando no "Trio Bernardinense". E, no ano de 1950, Dorinho se mudou para a capital paulista, tendo formado a dupla "Doro e Dorinho", a qual se apresentou durante algum tempo no programa "Mutirão do Sumaré", comandado pela dupla Brinquinho e Brioso. A dupla "Doro e Dorinho" também foi vencedora de um concurso na Rádio Record de São Paulo. E foi no ano de 1954 que Dorinho, participando do Concurso de Violeiros do IV Centenário da Cidade de São Paulo, conheceu Nenete e com ele formou a dupla "Nenete e Dorinho", que gravou o primeiro disco em 1955, com "O Milagre das Rosas" e "Toca o Sino". Nenete participava da Mesa do Juri nesse Festival. Tendo se surpreendido com a voz de Dorinho e, há um ano procurando por um parceiro, Nenete convidou Dorinho para que lhe visitasse e a partir daí, nasceu a renomada dupla. Pouco tempo depois, a dupla "Nenete e Dorinho" passou a ser acompanhada pelo famoso acordeonista Nardelli (Antônio Onofre Figueiredo), que com eles formaram um trio de bastante sucesso, que deu um novo ritmo à música sertaneja e que foi levado pela professora Dulce Palma de Franceschi à Rádio Tupi, onde fizerem sua estréia como trio. O trio "Nenete, Dorinho e Nardelli" recebeu inclusive o Troféu Roquete Pinto por seus sucessos. Foi também considerado como o trio mais premiado do Brasil pelos troféus e medalhas que receberam em sua trajetória artística. A maioria dos discos de "Nenete, Dorinho e Nardelli" foram gravados na RCA (atual BMG), gravadora da qual em 1966 Nenete foi também nomeado produtor, cargo que ocupou até o ano de 1971, e no qual supervisionou diversas duplas, como Léo Canhoto e Robertinho, Belmonte e Amaraí, entre outras. Gravaram na RCA por 16 anos e gravaram ainda mais 3 discos na Continental, totalizando 20 LPs e mais de 30 discos 78 rpm. Após gravar mais um disco na Copacabana, Nenete resolveu parar com o trabalho por motivos de saúde. Dorinho e Nardelli formaram então, juntamente com Reinaldo Benedetti (o Maracá) o trio "Maracá, Dorinho e Nardelli", que gravou mais dois LP's. Por motivos particulares, Nardelli deixou o trio em 1970 e foi substituído por Ponteli (João Pontel, nascido em Olímpia/SP no dia 22 de junho de 1938). O novo trio gravou então mais dois discos pela Phillips (hoje Universal) e encerrou as atividades em 1975. Dorinho se casou com Iara Benedetti Cunha (nascida em Campinas/SP em 23 de fevereiro de 1958), filha de Maracá. Em 1988, ocorreu o trágico falecimento de Nenete, conforme já foi mencionado. No ano de 1994, Dorinho e Iara convidaram o acordeonista Ponteli, para fazer parte do novo trio que acabava de nascer: "Dorinho, Iara e Ponteli", conhecido carinhosamente como sendo "Um Trio de Ouro". Gravaram quatro CDs. O trio se desfez com o falecimento de Dorinho ocorrido em 08 de outubro de 2011. Em 2012 Iara se une a Irene (do Duo Ciriema) e forma um novo trio "Irene, Iara e Ponteli", e gravaram um CD. Mas por motivos particulares esta união não deu certo, e em 2013 Iara se une à Linaldo, formando então o trio "Linaldo, Iara e Ponteli", e já lançaram o seu primeiro trabalho. De: Recanto Caipira Texto: Sandra Cristina Peripato

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

ZILO E ZALO "AS VOZES ENCANTADORAS DO SERTÃO"

Aníbio Pereira de Souza (Zilo) nasceu em 01 de março de 1935 e Belizário Pereira de Souza (Zalo) nasceu em 25 de maio de 1937. Ambos nasceram no Bairro Ribeirão dos Cubos, no município de Santa Cruz do Rio Pardo, no estado de São Paulo, onde o senhor David Pereira de Souza era lavrador e proprietário de um bonito sítio. Ao todo na família são em seis irmãos, sendo quatro homens e duas mulheres. Ainda garotos, na escola, começaram a cantar. Um primo, Joaquim Mendes (ótimo compositor) ensinou-lhes as primeiras posições e ministrou-lhes as primeiras aulas para domínio do violão. Mais tarde, esse mesmo primo seria grande incentivador da dupla, dando-lhes sempre ânimo para que vencessem na carreira artística. Em 1954, com os nomes de Pereré e Pereirinha, cantaram durante seis meses na Rádio Difusora de Santa Cruz do Rio Pardo. No final do ano, senhor David decidiu mudar-se para São Paulo, trazendo toda a família. Não foi muito fácil eles conseguirem se apresentar nas emissoras de rádio. Isso só veio acontecer em 1955, quando foram ao Circo Rancho Alegre, do Paiozinho, que surgiu a oportunidade de cantarem uma moda de viola, com a seguinte condição: se o público aplaudisse, cantariam mais uma; qual não foi a surpresa dos irmãos que tiveram que cantar quatro músicas. Reconhecendo o talento da dupla, Paiozinho e Zé Tapera os levaram para participar do Programa "Casa do Fazendeiro" na Rádio Cultura de São Paulo. Nascia assim, a dupla Zilo e Zalo. Em 1956 decidiram participar de um concurso promovido pela Rádio Record, o "Festival Jubileu de Prata da Rádio Record". Concorreram com duzentos e cinqüenta e três conjuntos. O processo era de eliminação e, quando os juízes revelaram o nome dos quinze conjuntos classificados, Zilo e Zalo conseguiram a nona colocação. Saíram do concurso com uma bela medalha e muito ânimo para voltar a tentar o rádio como profissionais. Poucos dias depois, levados por Zacarias Mourão estrearam na Rádio Bandeirantes nos programas "Serra da Mantiqueira" e "Brasil Caboclo", programas tradicionais da época. Através de Cascatinha, em 1958 gravaram seu primeiro disco 78 rotações pela Gravadora Todamérica, com as músicas "A Volta do Seresteiro" e "Adeus do Mineiro". Depois veio o segundo disco 78 rpm, com as músicas "Obrigado Sertanejo" e "O Crime do Fazendeiro". Sempre fiéis ao estilo a dupla gravou dezoito discos 78 rpm. Somente em 1960, gravaram o primeiro LP pela Gravadora Continental, intitulado "Zilo e Zalo Cantam para seus Fãs". Em 1966 gravaram um compacto simples pela Gravadora Chantecler, trabalho beneficiente para ser comercializado somente fora do país, com as músicas "Castelo de Areia" e "Grande Esperança". Nos seus quarenta e seis anos de carreira, Zilo e Zalo passaram pelas melhores emissoras de rádio da capital paulista e gravaram pelas principais gravadoras: Continental, Chantecler, Todamérica, RCA Víctor, Tropicana, Copacabana, CBS, Beverly, Globo Gravações e MM. Gravaram ao longo de sua carreira um total de 18 discos 78 rpm, 32 LPs e 04 CDs de Coletâneas. Entre seus grandes sucessos: A Volta do Seresteiro, Feitiço Espanhol, A Grande Esperança, Vingança do Caçador, A Marca da Traição, O Incêndio, Chora Coração, O Milagre do Ladrão, Mineiro de Monte Belo, entre outros. A dupla só veio a se desfazer com a morte de Zilo ocorrida em 06 de janeiro de 2002. Graças as lindas vozes e ao grande sucesso alcançado, merecidamente receberam o slogan "AS VOZES ENCANTADORAS DO SERTÃO". Zalo deu continuidade ao seu trabalho cantando com seu filho Renato, até que em 01 de agosto de 2012 veio a falecer com problemas cardíacos. Texto: Sandra Cristina Peripato

