segunda-feira, 14 de setembro de 2020

ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswaldo Betio. Iniciou a carreira artística no final da década de 60. Foi contratado pela gravadora Copacabana e, em 1976, lançou seu primeiro disco, o LP "O Sanfoneiro Mais Alegre do Brasil", no qual foram incluídas músicas de sua autoria como "Gamadinha", "Mato Grosso Querido", e "Risadinha da Nona", todas com Meirinho, além de mais nove composições de autoria de Meirinho: "Preto Velho no Xamêgo"; "Baião de Festa"; "Silveira Coelho"; "Reboliço"; "Sanfoneiro de Goiás"; "Baile da Garrincha"; "Twist à Caipira"; "Baile Antigo"; e "Forró de Baiano". Em 1977, participou do LP "12 Maiorais do Nordeste", da gravadora Beverly, que contou ainda com as participações de Trio Nordestino, Alípio Martins, Pinduca, Genival Lacerda, Assisão, Negrão dos 8 Baixos e outros. Nesse disco, interpretou a música "Forró de Baiano", de Meirinho. No ano seguinte, também pela gravadora Copacabana lançou o LP "A Casa Onde Nasci - O Sanfoneiro Mais Alegre do Brasil - Vol. 3", que incluiu onze composições de sua autoria: " Xamego Paulista"; "Carimbó no Pará"; "Samba do Ceará"; "Saudades de Santa Catarina" e "Recordando Porto Murtinho", todas com Nhozinho, além de "Homenagem às Domésticas"; "Forró em Pernambuco"; "A Casa Onde Nasci"; "Forró em Minas Gerais"; "Festa no Paraná"; e "Valsa para a Dona Mafalda", todas composições solo de sua autoria. No LP "O Sanfoneiro Mais Alegre do Brasil - Vol. 4", lançado em 1979, também pela gravadora Copacabana, foram incluídas as músicas "Bailão em Santo André", de Nhozinho e Ninão, e mais onze composições de sua autoria: "Saudosa Mocidade", e "Sambando no Espírito Santo", ambas com Sônia M. Béttio Pigeard; "Parábens Pelo Seu Aniversário", com Dodé; "Do Rio de Janeiro à Niterói", com Bekekê e Cláudio Balestro; "Lindos Campos de Goiás", com Helena G. Mendes; "Alagoas em Festa"; "Pagode Mineiro"; "Marcha dos Motoristas", e "Assim é o Rio Grande do Sul", com Nhozinho, além de "Valsa Para as Mamães", e "Noites de Mato Grosso". Em 1980, lançou "O Sanfoneiro Mais Alegre do Brasil - Volume 5", no qual interpretou "Enfermeira Amiga"; "Passeando no Amazonas"; "Do Iapoque ao Chuí"; " Mato Grosso do Norte e do Sul" e "Rancheira das Marias", todas com Nhozinho; "Valsa dos Papais", e "São Salvador da Bahia", com Sônia M. Béttio Pigeard; "Fernanda", com Paulo Roberto Aiello, e "Salve os Roceiros", e "Arlindo Béttio o Fofão", de sua autoria, além da clássica rancheira "Galopeira", de Maurício Cardozo Ocampo. Em 10 de outubro de 1980 teve a carreira brutalmente interrompida, quando foi assassinado na capital paulista. No total foram cinco discos gravados. Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 12 de setembro de 2020

ULTRAJE A RIGOR

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ultraje a Rigor é uma banda brasileira de rock, criada no início da década de 1980 em São Paulo. Idealizada por Roger Moreira (voz e guitarra base), obteve sucesso em 1983 no Brasil, devido às canções "Inútil" e "Mim Quer Tocar". Em 1985 a banda ficou nacionalmente conhecida pelo álbum Nós Vamos Invadir sua Praia que trouxe o primeiro disco de ouro e platina para o rock nacional. O mesmo álbum, mais tarde, acabou sendo consagrado como o "melhor álbum de rock nacional" pela Revista MTV, em dezembro de 2008. A banda é um grande marco no cenário do rock nacional. Sua formação inicial era Roger, Leonardo Galasso (bateria, mais conhecido como Leôspa), Sílvio (baixo) e Edgard Scandurra (guitarra solo). Mal o nome foi adotado, Sílvio saiu para dar lugar a Maurício Defendi. Hoje, apenas Roger, idealizador da banda, continua desde a formação original. Entre 2011 e 2013, a banda tornou-se a House band do talk show brasileiro, Agora É Tarde, da Rede Bandeirantes, apresentado por Danilo Gentili.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

DUDUCA E DALVAN

José Trindade (Duduca) nasceu em Anápolis, no estado de Goiás, em 04 de julho de 1936. José Gomes de Almeida (Dalvan) nasceu em Planaltina do Paraná, no estado do Paraná, em 09 de outubro de 1951. Em 1977, Dalvan iniciou a carreira em São Paulo. No ano seguinte formou dupla com Duduca que durou cerca de oito anos. Com um estilo basicamente romântico, mas sem deixar de lado os ritmos mais tradicionais do interior, foi considerado ao lado de José Rico como o rei da voz sertaneja. Já gravou diversos discos ao longo de sua carreira. Fez sucesso com as músicas "Rastros na Areia" e "Massa Falida", entre outras. Dalvan seguiu carreira solo após o falecimento de Duduca, ocorrido em 17 de fevereiro de 1986. Gravou um disco com o cantor Donizeti, e recentemente formou nova dupla com Almir Sales, nascido na cidade de Londrina, no estado do Paraná, usando o nome de Duduca. Almir em sua trajetória na música sertaneja, cantou em barzinhos foi locutor de rádio AM e FM, a música sempre foi o seu forte, pois vem de uma formação expressiva, em matéria de cantar, essa nova formação da dupla é um presente para o Brasil, e a música sertaneja, que ganhará com certeza tratando-se de umas das bandeiras da música popular do Brasil, voltando assim ao cenário da música brasileira. Dalvan é advogado, é músico de coração, tocou em bandas, é ator e também é um músico eclético, toca acordeom, teclado, guitarra e violão. Venceu vários festivais, em início de carreira, tanto popular como sertanejo, aprendeu desde cedo a sorrir sempre, fazer das barreiras um desafio a vencer. Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de: Recanto Caipira

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

BIÁ

Sebastião Alves da Cunha, o Sabiá e, posteriormente, o Biá, nasceu em Coromandel, no estado de Minas Gerais, em 26 de novembro de 1927, e faleceu em São Paulo/SP no dia 02 de setembro de 2006. Após algum tempo trabalhando como garimpeiro, Sebastião iniciou a carreira artística em Araguari/MG no ano de 1947, formando o trio "Sabiá, Canarinho e Albertinho", junto com seu irmão Elias e o acordeonista paulista Alberto Calçada (Alberto de Souza Calçada, nascido em São Paulo/SP no dia 06 de agosto de 1929 e falecido também na capital paulista no dia 29 de julho de 1983). Seu irmão Elias mais tarde integrou o "Trio Gaúcho", com o nome artístico Gauchito. O Trio "Sabiá, Canarinho e Albertinho" atuou na Rádio Araguari até 1950, ano em que os três músicos seguiram para a capital paulista e passaram a se apresentar em diversos programas, como "Hora dos Municípios" (de Blota Junior na Rádio Record) e "Arraial da Curva Torta" (do Capitão Furtado na Rádio Difusora). No mesmo ano, Sebastião resolveu encurtar o nome artístico Sabiá para Biá. O trio, porém acabou por se desfazer e Biá formou então em 1952, dupla com Diogo Mulero, o Palmeira, que fez sucesso durante oito anos. Palmeira e Biá foram contratados pela Rádio Piratininga para o programa que ia ao ar todas as terças-feiras às 21 horas. E a dupla era também acompanhada pelo acordeonista Alberto Calçada. No primeiro ano de existência, a dupla chegou a gravar 10 discos 78 rpm. Entre os grandes sucessos da dupla "Palmeira e Biá", destacamos "Garimpeiro do Brasil", "A Voz dos Sinos", "Baião da Serra Grande", "O Milagre de Tambaú", "Couro de Boi", "Disco Voador", além do bolero "Boneca Cobiçada", que foi gravado em 1956. Inusitado, para a época, incluindo novas temáticas, arranjos e instrumentação, esse bolero sertanejo que Biá compôs em parceria com Euclides Pereira Rangel (o Bolinha), permaneceu por mais de 10 semanas nas paradas de sucesso, tendo vendido mais de 500 mil cópias, ocasião na qual Palmeira foi nomeado Diretor Artístico dos discos sertanejos da RCA. Biá chegou a formar com seu conterrâneo Goiá, a dupla "Biá e Goiá" na década de 50, na capital paulista, ocasião em que o compositor Goiá já havia deixado o Trio "Goiá, Goiazinho e Zé Micuim" e também já havia trocado Goiânia/GO pela capital paulista. Em 1961, Sebastião passou a cantar em dupla com seu outro irmão, o Sílvio, a dupla "Biá e Biazinho", com quem gravou o LP "Relíquias Sertanejas". No ano seguinte, Biá gravou na Chantecler um LP no qual fez uma dupla com ele mesmo: "Um Cantor em Duas Vozes", tendo usado o nome de Sid Biá. Mais tarde, junto com Dorinho, Biá formou a dupla "Biá e Dorinho". Biá também atuou na Rádio Nacional de São Paulo, com o conjunto "Biá e Seus Batutas" (formado por Biá, Sirley e Gonzales), ocasião na qual gravou também o LP "Os Grandes Sucessos de Palmeira e Biá", na gravadora Cantagalo, onde Biá trabalhou também como Diretor Artístico. Em 1972 Biá formou com Dino Franco, a famosa dupla "Biá e Dino Franco". Um acidente doméstico, no entanto, fez com que Biá interrompesse em definitivo sua carreira artística, no ano de 1987. Faleceu em São Paulo/SP no dia 02 de setembro de 2006, vítima de diabete crônica. Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de: Recanto Caipira

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

VADICO E VIDOCO

Milton Passos (Vadico) nasceu em Olímpia, no interior do estado de São Paulo, e João Nietto (Vidoco) nasceu em Pirangi, também no interior do estado de São Paulo, que de início, formou uma dupla juntamente com seu irmão. Foi no ano de 1959 que Milton e João se conheceram na capital paulista e começaram a cantar juntos, nascendo então a dupla que ficou conhecida como a "Dupla Café com Leite". Sulino e Marrueiro levaram a jovem dupla "Vadico e Vidoco" aos estúdios da Rádio Nacional de São Paulo. E foi com a ajuda do compositor e radialista Anacleto Rosas Jr, que eles foram contratados pela gravadora Copacabana, onde gravaram pelo selo Sabiá os dois primeiros discos 78 rpm e o LP "Relíquias de Amor". Vadico e Vidoco foram ganhando prestígio no meio artístico, reconhecidos como grandes violeiros. A dupla se apresentou nas Rádios Tupi, Aparecida e Record, além terem realizado shows em circos pelo interior paulista, além dos estados do Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Se apresentaram também nas TVs Tupi e Globo. Vadico e Vidoco chegaram se separar por um curto período de tempo e, na ocasião, Vidoco chegou a formar dupla juntamente com José Vieira, o Abel, que na época ainda não havia formado com Sebastião da Silva, a dupla Abel e Caim. Vidoco convidara o José Vieira que tinha a voz parecida com a do Vadico. Atuaram juntos em alguns programas de rádio e shows em circos, até que apareceu uma oportunidade para gravarem um disco. Vidoco, no entanto, achou melhor chamar o antigo parceiro, sem nada ter dito ao José Vieira. Este, por sua vez, quando chegou ao estúdio de gravação na hora combinada e soube que o Vidoco já havia feito a gravação com seu antigo parceiro, decidiu então deixar a dupla. Vadico e Vidoco gravaram apenas 2 discos 78 rpm e 5 LP's. Vadico faleceu no dia 01 de fevereiro de 1989, vítima da doença de Chagas. Vidoco faleceu 15 anos depois, em 18 de outubro de 2004, em Itapira/SP, cidade na qual já foi Vereador e recebeu o título de Cidadão Itapirense. Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 29 de agosto de 2020

ROUGE

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Rouge é um girl group brasileiro de música pop com cinco integrantes: Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Li Martins e Lu Andrade. Formado em 2002 por meio do talent show Popstars, transmitido pelos canais de TV SBT e Disney Channel, produzido pela companhia argentina RGB Entertainment. As integrantes foram selecionadas dentre 30 mil candidatas e assinaram um contrato com a gravadora Sony Music. O primeiro álbum de estúdio do grupo, Rouge (2002), vendeu mais de 1,2 milhão de cópias no Brasil. O sucesso do álbum foi impulsionado pelas canções "Não Dá pra Resistir", "Beijo Molhado" e, principalmente, o hit "Ragatanga", este que ajudou a estabelecer o grupo como um fenômeno nacional, sendo denominadas de "as Spice Girls brasileiras".[8] Com o sucesso do álbum de estreia do grupo, ainda no mesmo ano foi lançado um álbum de remixes intitulado Rouge Remixes, visando o público da música eletrônica. O segundo álbum de estúdio, C'est La Vie (2003), vendeu mais de 350 mil cópias,[9] e produziu os hits "Brilha la Luna" e "Um Anjo Veio me Falar". Após a saída de Lu Andrade em 2004, as quatro integrantes remanescentes prosseguiram e lançaram os álbuns Blá Blá Blá (2004) e Mil e uma Noites (2005). A primeira fase de trabalhos do Rouge se encerrou em junho de 2006, com o grupo se separando e o contrato com a Sony Music expirando e não sendo renovado. Ao longo de quatro anos, o Rouge vendeu cerca de 3 milhões de discos,tornando-se o grupo feminino mais bem sucedido do Brasil e da América Latina e recebeu, ao todo, três discos de ouro, três de platina, um de platina dupla pela ABPD. Sob a orientação de seu mentor e empresário, o produtor musical Rick Bonadio, elas embarcaram em turnês esgotadas pelo Brasil e diversos países da América Latina, Europa e África. Também foram estrelas de comerciais e programas de televisão, bem como os rostos de diversos produtos licenciados como álbuns de figurinhas, sandálias e bonecas. Em 2012, após uma campanha de fãs, Rick Bonadio conseguiu reunir as integrantes, com exceção de Lu Andrade, em seu programa no canal Multishow, Fábrica de Estrelas. Lá, elas gravaram duas novas músicas e por problemas burocráticos não iniciaram uma nova turnê. Foi em 12 de setembro de 2017, que o grupo anunciou o seu retorno aos palcos, com as cinco integrantes, para comemorar seu aniversário de quinze anos na festa Chá da Alice. No inicio seriam apenas dois shows, mas como os ingressos para os primeiros shows se esgotaram em questão de minutos, novas datas foram agendadas. Em 2018, embarcaram em uma turnê de shows esgotados em todo o Brasil, a Rouge 15 Anos. Em seguida, elas lançaram sua primeira música inédita desde 2005, Bailando. Continuando os novos trabalhos, elas lançam a elogiada canção Dona da Minha Vida, e em 2019, a canção Solo Tu, acompanhada do quinto álbum de estúdio do grupo, Les 5inq. Em 24 de janeiro de 2019, um novo hiato foi anunciado por tempo indeterminado.