MOCOCA E PARAISO

João Leôncio (Mococa), nasceu no dia 29 de março de 1939 na cidade de Mococa, no interior do estado de São Paulo; tendo sido registrado em Arceburgo, município contíguo, mas pertencente ao estado de Minas Gerais, talvez pelo fato do pai desejar ardentemente que o filho fosse mineiro. Cantava desde pequeno até a idade dos 20 anos, na Rádio Clube de Mococa com seu parceiro Garotinho, formando a dupla Canhoto e Garotinho. Após esta idade, foi trabalhar na Empresa Camargo Corrêa, e por meio dela acabou sendo transferido para São Paulo, a pedido do velho amigo e diretor Deoclécio. Já no ano de 1961, fez dupla com Mouraí, tendo com ele gravado dois compactos duplos na época, cujas obras mais destacadas foram: "Sagrado Coxim", em homenagem ao autor Zacarias Mourão e "Chore Comigo". Em 1968 fez dupla com Moraci, gravando no total 33 LPs, numa parceria artística que durou 17 anos, até a morte do parceiro em São José do Rio Preto/SP, num acidente automobilístico no dia 20 de agosto de 1985. Entre os grandes sucessos de Mococa e Moraci, destacamos: "O Grande Milagre", "O Céu Chorou Por Mim", "A Noiva do Meu Bairro", "Copo de Cerveja", entre outros. De 1970 à 1975, participou com Moraci no Programa Edgard de Souza da Rádio Nacional, grande audiência na época, levado ao ar às 3ª feiras, no horário das 21:30 h. De 1976 até 1981 a dupla participou da Linha Sertaneja Classe A, programa de estrondoso sucesso comandado por Sebastião Victor e Zé Bétio pela Rádio Record de São Paulo. Após o falecimento do parceiro Moraci, Mococa fez dupla com Paraíso no ano de 1986, com quem atua até hoje. Mococa é pai de dois filhos, Silvia e João Paulo que, ao que parece, promete continuar as pegadas artísticas do pai. José Plínio Trasferetti (Paraíso), nasceu na cidade de Elias Fausto, no interior do estado de São Paulo, em 01 de junho de 1947. Desde a infância, apoiado por seu pai Antonio, cantava nas festas de sua cidade, bem como na Rádio Cacique de Capivari, no Programa do Zé Coruja com o nome de Caboclo e Caboclinho. No ano de 1962, mudou-se com a família para São Paulo, e continuou sua luta à procura de um parceiro com quem pudesse formar uma dupla sertaneja, sempre incentivado e estimulado pelo pai. Tal fato se deu somente no ano de 1967, quando formou a dupla Cristiano e Cristalino, chegando a vencer em 1º lugar o Festival de Música Sertaneja na TV Cultura de São Paulo, idealizado pelo Marechal Geraldo Meirelles, em seu Programa Cidade Sertaneja. O Prêmio foi a gravação de um LP na Gravadora Chantecler, além do contrato de 01 ano de apresentações na Rádio Nove de Julho e na Rádio Aparecida. Paralelamente vinha desenvolvendo sua carreira como compositor, gravando com intérpretes de renome na época. No ano de 1974 lançou uma nova dupla com o nome de Scoth e Smith, apadrinhados por Sebastião Victor e Benedito Seviero, tendo gravado pela Gravadora Chantecler dois LPs, e participado do Programa Linha Setaneja Classe A, pela Rádio Record de São Paulo, um dos programas líderes de audiência entre o público sertanejo. Esta dupla chegou a mudar de nome depois para Tomaz e Timóteo. Mas a grande guinada em sua carreira veio no ano de 1978, quando a dupla Tião Carreiro e Pardinho se separou. Tião Carreiro, conhecido como "o maior violeiro do Brasil", convidou então o José Plínio para com ele formar uma dupla, e o batizou com o nome de Paraíso. Juntos gravaram 04 LPs pela Gravadora Continental, até o ano de 1981, quando a dupla Tião Carreiro e Pardinho voltou a gravar juntos, e Paraíso seguiu sua carreira de compositor e produtor de discos. Como Produtor Musical destacam-se inúmeros artistas, como Cézar e Paulinho, que além de terem sido produzidos por Paraíso, estouraram com seu primeiro grande sucesso como autor, a música "Noite Maravilhosa". Nesta época, iniciou uma parceria fecunda com José Fortuna, destacando-se entre suas primeiras parcerias a obra "O Ipê e o Prisioneiro". Esta união musical se mantém até hoje, passando a seus cuidados a administração de todo o repertório de José Fortuna. São também seus parceiros de composições: Moacyr dos Santos, Jesus Belmiro, Benedito Seviero, Lourival dos Santos, José Caetano Erba, Wally Macedo, Tião Carreiro, Tinoco, Mococa, etc... em obras famosas como: "Saco de Ouro", "A Loira do Carro Branco", "Fazenda São Francisco", "Mala Amarela", "Franguinho na Panela", e tantas outras. Algo a destacar em sua carreira como Produtor de Discos foi a descoberta da dupla João Paulo e Daniel, levados por Paraíso à Gravadora Chantecler, e tendo gravado seus dois primeiros LPs por seu intermédio e produção naquela Gravadora. No ano de 1986 formou com Mococa a dupla Mococa e Paraíso, atuando juntos até os dias de hoje. Após terem gravado diversos CDs, a dupla lançou recentemente pela gravadora Arlequim seu 1º DVD "Mococa & Paraíso e Convidados", com as participações de Sérgio Reis, Bruno e Marrone, Cézar e Paulinho, Chico Rey e Paraná, Beth Guzzo, entre outros convidados. Acrescenta-se que neste DVD há um registro histórico dos anos 80 com um número musical de Tião Carreiro e Paraíso, gravado na TV Cultura de São Paulo, no Programa Viola Minha Viola. Paraíso foi reconhecido em sua terra natal Elias Fausto, tendo sido agraciado com o Título de Cidadão daquele município no ano de 1997. Atualmente, Paraíso além da dupla com Mococa, milita na área dos Direitos Autorais, tendo sua própria Editora e Gravadora que é a Fortuna Musical Edições Ltda, administrando e produzindo o repertório de diversos autores e intérpretes do universo sertanejo. DE: RECANTO CAIPIRA

sábado, 8 de setembro de 2018

LS JACK

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. LS Jack foi uma banda de rock alternativo brasileira formada em 1997 na cidade do Rio de Janeiro. A banda ficou parada por 6 anos devido a complicações cardiorrespiratórias causadas ao vocalista Marcus Menna durante uma lipoaspiração mal-sucedida em 2004, deixando-o em estado de coma por mais de dois meses, além de sérios problemas de coordenação motora. História O LS Jack começou, quando alguns estudantes de música decidiram montar uma banda chamada L'Acid Jazz para tocar na noite carioca.[1] Influenciados por diversos artistas como Michael Jackson e James Taylor Quartet, adquiriram experiência suficiente para compor as primeiras canções, misturando rock, pop, funk, jazz, hip hop e black music. Mudaram o nome para LS Jack um jogo de palavras com o acid jazz e já com algum repertório próprio, mas sem disco nem gravadora, conseguiram uma apresentação nos programas de Luciano Huck e Xuxa. Depois disso, não demorou para Marcus Menna (voz e violão), Sérgio Morel (guitarra e teclados), Serginho Ferreira (guitarra), Vitor Queiroz (baixo), Alessandro Barros (saxofone) e Bicudo (bateria) estourarem em todo o país. O primeiro álbum, auto-intitulado, LS Jack lançado em 1999 trouxe o hit "Você Chegou", além de "Go Back", dos Titãs e "Quase Um Segundo", do grupo Os Paralamas do Sucesso. Em 2000 chegou Olho por Olho, Gente por Gente, em que a banda foi mais a fundo em busca de sua identidade. Os grandes destaques do trabalho foram "U Q Fazer", "O Tempo" e "Não Chores Mais". A cantora Luiza Possi ainda fez uma participação especial na faixa "Mil Vezes". Foi, entretanto, apenas em 2002 que o grupo se tornou um dos mais populares do país. O lançamento do terceiro disco em 2002, intitulado V.I.B.E.: Vibrações Inteligentes Beneficiando a Existência, trouxe dois dos maiores sucessos de toda a carreira do LS Jack até então: "Carla" e "Uma Carta". As duas canções estiveram entre as mais tocadas do ano e renderam diversas turnês por todo o Brasil, além de aparições nos principais programas da televisão, totalizando 200 mil cópias vendidas. Pouco antes de soltar o novo trabalho, um desentendimento num aeroporto, envolvendo a banda e os pagodeiros do Art Popular, acabou em agressões físicas de ambas as partes. O caso foi amplamente divulgado pela mídia e tudo foi esclarecido. Logo após chegou Tudo Outra Vez, lançado em 2003. Feito em parceria com o renomado produtor Rick Bonadio, o álbum manteve o LS Jack em alta com "Sem Radar", "Espírito Meu" e "Amanhã Não Se Sabe". O grupo foi abalado pelo acidente sofrido pelo vocalista Marcus Menna em 2004 decorrente a reação alérgica ao medicamento Dipirona injetável tomado durante a recuperação de uma lipoaspiração. No mesmo ano a banda lançou o o álbum Jardim de Cores, que já estava sendo preparado antes do incidente. Em 2005, a banda apresentou um novo projeto chamado O Salto com o vocalista Fabio Allman, pois Marcus Menna ainda se recuperava do acidente. O Salto lançou os álbuns A Noite É dos que Não Dormem e O Possível e o Impossível Em 2010 a banda iniciou uma turnê em comemoração dos dez anos de banda, com a volta de Marcus Menna aos vocais,Serginho Ferreira (guitarra), Vitor Queiroz (baixo) e Bicudo (bateria) . Seu primeiro show foi no dia 1° de maio na Festa Nacional da Cerveja, em Divinópolis- MG. Em 2011 a banda fez diversos shows pelo sul do pais. Em fevereiro de 2012 a banda relançou o álbum Jardim de Cores com a faixa bonus "Brincar de Viver" com show comemorativo no estúdio da Multishow-FM e desde então, a banda vem se apresentando em diversas cidades do País. Antes de se chamar "LS Jack", a banda se chamava L-Acid Jazz. Com o fim da LS Jack, em 2005 os ex-integrantes uniram-se ao vocalista Fabio Allman com o intuito de criar uma nova banda, O Salto, que já lançou seu primeiro disco denominado A Noite é dos que Não Dormem. Já o vocalista Marcus Menna, reiniciou sua carreira musical em 2006 e montou uma nova banda, chamada V.I.B.E. 6. A banda voltou a tocar em 2010 com a formação original, inclusive Marcus Menna, e sem Sérgio Morel. O primeiro show da volta foi realizado em maio de 2010 na Festa da Cerveja em Divinópolis-MG.