sábado, 22 de agosto de 2020

ARTHURZINHO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. José Artur Azevedo Nogueira, conhecido como Arthurzinho (Barretos, 21 de março de 1949) é um cantor brasileiro. Em dezembro de 1966, foi lançado pela gravadora Continental, o primeiro compacto do cantor e compositor Arthurzinho. Com apenas 17 anos de idade, quando gravou este primeiro single contendo as canções "Na Crista da Onda" no lado A e " Mil Garotas" no lado B. As duas canções alcançaram relativo sucesso junto às rádios, firmando assim, o nome deste novo cantor entre o público jovem. Em seguida a Continental lançou a coletânea "As 12 Brasas", uma seleção de canções de artistas jovens da casa, incluindo no disco outra canção gravada por Arthurzinho, "Estou Só", composição de Mário Faissal. Em 1967, o jovem cantor emplacou grandes sucessos como "Não Toque Este Long-Play", "Prova de Amor" e "Carrossel", porém, somente no ano seguinte, 1968, é que Arthurzinho conseguiu a consagração total, ao gravar o mega-hit-jovem guardista "Roda Gigante". a canção mais tocada no ano, lançada em compacto cujo lado B trazia a belíssima "O Que É Bom Dura Pouco". Arthurzinho entrou para a lista dos cantores que mais se destacaram no movimento,marcando época e deixando história. A partir daí, sua carreira ganhou notoriedade e Arthurzinho tornou-se um dos principais ídolos da Jovem Guarda. Outros sucessos vieram, como "Tempos De criança", "O Carderninho", "Sou Gamado Nela" etc. Em 2005 e 2006 participou do "Programa do Ratinho",nos especiais "Quarta Maravilhosa", junto a outros grandes artistas também. No dia 24 de novembro de 2007 Arturzinho apresentou-se na comemoração dos 50 anos da APCD Regional Jaú, na cidade paulista.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

AS MARCIANAS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. As Marcianas é uma dupla sertaneja do Brasil que surgiu em 1981 e tinha em sua formação original Celina Sant'Angelo e Ivone Sant'Angelo, filhas do cantor João Mineiro. As Marcianas fizeram sucesso com as canções "Vou Te Amarrar na Minha Cama" e "Porque Brigamos". Celina conta que o álbum lançado em 1986 foi o primeiro de uma dupla sertaneja feminina a receber o disco de ouro e platina em toda a música sertaneja. Alguns anos mais tarde, a dupla se separou e em 1991 deu-se início a segunda formação com Celina e Geizi Bel, uma cantora solo paranaense muito conhecida na época. Devido a morte do esposo de Geizi Bel ela deixou a dupla. Em seguida Silvana Miranda se integrou na dupla, se fazendo presente até fevereiro de 1997. A quarta formação foi com Celina e Elaine que durou até 2000. Em seguida veio a formação com Celina e Adriana Bastos,que durou até 2019. Em dezembro de 2019 foi anunciado no Facebook oficial o retorno de Geizi-Bel.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

CLEYTON

Cleyton (da dupla Cleyton e Cristiane) Cleyton (José Sales de Oliveira) nasceu em Araçatuba/SP. Em 1978, foi lançado o primeiro disco da dupla Cleyton e Cristiane. Fizeram sucesso em todo o país com músicas sempre voltadas ao estilo sertanejo romântico. Na mesma época, participaram do Festival Arizona obtendo o 3º lugar. Na década de 1980, eles participaram de diversos programas de televisão e chegaram a liderar paradas de sucesso em várias partes do Brasil com a música "A Paz que Eu Não Tive", de composição dos próprios artistas. A dupla se separou em meados de 1988, depois de sete discos gravados.Muitos artistas famosos gravaram composições da dupla Araçatubense. Entre eles, Leandro & Leonardo ("Explosão de Desejo") e César & Paulinho ("Meia Noite de Amor"). Após a dupla ser desfeita Cleyton mudou-se para São Paulo e conheceu em 1990 o cantor Cleber com quem fez parceria formando a dupla Cleyton & Cleber. O primeiro disco foi gravado pela BMG e vendeu mais de 100 mil cópias. Em 1995, pelo selo São Francisco, tornaram-se conhecidos pelas músicas "Copo com Batom" e "Quando a Noite Chega". Continuaram sua trajetória com outros três lançamentos, quando aumentaram a projeção, dessa vez, em vários estados. "Sanfona Xonada", "Poeirão" e "Meu Amor é Seu", foram as faixas responsavéis por esse sucesso. Ficaram sem gravar de 2004 a 2007, quando reencontraram Marrone, formando dupla com Bruno, o velho companheiro e agora,muito famoso. Eles lembraram do início da carreira do amigo e da época em que foi acolhido por Cleyton & Cristiane. Marrone foi por muito tempo músico "sanfoneiro" de Cleyton e Cristiane e se diz fã número 1 da dupla. A cantora Cristiane faleceu em 2003 (veja no Memória da MPB). Fonte: Sertão 80 e 90.