ADÃO DA VIOLA

Adão José Angrisanis, nasceu em Maracaí, no estado de São Paulo, no dia 21 de junho. Começou na carreira muito cedo, por influência da família circense, e se dedicou à música, cantando as composições do pai, Carrapicho, e logo fazendo dupla com a irmã mais nova, Eva. Em 1962 gravou seu primeiro disco como a dupla “Adão e Eva”, pela extinta Copacabana, participando de diversos programas de TV, pelas mãos dos empresários Sebastião Ferreira e Genival Melo, dois ícones do show business. A dupla terminou, mas Adão seguiu formando outras duplas, até que em 1968 começou a trabalhar em estúdios como músico e, logo, produtor. Seu enorme talento lhe deu a oportunidade de trabalhar e produzir nomes como Trio Parada Dura, Gilberto e Gilmar, Tonico e Tinoco, João Mineiro e Marciano, Cézar e Paulinho, Gino e Geno, Chitãozinho e Xororó, Silveira e Barrinha, Silveira e Silveirinha, Mococa e Moraci, Mococa e Paraíso, Pedro Bento e Zé da Estrada, Abel e Caim, Liu e Léu, Suzamar, Gentil Rossi, Beth Guzzo, Moacyr Franco, Jackson Antunes e muitos outros. Hoje, depois de muitas formações, Adão fez parceria com Nenê Carllos. Texto: Sandra Cristina Peripato

AS GALVÃO

Mary Zuil Galvão, nasceu em Ourinhos, no interior do estado de São Paulo, no dia 04 de maio de 1940; e Marilene Galvão nasceu em Palmital, também no interior do estado de São Paulo em 27 de abril de 1942. Com o incentivo dos pais, o alfaiate Bertholdo e a costureira Maria, a dupla se formou em 1947 quando elas tinham 7 e 5 anos de idade, respectivamente, na pequena cidade de Sapezal/SP (hoje Distrito de Paraguaçu Paulista). Foi na Rádio Club Marconi, de Paraguaçu Paulista, no ano de 1947, que Mary e Marilene nasceram artisticamente como Irmãs Galvão. Incentivadas pelos pais, Bertholdo e Maria, e por Mário Pavanelli, a estréia foi em um programa comandado por Sidney Caldini. Depois de passarem pelas rádios Difusora de Assis/SP, e Cultura de Maringá/PR, elas sonhavam ir para São Paulo. A oportunidade veio por meio do Dr. Miguel Leuzi, proprietário de uma rede de emissoras, que recomendou-as para uma apresentação na Rádio Piratininga de São Paulo. Lá chegando, foram inscritas em um programa de calouros, “Torre de Babel”, sob o comando de Salomão Ésper. Não concorreram ao prêmio mas cantaram, encantaram e se tornaram profissionais da emissora. A boa repercussão da participação rendeu-lhes uma melhor oferta para cantarem na Rádio Nacional, atual Globo e, em seguida, um contrato pela Rádio Bandeirantes, para os programas “Na Serra da Mantiqueira”, apresentado por Comendador Biguá, e “Brasil Caboclo”, por Capitão Barduíno. Agradaram em cheio e foram procuradas e contratadas por Diogo Mulero, o “Palmeira”, diretor artístico da RCA Victor. Veio, então, o primeiro 78 rotações da carreira e a agenda, já bem recheada de shows, ficou repleta de compromissos devido ao sucesso que as músicas “Carinha de Anjo” e “Rincão Guarani” faziam nas rádios de todo o Brasil. Além da RCA, ao longo da carreira a dupla passou pelas gravadoras Chantecler, CBS, Phillips, Continental, Warner e, atualmente, a Atração. Circos, estúdios de rádios, teatros, ginásios, clubes, casas de cultura, praças. Por onde passavam deixavam impressos o valor, a dignidade e o respeito com que a música sertaneja pode e deve ser levada ao público, seja ele urbano ou rural. Mary e Marilene sempre se preocuparam com tudo em suas apresentações, principalmente com a maneira de vestir-se. O povo do campo se prepara com o que tem de melhor para ir às festas da cidade, daí o empenho de ambas em vestir suas melhores roupas, em respeito e retribuição ao público de modo geral, que sempre teve e tem para com elas, além de admiração, o maior carinho. O sucesso dos primeiros programas exclusivamente sertanejos na televisão garantiu uma posição de prestígio a este gênero musical, que passou a ser mais executado do que a chamada “música urbana”. E as Irmãs Galvão sempre estavam entre as figuras de proa no “Viola, Minha Viola”, “Som Brasil”, “Canta Viola”, “Especial Sertanejo” e “Musicamp”, entre outros. Este fato alavancou a comemoração do Cinquentenário da Música Sertaneja em um espetáculo realizado no Estádio do Pacaembu, tendo entre seus apresentadores nomes importantes como José Russo, Carlito Martins e Geraldo Meirelles. Em 1985, o Maestro Mário Campanha começa a produzir os discos da dupla e com ela inaugurar uma fase mais moderna. Assim, em 1985, lançam a lambada “No Calor dos Teus Abraços” e, com este LP, ganham Disco de Ouro, o que as projeta nacional e internacionalmente, com músicas tocadas em Portugal, no Canadá e na Suíça. Outros discos e prêmios vieram, entre os quais Prêmio Sharp, Prêmio Caras de Música e indicação ao Grammy Latino. Foi nesta fase que sentiram a necessidade de uma mudança e consultando a numerologia feita por Baralites Campanha, adotaram o nome As Galvão, sem deixarem de ser Irmãs. “No Calor dos Teus Abraços”, “Pedacinhos”, “Coração Laçador”, “Menino Canoeiro”, “Lembrança” e “Beijinho Doce” (originalmente gravada pelas Irmãs Castro, em quem se espelharam no começo da carreira) são alguns de seus sucessos. “Pecado Louro”, “Não Me Abandones” e “Apenas Um Pecado”, lançadas pelas Galvão, foram, mais tarde, regravadas por várias duplas. A cada show que faz, o duo sabe da responsabilidade de dar o melhor de si no palco e intui o que o público está querendo ouvir. E é o público, então, quem passa a ser o diretor musical do espetáculo. Um fato que deixa Mary e Marilene felizes é saber que suas canções já embalaram muitos romances por todo o Brasil. As Galvão não se esquecem jamais de sua história de vida. E Sapesal/SP faz parte desta história. Foi lá que passaram uma parte da infância e foi de lá que, junto com os pais, seu principais incentivadores, partiram em busca da concretização dos seus sonhos. Depois de um longo caminho feito de dificuldades, lutas e também muita esperança, o sonho de encantar o Brasil com suas belas vozes foi realizado, tanto que o radialista Toni Gomide, carinhosamente, intitulou-as “As Vozes do Século”. Um palco, um microfone. É assim que a dupla se sente “em casa” e dá seu melhor recado, contando “causos” e cantando. E tudo de forma simpática, engraçada, comovida, sincera e afetuosa. De: Recanto Caipira