sábado, 15 de agosto de 2020

BEE GEES

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Bee Gees foi uma banda formada pelos irmãos Barry, Robin e Maurice Gibb. Nascidos na Ilha de Man, viveram alguns anos em Chorlton, Manchester, Inglaterra. Ainda crianças, mudaram-se com os pais para Brisbane, em Queensland, na Austrália. Fizeram sucesso desde 1966 até o início da década de 2010, estando entre os maiores vendedores de discos de todos os tempos. Passaram por diversos ritmos musicais, do rock psicodélico às baladas, passando pelo country rock, disco, R&B, música romântica, terminando no pop rock moderno, tendo vendido aproximadamente 220 milhões de discos. Foram incluídos no Hall da Fama dos Grupos Vocais [en], no Hall da Fama do Rock and Roll, no Hall da Fama dos Compositores e ganharam dez prêmios Grammy. O álbum Saturday Night Fever, trilha sonora do filme Embalos de Sábado à Noite (título no Brasil) ou Febre de Sábado à Noite (título em Portugal e demais países lusófonos), é a segunda trilha sonora mais vendida de todos os tempos, chegando a ocupar a sétima colocação como álbum mais vendido da história com mais de 42 milhões de cópias, de acordo com a revista Billboard: 300 Best-selling Albums of All-Time. O grupo possui muitos recordes pela Billboard Hot 100 entre os quais, estarem em oitavo lugar entre os artistas com mais canções que ficaram em primeiro lugar nas paradas; o álbum Saturday Night Fever chegou à segunda posição, entre os álbuns com mais canções que ficaram em primeiro lugar, perdendo apenas para Bad de Michael Jackson. São os artistas que tiveram mais músicas em primeiro lugar nos anos 70, com nove canções no total, atingiram o segundo lugar entre os artistas com mais canções consecutivas em primeiro lugar com seis músicas, entre 1975 e 1979; conseguiram ainda o terceiro lugar entre os artistas que ocuparam simultaneamente o primeiro e segundo lugares, com as músicas Saturday Night Fever e Stayin' Alive. Barry Gibb chegou a estar em quarto lugar entre os produtores com mais canções que ficaram em primeiro lugar, com quatorze músicas, e também na quarta colocação entre os compositores com mais canções que ficaram em primeiro lugar, com dezesseis músicas ao todo, perdendo apenas para Paul McCartney e John Lennon. O Hall da Fama do Rock and Roll diz em uma citação: "Somente Elvis Presley, The Beatles, Michael Jackson, e Paul McCartney superam os Bee Gees em recordes e vendas".

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

ATHOS CAMPOS

Athos Campos, nasceu em 14 de julho de 1923 na cidade de Bebedouro, no interior do estado de São Paulo. Em 1939, com apenas 16 anos de idade, em parceria com Serrinha, compôs "Chitãozinho e Xororó", sua primeira música que foi justamente o seu maior sucesso, e que foi regravada pelos mais renomados intérpretes da música caipira raiz, como Tonico e Tinoco, Serrinha e Caboclinho, Serrinha e Zé do Rancho, Pedro Bento e Zé da Estrada, entre outros. Além de compositor, também atuou como radialista em várias emissoras de São Paulo, além de produzir programas televisivos para Geraldo Meirelles, um dos pioneiros em mostrar a música sertaneja na TV. Athos Campos passou a residir em Mairiporã/SP, no final da década de 30, tendo inclusive composto o Hino Municipal da cidade, a qual se orgulha de ter sido a terra querida e amada pelo compositor. Além de "Chitãozinho e Xororó", Athos Campos também compôs outras obras-primas, entre elas, "Sinhazinha", "Bate na Viola", "Samba de Roda", "Viola Sem Defeito", entre outras. Athos Campos foi um dos artistas mais importantes do nosso país e sempre defendeu as raízes culturais do povo. Através de seus programas de rádio e TV, costumava sempre denunciar o mercantilismo que já começava a deturpar a música caipira raiz. Faleceu no dia 01 de novembro de 1992, em Bragança Paulista/SP. Texto: Sandra Cristina Peripato Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 8 de agosto de 2020

NENHUM DE NÓS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira, formada em 1986 na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, a banda foi formada pelos músicos Thedy Corrêa, Carlos Stein, Sady Homrich, Veco Marques e João Vicenti. Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na 5º série, conhecem Thedy Corrêa. Na faculdade, Stein foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar o Nenhum de Nós com Corrêa e Homrich. Após algum tempo, foram chamados para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade dos Amigos da Praia do Imbé (SAPI). Antônio Meira, produtor, gostou da música dos jovens e eles, então, assinaram com a BMG Ariola e gravaram seu primeiro álbum. O disco, homônimo, foi lançado em 1987 e vendeu 30.000 cópias. Em 1988, a música de trabalho do primeiro disco, Camila, Camila torna-se um hit nacional, chegando ao 3° lugar na parada brasileira. O sucesso promoveu novos shows no Rio de Janeiro e em São Paulo e o lançamento do 2° álbum. Cardume, produzido por Reinaldo Barriga,[3] foi lançado em Março de 1989 e vendeu 250.000 cópias, garantindo à banda seu primeiro disco de ouro. No álbum está incluída Astronauta de Mármore, versão da música Starman de David Bowie, que foi a música nacional mais tocada naquele ano. 1990 é marcado pela entrada do guitarrista Veco Marques. O 3° álbum da banda é lançado nesse mesmo ano, Extraño, com fortes influências da música gaúcha, com a participação de Luiz Carlos Borges A canção Extraño ganha clipe de grande repercussão para época. A canção Sobre o Tempo é incluída na trilha sonora da telenovela Barriga de Aluguel, da Rede Globo e ganha clipe especial do Fantástico (assim como O Astronauta de Mármore), alavancando as vendas do álbum, que chegou à 50.000 cópias vendidas. Em 1991, se apresentam no Rock in Rio II, no penúltimo dia do festival, marcando a entrada de João Vicenti como músico convidado. Em Junho do ano seguinte, é lançado o quarto álbum de estúdio da banda, também homônimo, com influências do pop da década de '70. O videoclipe de um dos singles do álbum, Ao Meu Redor, é eleito o melhor do Brasil pela votação do público na MTV e a banda vai para Los Angeles, representar o Brasil no MTV Video Music Awards 1992. Ainda neste álbum, está incluída uma versão da música Sangue Latino (do grupo Secos e Molhados) que ganhou uma versão dance que tocou nas rádios do país inteiro e também Jornais, que teve um clipe de muito sucesso no Top 20 Brasil, da MTV. Rescindido o contrato com a BMG, a banda começa um novo projeto e passa o ano de 1993 entre os shows da turnê do quarto álbum e a composição de um novo trabalho