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

JOAQUIM E MANOEL

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Joaquim & Manuel é uma dupla de cantores de sertanejo romântico radicada no Brasil. Na estrada a mais de 30 anos, teve sua primeira formação com Vitorio Nochi (como "Joaquim") e Roberto Paschoa (como "Manuel.") Em sua segunda formação, após o falecimento de Roberto, Otávio Corrêa assumiu a posição de "Manuel." Em 1997, Otávio se afastou da dupla, que teve sua terceira formação, com Edvaldo Santos como "Manuel." A dupla emplacou vários sucessos, entre eles Som de cristal, Minha música, Avenida boiadeira e a música que os alavancou nacionalmente, Boate azul. Esse grande sucesso foi regravado por dezenas de artistas, especialmente por Matogrosso & Mathias, contando com a participação especial dos próprios Joaquim & Manuel, em DVD. Tanto Boate azul, como Som de cristal, são de autoria dos compositores Benedito Seviero e Tomaz. História Vitorio Nochi passou a ser "Joaquim" em 1976. Seguindo a dica do humorista Murilo de Amorim Correia, que também era produtor da gravadora CBS, inventou uma dupla com um estilo diferente. O que eles chamavam de "lusitano satírico" era uma espécie de Roberto Leal, em suas vozes, e mais escrachado. Ainda sem nome definido, pensava em algo enquanto tomava um café na padaria. Ao olhar para frente, viu os portugueses Joaquim e Manuel servindo seus clientes. Era aquilo: sua dupla levaria o nome dos sócios da padaria. Ele seria "Joaquim" e seu par, quem quer que fosse, seria o "Manuel. O primeiro "Manuel," Roberto Paschoa, morreu aos 37 anos, vítima de complicações duma cirrose. Vitorio, então, abandonou o "lusitano satírico" e investiu em sertanejo, um estilo que dava o que falar naqueles meados de anos 80, em São Paulo. Com o segundo "Manuel," Otávio Corrêa, gravou Boate azul, dando projeção nacional à dupla. Com a saída de Otávio, em 1997, Edvaldo Santos assumiu o papel de "Manuel. No ano de 2007 a dupla lançou um novo CD intitulado Homenagem a polícia rodoviária. Otávio Corrêa faleceu no dia 19 de maio de 2018, vítima de um câncer.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

MUNDO DIGITAL PRODUÇÕES

Anúncios, propagandas e mensagens em carro de som. Panfletagens. Locuções em portas de lojas e eventos. Instalação de rádio corporativa: comercial, educativa e religiosa. Fones: 9-9637-9038 ou 9-9869-5236. Falar com Claudimir Ramos ou Elaine Azevedo.

ALMIR ROGÉRIO

Nestor de Medeiros, mais conhecido como Almir Rogério, nasceu no dia 12 de julho na cidade de Bragança Paulista, no estado de São Paulo. Começou a cantar aos oito anos de idade, em programas infantis, em sua terra natal. Profissionalmente, começou cantando na TV Cultura em 1966, no Programa "Show Jovem". Ficou um ano como free-lancer e, em 1968, foi contratado com exclusividade pela TV Excelsior, onde era atração principal no Programa "N. S. Show". Nesta época gravou seu primeiro disco compacto no selo Copacabana, com as músicas "Onde Andará Meu Amor" e "Agradeço a Este Amor". Depois assinou contrato com "Barros de Alencar Produções Artísticas" onde gravou a música "Triste", que foi grande sucesso na época. Seu primeiro LP foi lançado em 1973. Em 1978 participou do programa de televisão "Galãs Cantam e Dançam", apresentado por Sílvio Santos na TVS. Mas foi em 1982 que ele se consagrou com o sucesso "Fuscão Preto", que caiu no gosto popular e vendeu cerca de um milhão e meio de discos. A canção rendeu ao cantor vários prêmios, e ele se tornou uma figura conhecida em todo o Brasil. Em 1983, participou do filme "Fuscão Preto" ao lado da apresentadora Xuxa Meneghel. Em seguida fez sucesso com "O Motoqueiro", uma continuação de sua autoria para "Fuscão Preto". Gravou também "Copo de Cerveja" e "Charrete Azul". Teve composições gravadas com sucesso por outros intérpretes como "Se Deus Me Ouvisse", por Chitãozinho e Xororó e "Amor, Amor, Amor", por Gilberto e Gilmar. DE: Recanto Caipira Texto: Sandra Cristina Peripato

ALAN E ALADIN

Edmilson Fernades Machado (Alan), nasceu em Ribeirão Preto, interior do estado de São Paulo, no ano de 1962. José Nascimento Cardoso (Aladim), nasceu em Visconde do Rio Branco, no estado de Minas Gerais, no ano de 1956. Iniciaram a carreira em 1978, e gravaram o seu primeiro LP no ano de 1980, pela gravadora CBS/Sony Music com ajuda de Marciano, da dupla João Mineiro e Marciano. Na época a CBS estava investindo na área sertaneja, contudo fecharam seu departamento sertanejo e eles viram-se novamente sem gravadora. Mais uma vez Marciano os apoiou, levando a dupla para a Copacabana onde permaneceram até o último LP. Em seu 1º LP pela nova gravadora fizeram sucesso com a música "Parabéns Amor", mesmo assim ficaram quase três anos sem gravar. Gravam mais três álbuns, sendo um no ano de 1987 que vendeu quase um milhão de cópias e os consagrou em todo Brasil, um segundo no ano de 1989 que vendeu 200 mil cópias, cinco meses depois já haviam vendido 500 mil repetindo o sucesso do disco anterior e ainda o último álbum da formação original, que emplacou o sucesso "Remédio ou Veneno", no ano de 1991. Os Maiores sucessos de Alan e Aladim foram as músicas "Dois Passarinhos" e "Liguei Pra Dizer que te Amo". Infelizmente, a formação original terminou em 1º de Outubro de 1992, quando Aladim faleceu em decorrência de uma corriqueira cirurgia dentária aos 35 anos, já que o cantor desenvolveu uma certa alergia a anestesia, que lhe causou parada respiratória deixando dois filhos (8 e 2 anos na época). O último show de Aladim foi realizado na cidade de Cristalina, no estado de Goiás, a 120 km de Brasília. Após a morte do parceiro, Alan buscou novas parcerias, formando dupla com Alex, não obtendo boa aceitação, e também com Nando, ambos em 1995, com o qual também gravou um disco, mas não deslanchou. Em 1996, formou novamente a dupla, onde a gravadora Copacabana fez uma seleção para encontrar um substituto que assumisse o nome artístico de Aladim, e o parceiro escolhido desta vez foi com Patrick, um cantor de músicas italianas nas noites de São Paulo, adotando Allan e Alladim. Gravaram 05 álbuns. Após 11 anos da formação, se separaram. Atualmente forma dupla com Arnaldo dos Reis, irmão da dupla Gian e Giovani, mantendo o nome Alan e Aladim. DE: Recanto Caipira Texto: Sandra Cristina Peripato