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

INEZITA BARROSO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Inezita Barroso, nome artístico de Ignez Magdalena Aranha de Lima (São Paulo, 4 de março de 1925 — São Paulo, 8 de março de 2015, foi uma cantora, atriz, instrumentista, bibliotecária, folclorista, professora, apresentadora de rádio e televisão brasileira. Ganhou o título de doutora honoris causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e atuou também em espetáculos, álbuns, cinema, teatro e produzindo espetáculos musicais de renome nacional e internacional. Adotou o sobrenome Barroso ao se casar, em 1947, aos 22 anos, com o advogado cearense Adolfo Cabral Barroso, com quem teve uma filha, Marta. Nascida numa família abastada, apaixonada pela cultura e principalmente pela música brasileira, Inezita começou a cantar e tocar violão e viola desde pequena com sete anos de idade. Estudou piano no conservatório. Foi aluna da primeira turma da graduação em Biblioteconomia da Universidade de São Paulo (USP). Graduou-se em 1947, antes de se tornar cantora profissional. Em 1950, Inezita ingressou na Rádio Bandeirantes e apresentava-se em recitais no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), Cultura Artística e Colombo. No mesmo ano, gravou a célebre interpretação da música Moda da Pinga, de Ochelsis Laureano e Raul Torres. Em 1954, gravou os sambas Ronda, de Paulo Vanzolini e Estatutos da Gafieira, de Billy Blanco. Foi premiada com o Troféu Roquette-Pinto de melhor cantora de música popular brasileira e o prêmio Guarani, como melhor cantora em disco. Na década de 1950 se dedicou também a carreira de atriz, atuando nos filmes Ângela (1950), O Craque (1953), Destino em Apuros (1953), É Proibido Beijar (1954) e Carnaval em Lá Maior (1955). Recebeu o prêmio Saci de melhor atriz por sua atuação em Mulher de Verdade (1953). Inezita ultrapassou a marca de cinquenta anos de carreira e de oitenta discos gravados, entre 78 rpm, vinil e CDs. Apresentou por 35 anos, de 1980 até a sua morte em 2015, o programa Viola, Minha Viola, dedicado à música caipira e transmitido pela TV Cultura, de São Paulo. Apresentou também, na emissora SBT, um programa musical que levava seu nome e era exibido aos domingos pela manhã. Além da carreira artística, desde a década de 1980, Inezita Barroso dedicou-se também a dar aulas de folclore. Lecionava nas faculdades Unifai e Unicapital, onde recebeu o título de doutora Honoris Causa em Folclore Brasileiro. As apresentações de Inezita Barroso nos países latino-americanos e africanos criaram uma aura de sucesso para a cantora, indicada para o Grammy sul-africano na categoria de artistas vocais populares internacionais e regionais. Os concertos de Inezita Barroso em tais países excederam a audiência de outros artistas nacionais e internacionais com maior exposição midiática, adeptos de música denominada "pop".[carece de fontes] Ao contrário do que o público costuma esperar da artista, Inezita Barroso trabalhou em interpretações de autores mais atuais da MPB, de outras vertentes que não apenas a caipira/sertaneja. Gravações mostram a cantora interpretando obras de Ella Fitzgerald e outros nomes do jazz tradicional e blues.[carece de fontes] Em 2003, foi condecorada pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin com a medalha de mérito "Ordem do Ipiranga", recebendo o título de comendadora da música folclórica brasileira. No programa Roda Viva, da TV Cultura, que contou com a presença da cantora como principal entrevistada, em 2004, Inezita Barroso afirmou ser favorável à propagação e troca eletrônica de canções. Afirmava que o uso de canções em formatos digitais em computadores e dispositivos portáteis podia facilitar o acesso dos jovens à cultura e fazia dura crítica à indústria fonográfica, afirmando que a pirataria sempre existiu. Em novembro de 2014, foi eleita para a Academia Paulista de Letras, ocupando o lugar da folclorista Ruth Guimarães, falecida em maio daquele ano.

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

PORCA VÉIA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Porca Véia, nome artístico de Élio da Rosa Xavier (Lagoa Vermelha, 2 de março de 1952 — Novo Hamburgo, 12 de junho de 2020), foi um cantor, compositor, acordeonista e gaiteiro brasileiro. Filho de Julieta da Rosa Xavier e Lauro Nunes Xavier. Produtor rural até aos 16 anos de idade, começou sua carreira artística com seis anos de idade por influência da família, onde havia muitos músicos amadores. Fez curso técnico agrícola, quando ganhou o apelido que foi seu nome artístico. Venceu vários festivais como instrumentista e apresentou-se com Kleiton e Kledir nas melhores casas de espetáculo do Brasil, como o Canecão do Rio de Janeiro e no Palace em São Paulo. Venceu dezenove de vinte concursos de gaiteiros de que participou e ganhou duas vezes o Disco de Ouro, Criou e dirigiu o grupo musical Cordiona, um grupo de baile fandangueiro. Recebeu vários títulos, como cidadão Honorário, comendador da Brigada Militar, Amigo da Brigada e Destaque Musical. Durante sua trajetória, Porca Véia gravou 21 CD´s e três DVD´s. Casou-se no dia 28 de agosto de 2009, em Curitibanos, com a catarinense Claudinéia Aparecida Bossardi. De outros relacionamentos possui quatro filhos: Alliny Ferreira Xavier, Diego Eberhardt Xavier, Juliana de Araujo Xavier Pinto e Maria Gabriela. Depois de 33 anos nos palcos, Porca Véia anunciara que sua carreira artística terminaria no fim de 2013 e o fez em 28 de dezembro de 2013, no pavilhão da Festa da Uva, em um grande show com a presença de quase 5 mil pessoas. Contou também com convidados como Renato Borghetti, Yamandu Costa, Daltro Bertussi e Luiz Carlos Borges. Morreu em 12 de junho de 2020, aos 68 anos de idade, após sofrer um ataque cardíaco.

sábado, 1 de agosto de 2020

WALDICK SORIANO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Eurípedes Waldick Soriano (Caetité, 13 de maio de 1933 — Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2008) foi um cantor e compositor brasileiro, ícone da música classificada como brega. Em 2007, Patrícia Pillar dirigiu um documentário sobre o cantor, Waldick, Sempre no Meu Coração. Nascido em Caetité - Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, Eudóxia Evangelista Garcia, a quem era muito apegado. Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inveterado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo. Antes de ingressar na carreira artística, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros. Seus maiores sucessos foram "Tortura de amor e Eu não sou cachorro não". Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho", "Se Eu Morresse Amanhã" e "Perfume de Gardênia". A posição quase marginal que o ritmo "cafona" ocupou mereceu uma análise mais acurada e científica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo Cesar de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular de vanguarda, consagrando sua performance na MPB. A obra traz, já em seu título, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor reitera, de forma veemente, seu estilo musical próprio, somente dele. Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra "tortura"... A revista "Nossa História", de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como "o mais folclórico dos cafonas" (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz). Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis - Bira - declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 1990, porém, a cidade teve num político o resgate do filho ilustre. O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. Silvio Santos aliás, protagonizou com Waldick uma das mais inusitadas cenas da televisão brasileira: no abraço que deram, foram perdendo o equilíbrio até ambos caírem, abraçados, no chão. Ali, então, simularam um affair, provocando risos. No início dos anos 90, mudou-se para a cidade de Teresina onde iniciou uma parceria com o violonista Fernando Fonseca, com quem fez shows pelo país inteiro naquela que seria sua última incursão pelos palcos da vida. Dois anos depois mudou-se para Fortaleza. Na capital cearense, ao lado do pianista Oliveira Junior continuou fazendo pequenas apresentações até ter diagnosticada a doença que o levaria embora. Por tudo isto, Waldick Soriano faz-se símbolo, no Brasil inteiro, de um estilo, de uma classe social, e da sua manifestação cultural, pulsante e criativa. Doença Waldick teve diagnosticado um câncer de próstata em 2006. Em 2 de julho de 2008 foi divulgado que seu estado de saúde era grave, pois já ocorrera metástase da doença. Morreu em 4 de setembro no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