sábado, 25 de agosto de 2018

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. PERLA

Ermelinda Pedroso Rodríguez D'Almeida mais conhecida como Perla (Caacupé, 17 de março de 1951), é uma cantora e compositora paraguaia-brasileira. Nascida e criada em Caacupé, Cordillera, no Paraguai, mudou-se sozinha para o Brasil aos vinte anos de idade, em busca de oportunidades em sua carreira musical. Consagrou-se como cantora de rádio e TV na década de 1970, com o sucesso Fernando, versão em português de uma música do grupo Abba, dessa mesma década. Ao longo de sua carreira profissional, vendeu mais de 15 milhões de álbuns, Ganhou 11 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo, entre outras premiações. Oriunda de uma família humilde de músicos paraguaios, fazia parte do grupo "Las Maravillas del Paraguay" com o pai e os cinco irmãos, onde se apresentavam em diversos eventos pelo país. No início da década de 1970, em busca de crescimento em sua carreira, deixou o grupo e foi para o Brasil, se mudando para o Rio de Janeiro, onde, com os anos consagrou-se como uma premiada cantora de rádio e televisão. Devido a seu primeiro casamento, mudou-se do Rio e viveu durante alguns anos na cidade paulista de Santos, posteriormente mudando-se para São Paulo. Em 2018, vivendo há mais de vinte anos na cidade de Cotia, revelou em entrevistas estar há muitos anos tratando de uma depressão e revelou passar muitas dificuldades financeiras, pois seu terceiro e último marido roubou parte de sua fortuna. A cantora está solteira e vive sozinha em meio a natureza, revelando ser este ambiente que a inspira musicalmente, vivendo em uma chácara, na Granja Viana. Apesar de diversos tratamentos, a artista não conseguiu ter filhos biológicos, optando pela adoção, tendo uma filha a quem batizou de Perla, em homenagem a seu nome artístico. A cantora possui uma neta, Natalie Vitória. A artista revelou ser muito católica, possuindo uma gruta para abrigar a imagem de Nossa Senhora, e um altar para seus santos de devoção. Chegando o Rio, na década de 1970, começou a se apresentar em casas noturnas, como "O Bigode do Meu Tio" em Vila Isabel. Seu repertório consiste basicamente em versões. Começou a fazer sucesso em meados da década de 1970, conquistando grande aceitação entre o público popular. Seu repertório é composto de tendências que vão das guarânias e boleros a versões de músicas pertencentes ao mundo pop, ficando conhecida como cantora romântica. Gravou várias versões de músicas do conjunto sueco ABBA. Nessa fase, o seu maior sucesso foi a versão que ela fez para "Fernando", em 1976, incluída no LP "Palavras de amor". Em 1979, lançou um LP no qual as músicas apresentavam arranjos da disco-music, em voga na época, destacando-se uma versão para "Love's in the Air". Fez também versões para canções italianas e norte-americanas. Ao longo das décadas de 1980 e 1990, manteve-se ativa, apresentando-se em shows e programas, além de gravar alguns discos independentes financiados pelo seu fã-clube. Desse período, destaca-se o sucesso "Pequenina", versão de Chiquitita). Lançou em 1999 o CD "Especialmente para você". Em maio de 2002, lançou o disco "Perla canta ABBA e outros hits", elaborado a partir de uma compilação de sucessos da cantora, feita pelo pesquisador Rodrigo Faour[2]. A festa de lançamento foi realizada na boate gay Le Boy, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A escolha do local privilegia um dos segmentos do público da cantora, que a reconhece como linda diva.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

JP Studio, gravações com qualidade, rapidez na entrega e ótimo preço pra vc. Gravamos spots, vinhetas, chamadas e outras gravações, para rádio, carro de som, eventos, djs, igrejas, lojas, associações, campanhas e para políticos. vozes masculinas, femininas, infantis e caricatas. JP Studio, seja nosso parceiro, acesse o nosso blog: www.amoreiranoar.blogspot.com.br e se cadastre. Fones c/ whatsapp: (43)-9-9637-9038 ou (43)-9-9869-5236. Em São Sebastião da Amoreira, falar com Claudimir Ramos ou Elaine Azevedo.

domingo, 19 de agosto de 2018

RPM - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Revoluções por Minuto (também conhecida somente por RPM) é uma banda de rock brasileira surgida em 1983, tendo sido uma das mais populares do país nos anos de 1984 a 1987. Foi uma das bandas mais bem sucedidas da história da música brasileira. Na segunda metade dos anos 80, conseguiram bater todos os recordes de vendagens da industria fonográfica brasileira. Tudo começou em 1980, em São Paulo, quando Paulo Ricardo namorava Eloá, que morava em frente à casa onde Luiz Schiavon ensaiava com May East. O casal resolveu um dia visitar os vizinhos, que estavam num ensaio crucial que decidiam entre cantar em inglês ou português. Paulo Ricardo deu seu voto, opinando pelas letras em português e assim conheceu Luiz Schiavon. Neste dia conversaram muito sobre música. Paulo estava começando sua carreira como crítico musical e Schiavon era um pianista clássico, que buscava um novo caminho, mais popular, mas sentiu dificuldade em encontrar alguém. Foi assim que Paulo recebeu o convite para integrar o "Aura", uma banda de jazz-rock que ainda tinha Paulinho Valenza na bateria e o curitibano Edu Coelho na guitarra. Depois de três anos de ensaios e nenhum show, Luiz encantou-se pela música eletrônica e pela tecnologia de novos sintetizadores, enquanto Paulo decidiu morar na Europa – primeiro na França e depois em Londres, de onde escrevia sobre novidades musicais para a revista Somtrês e se correspondia com freqüência com Schiavon. Este choque de personalidades impulsionou a criação do RPM depois que o trabalho da dupla foi retomado em fins de 1983, já em São Paulo. Juntos, criaram as primeiras canções. As primeiras foram "Olhar 43", "A Cruz e A Espada" e a música que batizara a banda que ali nascia: "Revoluções por Minuto". Gravaram uma fita demo destas canções com uma bateria eletrônica e encaminharam à gravadora CBS, que considerou-as ambíguas e difíceis de tocar nas rádios. O nome 45 RPM (45 rotações por minuto) foi sugerido inicialmente em uma lista de nomes feita por uma amiga. Schiavon e Paulo gostaram do nome, mas tiraram o 45 e mudaram o Rotações por Revoluções. Convidaram o guitarrista Fernando Deluqui (ex-guitarrista da cantora May East, ex-integrante da Gang 90 e as Absurdettes) e o baterista Junior Moreno, na época com apenas 15 anos. Logo a banda começou a se apresentar em casas noturnas e então Júnior teve de sair, por ainda ser menor de idade (aparentemente ele chegou a tocar em alguns shows, escondendo a idade, mas não daria para continuar assim por muito tempo). quem se tornou o novo baterista foi Charles Gavin (ex-Ira!, futuro baterista dos Titãs) para completar o grupo. Já batizados de RPM, conseguiram um contrato com a gravadora Sony Music, com o compacto de 1984, que viria com as faixas "Louras Geladas" (a música virou um hit das danceterias e das paradas de sucesso das rádios) e "Revoluções por Minuto" (que foi censurada na época). "Louras Geladas" caiu no gosto do público de todo o país e levou a banda a gravar o seu álbum de estreia, já com o baterista Paulo P.A. Pagni (ex-Patife Band), que entrou para o RPM como convidado, no meio da gravação do LP, o que explica a sua ausência na capa do disco "Revoluções Por Minuto". Charles Gavin havia saído do grupo para se integrar aos Titãs. 1985: Revoluções por Minuto No mês de maio chega às lojas Revoluções Por Minuto, no vácuo de um país ainda perplexo com a morte de Tancredo Neves. O misto de paixão platônica e pretensa declaração de amor de "Olhar 43" emplaca nas rádios e abre caminho para que outras faixas, mais politizadas e/ou conceituais (como a dolorosa e inconformista "Juvenília"), façam o mesmo. As faixas do disco tratam também de temas como política internacional e transformações sócio-econômicas. As canções são marcadas pela forte presença da bateria eletrônica e pelo clima soturno dos arranjos de Luiz Schiavon. O sucesso do álbum é tanto que o RPM emplaca rapidamente uma seqüência de hits no rádio (oito entre as onze faixas do álbum) e chega à marca de 100.000 LPs vendidos (disco de ouro). Revoluções por Minuto chegou a vender 300 mil cópias.

TITÃS - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Titãs é uma banda de rock formada na cidade de São Paulo, Brasil em 1982. Embora originalmente tocassem pop-rock alternativo em seus primórdios, o grupo também já utilizou diversos outros gêneros ao longo de mais de 30 anos de carreira, como new wave, punk rock, grunge, MPB e música eletrônica. É uma das bandas de rock mais bem sucedidas no Brasil, tendo vendido mais de 6,3 milhões de álbuns[2] e fazendo parcerias com vários artistas brasileiros de renome e diversos cantores internacionais. Eles receberam um Grammy Latino em 2009[3] e ganharam o Troféu Imprensa de Melhor Banda por quatro vezes. A formação inicial contava com um número de integrantes bastante incomum. Eram nove membros, sendo que seis eram vocalistas. Arnaldo Antunes, Branco Mello e Ciro Pessoa cantavam e faziam vocais de apoio. Sérgio Britto, Nando Reis e Paulo Miklos, além de cantarem, se revezavam entre os teclados e o baixo. O restante do grupo era formado por André Jung, na bateria, Marcelo Fromer na guitarra rítmica e Tony Belloto na guitarra solo. Ciro Pessoa rapidamente deixou o grupo, antes mesmo do lançamento do primeiro álbum da banda, em 1984. André Jung era o baterista inicial, mas foi substituído por Charles Gavin no início de 1985, estabelecendo a formação clássica da banda. Desde então, a banda perdeu outros cinco membros que nunca foram substituídos oficialmente: em 1992, Antunes deixou o grupo para seguir carreira solo. Em 2001, Fromer morreu após ser atropelado por uma motocicleta em São Paulo. No ano seguinte, Nando Reis também deixou a banda para se concentrar em seus projetos solo. As mudanças mais recentes foram as saídas de Charles Gavin, em 2010, e Paulo Miklos, em 2016, ambas por motivos pessoais. Após a morte de Marcelo e a saída de Nando, o grupo passou a se apresentar com alguns guitarristas e baixistas eventuais (Emerson Villani, André Fonseca e Lee Marcucci). A partir do lançamento do álbum Sacos Plásticos (2009), Branco Mello e Sérgio Britto tornaram-se baixistas definitivos (com Britto tocando apenas quando Mello canta) e Miklos como guitarrista até sua saída do grupo. Em 2010, a banda voltou a usar músicos de apoio, com a entrada do baterista Mario Fabre no lugar de Charles Gavin; algo que se repetiria em 2016, após a saída de Paulo Miklos[4], com a entrada do guitarrista Beto Lee.

sábado, 28 de julho de 2018

JP STUDIO

Estúdio De Gravações ANÚNCIOS E MENSAGENS EM CARRO DE SOM. INSTALAÇÃO DE RÁDIO INDOOR. FALAR COM CLAUDIMIR RAMOS. FONE: (43) 99637-9038 OU (43) 99869-5236 - WHATSAPP. Estúdio De Gravações FAZEMOS GRAVAÇÕES DE SPOTS, VINHETAS, CHAMADAS PARA FESTAS, ABERTURAS E MUITO MAIS.