BOB JOE

Bob Joe nasceu em Caculé, no estado da Bahia. É um apaixonado pela música e despertou sua paixão logo cedo, na época em que aboiava o gado na fazenda de seu pai, a cantarolar seu tireolei. Inspirado no personagem Rex Alen do filme “Índio nas Montanhas do Tirol” criando assim um estilo marcante que o consagrou como grande percursor do country no Brasil. O primeiro disco veio por intermédio do amigo Zé da Estrada que gentilmente não hesitou em usar seu prestígio, apresentando Bob Joe para seu diretor artístico pleiteando sua inclusão no cast da gravadora, no que foi prontamente atendido. Qual não foi surpresa, o disco conferiu-lhe grande sucesso e execução de vendagem superando até mesmo as expectativas. Daí por diante Bob Joe ficou famoso e conquistou automaticamente a consagração ao colecionar vários sucessos com 18 LPs que gravou; sendo que alguns teve a participação especial da cantora e acordeonista Linda Maria. Na década de 70 Bob Joe e Linda Maria foram diretores artísticos do primeiro programa de rodeio na televisão brasileira “Os Grandes Rodeios” na TV Cultura dando continuidade na TV Bandeirantes com a direção e apresentação de Aldeni Faia. Excursionou por várias regiões do Brasil fazendo Shows em Feiras Agropecuárias, Rodeios, Festas de Prefeituras, Circos e eventos em geral, sempre com sucesso de público garantindo graças ao seu talento. Contudo Bob Joe sempre foi ousado e pronto para enfrentar novos desafios em sua carreira, principalmente quando aceitou o convite do seu amigo Beto Carrero para ser artista exclusivo onde atuou com brilhantismo nos últimos dez anos. Voltou ao estúdio em 2009 para atender ao pedido de participação especial no mais novo CD do amigo narrador de Rodeios Gleydson Rodrigues, que durante a gravação Bob Joe encantou todos os presentes no estúdio, apoiado por Manasses Fróis, Thoninho Mattos e João Resende, aceitou a idéia de gravar um CD, o repertório composto de 16 músicas na mais nova linguagem country nacional, e o requinte e letras de bom gosto, tudo isso somando a interpretação marcante de Bob Joe, nos dá certeza de que este será o melhor CD do seu estilo. - Tirado de: Recanto Caipira.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

LÉO CANHOTO E ROBERTINHO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Léo Canhoto e Robertinho foi uma dupla de cantores da música sertaneja brasileira formada por Leonildo Sachi e José Simão Alves em 1969 na cidade de Goiânia. Leonildo Sachi (Anhumas, 1936 - São Paulo, 25 de julho de 2020), mais conhecido como Léo Canhoto, foi um empresário, cantor e compositor. Nascido no interior de São Paulo, mas criado no Paraná, ganhou o apelido por inverter as cordas do violão para tocá-lo. Iniciou a carreira, cantando em picadeiros de circo. "Maurinho e Zé Canhoto" foi a sua primeira dupla, gravando o disco "Os Canarinhos do Sertão". Em 1969, uniu-se com José Simão Alves, formando a "Léo Canhoto e Robertinho". A partir da década de 1960, destacou-se como compositor, fornecendo músicas para duplas como: "Zilo e Zalo", "Pedro Bento e Zé da Estrada", "Zico e Zeca"; ou para trios, como "Luizinho, Limeira e Zezinho". Sua primeira música gravada como compositor, foi "Engano do Carteiro", no disco da dupla "Zico e Zéca". Também empresariou e produziu várias duplas, como "Sulino e Marrueiro" ou "Vieira e Vieirinha". Depois que a dupla de desfez pela segunda vez em 2017, Léo fez parceria com Dino Santos. Morreu em 25 de julho de 2020, aos 84 anos, em decorrência de uma sequências de paradas cardíacas. José Simão Alves (Água Limpa, 1944), mais conhecido como Robertinho, apelido ganho por ser fã incondicional de Roberto Carlos, é um cantor e compositor. Depois de tentar a vida como tintureiro, sapateiro e tratorista, iniciou a carreira artística em Buriti Alegre no trio "Jota, Jotinha e Marquinho". Depois de gravar um disco, o trio se desfez e em 1968, conheceu Leonildo Sachi com quem formaria a "Léo Canhoto e Robertinho", em 1969. A dupla, formada em 1969, foi pioneira na utilização de instrumentos eletrônicos, revolucionando a música sertaneja, quando eram só usadas a viola e violão. Em alguns dos seus shows, eram utilizados contrabaixos, teclados e guitarras, porém; como várias apresentações ocorriam em circos e a energia elétrica era deficitária nestes locais, shows com equipamentos eletrônicos eram raros no inicio de carreira. Também inovaram na aparência, usando óculos escuros, cabelos compridos e roupas extravagantes. Ainda em 1969, gravaram, pela RCA Victor, seu primeiro disco. Em 1972, se tornam a primeira dupla sertaneja a ganhar um disco de ouro, com o sucesso da música "Apartamento 37". Em 1975, lançam a música "O Presidente e o Lavrador". Esta composição agradou o então presidente do Brasil, Ernesto Geisel, que os condecorou com a medalha do "brasão da República". Em 1977, se arriscaram no cinema, protagonizando o filme Chumbo Quente, escrito por Léo Canhoto. Esta iniciativa, desencadeou alguns trabalhos na área, como a atuação do longa-metragem "Chumbo Quente" (1978), dirigido por Clery Cunha. Léo e Robertinho trabalharam como atores no filme e Léo ajudou a escrever os argumentos, além de lançarem um disco com as músicas do filme. Em 1979, a canção "Motorista de Caminhão", composta pela dupla, é escolhida para integrar a trilha sonora do seriado da TV Globo, Carga Pesada. Neste período, lançam vários sucesso, como "Segura a Peteca" (1979) ou parodiam a Jovem Guarda, como em "Meu Carango" (1976), uma alusão ao "O Calhambeque", presente no disco É Proibido Fumar, de Roberto Carlos. Outra música da dupla que ganha simpatia pelos presidentes militares é "Minha Pátria Amada" (1971). Tanto "O Presidente e o Lavrador" como "Minha Pátria Amada", são canções ufanistas e de apoio ao regime totalitária da época. Outra forma de ganhar fãs, são as músicas com diálogos e efeitos sonoros inspirados nos filmes spaghetti western das décadas de 1960 e 1970, como "Jack, o Matador" (1969), "Homem Mau" (1969), "Rock Bravo Chegou para Matar" (1970) ou "Buck Sarampo" (1971). Em 1983, a dupla se desfez. Após um breve período separados, quando Léo preferiu uma carreira solo, a dupla é refeita em 1989. No reinício deste período, ganham espaço com o novo sertanejo da década de 1990, fazendo participações em trabalhos de duplas como Chitãozinho e Xororó ou Milionário e José Rico e compondo músicas como "Vou Tomá um Pingão" ou "Último Julgamento" (ambas de 1997). Em 2017, Leonildo e José Simão terminam a dupla definitivamente, pois com a morte de Léo Canhoto, em 2020, não existe mais a possibilidade de retorno.

sábado, 25 de julho de 2020

MARTINHA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Martha Vieira Figueiredo Cunha, a Martinha (Belo Horizonte, 30 de junho de 1947 é uma cantora e compositora brasileira. Foi apelidada de "Queijinho de Minas" por Roberto Carlos. Destacou-se na Jovem Guarda participando de programas musicais e de entrevistas nas mais importantes emissoras de televisão. Seu grande sucesso foi Eu daria a minha vida, gravada em 1968, depois também gravada por Roberto Carlos, exemplo seguido por outros cantores. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1966 e feita no Brasil e no exterior, gravou 23 LP, que somaram três milhões de cópias vendidas. Alcançou grande êxito na América Latina com canções como "Hoy daria yo la vida", "Llueve", "Aquí", "Água Caliente", "Que Homem é Esse", "Secretos", Etc. Ganhou todos os prêmios possíveis no país, e muitos outros no exterior. Como compositora, conseguiu grande êxito, tanto com cantores da Jovem Guarda como com os sertanejos. Atualmente reside na cidade de São Paulo. Filha única, desde pequena cantarolava músicas que compunha. Aprendeu a tocar piano aos cinco anos de idade. Era filha de Dª Ruth, a famosa Candinha, que assinava a coluna "Mexericos da Candinha", na fase áurea da Revista do Rádio, editada pelo jornalista Anselmo Domingos desde 1948 até o final da década de 1960.

sábado, 18 de julho de 2020

TRIO LOS ANGELES

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Trio Los Angeles é um conjunto musical brasileiro, formado em São Paulo e um dos principais representantes da música brega com variações do pop e de música dançante. O Trio Los Angeles surgiu em 1982, quando o então manequim Marcio Mendes juntou-se à duas morenas de sua equipe, sua irmã Ana Maria e Cléo Ferreira, e formou o trio, à convite da gravadora RCA, junto com a coreógrafa e amiga Lourdes Rosa. No mesmo ano, começou a ganhar fama através do hit "Vamos Dançar Mambolê". O compacto rendeu ao grupo um disco de ouro e outro de platina. As principais características do trio eram as músicas caribenhas e o uso de elementos sensuais e oitentistas, como maiôs asas-delta, bustiês coloridos e danças sexy. Em 1984, alcançaram o sucesso no Brasil com a música "Transas e Caretas", tema de abertura da novela homônima da Rede Globo. Logo, o Trio Los Angeles se consolidou em uma atração principal dos programas dominicais. Porém, o trio quase encerrou suas atividades quando uma de suas integrantes, Cléo Ferreira, engravidou, em 1992. Márcio retornou ao mundo da moda e abriu um confecção de roupas e um curso de manequim. Mas seu sonho nunca deixou de existir. Logo após, contratou Regina, com quem gravou alguns CDs. Regina foi substituída por Ângela ainda no ano de 1992, e após isso, várias outras integrantes foram sendo incorporadas, sempre mantendo sua irmã, Ana Mendes. Parou novamente por mais um tempo, pois Ana estava com problemas de saúde. Retornou anos mais tarde, com uma nova formação: as morenas foram substituídas pelas loiras Madalena Ravesca e Adriana Alonso. Márcio ainda apresenta um programa voltado ao público da terceira idade no canal NGT (canal 48 UHF de São Paulo), denominado "O Melhor da Vida com Márcio Mendes" e segue em carreira solo.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

RIACHÃO E RIACHINHO

Vitório Cioffi (Riachão) nasceu em 1934; e Orlando Cioffi (Riachinho), nasceu em 1937, ambos na Fazenda Quincas Dias do fazendeiro Joaquim Dias, no município de Jimirim, no estado de Minas Gerais, lugarejo anteriormente conhecido como Machadinho, hoje em dia, Poço Fundo. Vitório e Orlando vieram de uma família de bastante riqueza musical e folclórica, com cinco irmãos cantadores: as duplas Riachão e Riachinho, Moreno e Moreninho (Pedro e João Cioffi) e também o Catireiro (Omero Cioffi) que, além de apresentar alguns programas regionais de TV, também integrou a dupla "Bate-Pé e Catireiro". Riachão e Riachinho gravaram o primeiro disco 78 rpm no ano de 1955, na gravadora Colúmbia, com as músicas "Despedida" e "Castigo de Santos Reis". No mesmo ano, a dupla gravou o segundo disco 78 rpm, também na Colúmbia, com a moda de viola "Boi Assombração" e o cururu "Índio Paulistano". Em 1956, gravaram o terceiro disco 78 rpm, também na Colúmbia, com o hino "Ave Maria" e a moda de viola "Mutirão do Italiano". No mesmo ano, a dupla gravou o quarto disco 78 rpm, também na Colúmbia, com a moda-catira "Cuiabano Araçá" e o cateretê "Catira da Ventania". Lançaram mais dois 78 rpm pela Colúmbia em 1957, com a toada "A Sanfoneira" e o cururu "Folião Conquistador", e no outro disco, a toada "A Vida do Aleijadinho" e a moda de viola "Namoro de Hoje". Após esses seis discos 78 rpm, a dupla, por motivos particulares, ficou algum tempo sem gravar, retornando ao disco em dezembro de 1963, com o lançamento do 78 rpm, pelo Selo Sertanejo, com o relançamento da moda de viola "Namoro de Hoje" e a valsinha "Mulher Honrada". Em agosto de 1964, gravaram também pelo Selo Sertanejo, o relançamento da moda de viola "Mutirão do Italiano" e o rasqueado "Meu Amor". A dupla Riachão e Riachinho gravou somente 16 músicas nesses oito discos 78 rpm. Fizeram sucesso também como compositores, com a congada "Treze de Maio" (Teddy Vieira, Riachão e Riachinho), que foi gravada pelos seus irmãos Moreno e Moreninho, em 1956. Outro grande destaque na composição é "A Marca da Ferradura" (Lourival dos Santos e Riachão), gravada por Tonico e Tinoco. Riachinho gravou no ano de 2004 o CD "Sonho Realizado" pela Chororó, com regravações de alguns sucessos de Riachão e Riachinho, como "Mutirão do Italiano" e "Meu Amor", além de clássicos da música caipira raiz, como "Chalana", "Destinos Iguais" e "Cabocla Tereza". Riachão também chegou a atuar como humorista no programa de TV que era apresentado pelo Catireiro. Atualmente, Riachão mora em Poços de Caldas/MG, onde fundou a "Orquestra Paisagem do Sertão" composta por 16 violeiros e da qual "Morena e Moreninho" também participaram em uma das apresentações que teve lugar no Coreto Central em Poços de Caldas. Riachinho faleceu recentemente. Dos cinco irmãos, permanece vivo e na estrada somente Riachão. Texto: Sandra Cristina Peripato - De: Recanto Caipira

sábado, 11 de julho de 2020

MODERN TALKING

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Modern Talking foi uma dupla alemã, composta pelos músicos Thomas Anders e Dieter Bohlen, tendo tido sucesso, principalmente nos anos 80. Foi o duo pop mais bem sucedido da Alemanha, e de uma certa maneira, moldou a história musical da década de 1980. Dentre suas canções mais populares, estão "You're My Heart, You're My Soul", "You Can Win If You Want", "Cheri, Cheri Lady", "Brother Louie", "Atlantis Is Calling (S.O.S. for Love)" e "Geronimo's Cadillac". Na maioria de suas canções, eram empregados cantores de fundo, que faziam principalmente os refrões e que contava com Rolf Köhler, Michael Scholz, Detlef Wiedeke e, inicialmente, Birger Corleis. Foi o grupo musical mais próspero na Alemanha por número de vendas. Suas composições eram cantadas em inglês. O grupo existiu de 1984 a 1987, e de 1998 a 2003. Até 2003 o grupo havia vendido mais de 120 milhões de discos, sendo que só na década de 1980, haviam vendido mais de 60 milhões de discos.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