PARDINHO E PARDAL

Antonio Henrique de Lima, o Pardinho, nasceu em São Carlos, no interior do estado de São Paulo, em 14 de agosto de 1932. Com 14 anos, nessa mesma cidade passou o circo "Rapa-Rapa", com quem foi embora como ajudante de montagem do espetáculo, e a noite, o dono do circo permitia que ele cantasse algumas modas. Começou cantando com o nome de Miranda. No ano de 1956 se uniu a Zé Carreiro para concorrer em um torneio de violeiros, organizado pela Rádio Tupi. A dupla venceu o festival com o cururu "Canoeiro" e recebeu um convite do compositor e diretor do setor sertanejo Teddy Vieira para gravar um LP pela Colúmbia. A partir daí, Antonio Henrique adotou o pseudônimo de Pardinho e começou a criar seus próprios sucessos. Antônio Henrique virou "Pardinho", dono de uma primeira voz inconfundível começou a trabalhar seu próprio repertório. Lançou em disco os sucessos "Facão do Cristiano" (Dito Mineiro e Zé Carreiro) e "Boiadeiro Feliz" (Zé Carreiro e Pardinho), mas nem mesmo isso foi suficiente para manter a dupla. Zé Carreiro voltou com o antigo parceiro e Teddy Vieira se incumbiu de encontrar alguém para substituí-lo. Foi aí que surgiu, no ano de 1954, a oportunidade de Zé Mineiro, ou melhor, José Dias Nunes ser transformado em Tião Carreiro, e ao lado de Pardinho formar uma das mais autênticas e lendárias duplas de todos os tempos, apesar dos encontros e desencontros e das idas e vindas. Em 1959, na cidade de Maringá-PR, a dupla foi responsável pelo surgimento de um novo ritmo na história da música sertaneja. Tião Carreiro criou um ponteado diferente com a viola e Pardinho ao violão fazendo contra-tempo, que mostrado a Teddy Vieira foi dado o nome de "Pagode", uma mistura do recorte do catira (lento) com o recortado mineiro (mais expressivo). Gonçalo Gonçalves, o Gonçalo ou o Pardal, nasceu em Porto Feliz, no interior do estado de São Paulo, em 20 de março de 1937. Gonçalo teve vários parceiros. Com João Valente cantou por dez anos, de 1964 a 1974. Os dois gravaram um LP em 1971, com o nome ‘Os Reis do Bate Fundo’, ritmo musical desenvolvidos pelos dois mesmos. No total foram gravados 4 LPs. Pardinho formou dupla com Pardal (Gonçalo) em 1978, com quem fez enorme sucesso com a trilogia o "Menino de Tábua", que bateu recordes de vendagem. A dupla Pardinho e Pardal retratou a lenda de Antonio Marcelino - o Menino da Tábua, em forma de canção, o que acabou ajudando a popularizar a lenda até mesmo fora do Brasil. A dupla conseguiu transformar a cidade de Maracaí, um lugarejo de 10 mil pessoas, no interior de São Paulo num ponto de romeiros. É que em função da músicas “O Menino de Tábua”, “Os Milagres do Menino de Tábua” e “Capela do Menino de Tábua”, milhares de fiéis passaram a procurar a cidadezinha nos fim de semana em busca do menino milagroso. Mas, apesar deste relativo sucesso, Pardinho resolveu recomeçar ao lado do velho parceiro Tião Carreiro, em 1982. Pardinho e Pardal gravaram juntos seis LPs. Pardal faleceu em 10 de fevereiro de 1983, e Pardinho em 01 de junho de 2001. Pardinho e Pardal-(O Dia da Caça)-PAGODE CAIPIRA. DE: RECANTO CAIPIRA Texto: Sandra Cristina Peripato Fonte: www.letras.com.br

TRIO PARADA DURA

Carlos Alberto Ribeiro, o Mangabinha, nasceu na cidade de Corinto, no estado de Minas Gerais, em 16 de março de 1942, e faleceu em 23 de abril de 2015. Foi bóia-fria no interior mineiro e, com apenas 8 anos de idade, começou a tocar a sanfona de oito baixos, apresentando-se em festas e forrós da região. Em 1970, trocou sua terra natal pela capital mineira e, em Belo Horizonte formou um trio com Gino e Geno, que chegou a lançar um LP. Foi no ano de 1973 que Mangabinha trocou a capital mineira pela capital paulista, onde atuou na Rádio Nove de Julho, ocasião na qual aconteceu a primeira formação do Trio Parada Dura, com Delmir e Delmon. Com Mangabinha, Delmir e Delmon, o Trio Parada Dura lançou três LPs pela gravadora Chororó, em seus dois anos de duração, nessa formação inicial. Em 1975, dois anos após sua formação, aconteceu a primeira alteração no Trio Parada Dura, com as saídas de Delmir e Delmon, que foram substituídos por Benzito e Barrerito (Élcio Neves Borges, nascido em São Fidélis, no estado do Rio de Janeiro, em 22 de outubro de 1942 e falecido em Belo Horizonte/MG em 12 de agosto de 1998). E acabaram ficando com o Mangabinha os direitos sobre o nome do "Trio Parada Dura". Com essa nova formação, o Trio Parada Dura gravou, até o ano de 1987, três LPs pela gravadora Chororó e 10 LPs pela Copacabana. Nesses oito anos, o trio fez bastante sucesso com as músicas "Castelo de Amor", "Homem de Pedra", "Blusa Vermelha", "Último Adeus", "O Doutor e a Empregada", "Fuscão Preto", "Panela Velha", "Avião das Nove", "As Andorinhas", "Mineiro Não Perde o Trem", "O Carro e a Faculdade", "Soraia" e "Bobeou... a Gente Pimba", entre outras. Sem dúvida, o período de maior sucesso do trio. Em março de 1982 os integrantes do Trio Parada Dura sofreram um acidente aéreo que levou o Barrerito à cadeira de rodas. Apesar de ter gravado alguns LPs com o trio após o acidente, ele se sentia discriminado pelos companheiros e acabou largando o trio. Em seu lugar, entrou Parrerito, o qual integrou o trio até 2006. Barrerito passou a cantar sozinho, tendo gravado diversos 9 LPs em carreira-solo. Em 1987, o Trio Parada Dura passou a ser formado por Mangabinha, Parrerito e Creone (Florisvaldo Alves Ferreira, nascido em Comendador Gomes Ferreira, no estado de Minas Gerais, em 1940). Os diversos integrantes do trio também já atuaram sozinhos ou em diversas outras formações: Creone e Barrerito, já formaram dupla em 1963 e gravaram alguns LPs pelo selo Califórnia. O mesmo Barrerito também chegou a formar em 1997 o "Trio Alto Astral" junto com Creone e Voninho, tendo gravado o CD "Dor de Cotovelo" em 1998. E o Mangabinha também chegou a gravar diversos LPs tanto em carreira-solo, como também em dupla com Nhozinho. O trio se desfez em 1992 e retornou à atividade em 1996, com nova formação: Mangabinha, Parrerito e Creonito. A partir de 1998, nova formação para o Trio Parada Dura: Mangabinha, Parrerito e Leone. O Trio Parada Dura se desfez novamente no ano de 2006, e retornou com nova formação em novembro de 2007: Leone, Leonito e Mangabinha. E Creone, Parrerito e o sanfoneiro Carlos Rezende formaram o trio "Os Parada Dura" DE: RECANTO CAIPIRA Texto: Sandra Cristina Peripato

quinta-feira, 26 de julho de 2018

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ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...