SERGIO REIS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Sérgio Reis, nome artístico de Sergio Bavini (São Paulo, 23 de junho de 1940) é um cantor, compositor sertanejo, ator, apresentador televisivo e político brasileiro. Paulistano nascido no tradicional bairro de Santana, fez parte da Jovem Guarda na década de 1960, criando em 1967 a música "Coração de Papel". Gravou seu primeiro disco de música sertaneja com a música "Menino da Gaita", em 1972. Seguiu-se o sucesso de "Menino da Porteira", "Adeus Mariana", "Disco Voador", "Panela Velha", "Filho Adotivo", "Pinga ni Mim" e várias outras canções. Seu disco O Melhor de Sérgio Reis, lançado em 1981, vendeu mais de 1 milhão de cópias. O cantor optou por adotar o sobrenome de sua mãe, pois não achava o sobrenome de seu pai adequado para o ramo artístico. No ano de 2002, Sérgio Reis prestou uma homenagem a Roberto Carlos, com o CD intitulado Nossas Canções, onde interpretou músicas gravadas por Roberto Carlos, de autoria deste em parceria com Erasmo Carlos e de outros compositores. No ano de 2003, Sérgio Reis gravou seu primeiro DVD, intitulado Sérgio Reis e Filhos - Violas e Violeiros, e como o próprio título diz, teve seus filhos como músicos na apresentação. Em 2010, para comemorar os mais de 40 anos de parceira, Sérgio Reis e Renato Teixeira lançaram o álbum (CD e DVD) ao vivo Amizade Sincera, que reuniu clássicos da música sertaneja. Em 3 de março de 2012, o cantor caiu de uma altura de aproximadamente dois metros durante apresentação em show na cidade de Três Marias, em Minas Gerais, e permaneceu internado para exames mais detalhados. No dia 20 de novembro de 2014, o cantor recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Sertaneja pelo álbum Questão de Tempo. Em 2015, recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música sertaneja pelo CD/DVD Amizade Sincera II, em parceria com Renato Teixeira.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

BARRERITO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Élcio Neves Borges, mais conhecido como Barrerito (São Fidélis, 22 de outubro de 1942 – Belo Horizonte, 12 de agosto de 1998), foi um cantor brasileiro de música sertaneja, ganhou destaque por integrar a segunda formação do Trio Parada Dura. Cantor, violonista e violeiro, Élcio Neves Borges nasceu em São Fidélis, no estado do Rio de Janeiro, em 1942. Iniciou sua carreira nos anos 60, fazendo dupla com Flor da Índia, Baianito, Criolo e Creone, este último com quem formou o conjunto sertanejo Trio Parada Dura a partir de 1976, ao lado de Mangabinha. Em 6 de setembro de 1982, um acidente de avião na cidade de Espírito Santo do Pinhal, interior do estado de São Paulo, deixou Barrerito paraplégico. Seu irmão, Parrerito, assumiu o lugar no trio durante o período em que esteve ausente e, posteriormente, em 1987. Iniciou carreira solo como o "Cantor das Andorinhas", em 1987, quando gravou seu primeiro LP, chamado Onde Estão Os Meus Passos, pela Copacabana, com destaque para a faixa-título, em parceria com Carlos Randall e Nilza Carvalho. Barrerito gravou 9 LPs pelos selos Copacabana e RGE. Ganhou dezenove discos de ouro e oito de platina, sempre com a ajuda de Nilza Carvalho, com quem viveu maritalmente até 1990. Era o único artista que gravava um LP em apenas 24 horas, o que causava surpresa nos técnicos da gravadora.[2]Apesar de ser paraplégico, o cantor era muito vaidoso: usava anéis e colares de ouro, além de cortes de cabelo incomuns. Em 1991, chegou a ser preso por ter atirado para o alto, assustando um frentista, que riu de sua aparência.[3] No ano de 1998, Barrerito fundou o Trio Alto Astral, juntamente com Voninho e Creone, com quem voltou a formar uma dupla sertaneja. Chegaram a lançar um CD, intitulado Dor de Cotovelo, e a fazer aparições em alguns programas de TV, mas o trio não durou, pois Barrerito acabou falecendo neste mesmo ano, vítima de um infarto, aos 55 anos. Em 2017, a gravadora Águia Music lançou o CD intitulado Barrerito Eternamente um Ídolo, composto por músicas inéditas resgatadas de uma fita K7.

sábado, 20 de junho de 2020

TRIO ESPERANÇA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Trio Esperança é um conjunto vocal de doo-wop e soul formado no Rio de Janeiro em 1958 pelos irmãos Mário, Regina e Evinha. Estreou em 1961 no programa de calouros de Hélio Ricardo e em seguida passou a apresentar-se no programa de José Messias, na Rádio Mundial, do Rio de Janeiro, O sucesso foi atingido com o lançamento de Filme Triste (Sad Movie, versão de Romeu Nunes), incluído no LP "Nós Somos Sucesso" em 1963, ao lado da música, O Sapo (Jayme Silva e Neuza Teixeira). O trio apresentou-se no programa Jovem Guarda, da TV Record, de São Paulo, destacando-se com Meu Bem Lollipop (My Boy Lollypop, versão de Gerson Gonçalves), Festa do Bolinha (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), Gasparzinho (Renato Correia). Em 1968 a cantora Evinha deixou o grupo e passou a atuar sozinha, conseguindo o primeiro lugar, no "IV FIC", com a música, Cantiga por Luciana (Paulinho Tapajós e Edmundo Souto). Integrado por outra irmã, Marisa, o conjunto gravou o LP "Trio Esperança", em 1970, com Primavera (Cassiano e Rochael); "Trio Esperança", em 1971, com Na Hora do Almoço (Belchior); "Trio Esperança", em 1974, com Arrasta a Sandália (Roberto Correia e John Lemos); e "Trio Esperança", em 1975, com Marambaia (Henricão e Rubens Campos), todos na EMI-Odeon. Residindo na Europa, as irmãs Eva, Regina e Marisa continuam ativas.

sábado, 13 de junho de 2020

LENO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Gileno Osório Wanderley de Azevedo (Natal, 25 de abril de 1949), mais conhecido como Leno, é um cantor, compositor e guitarrista brasileiro. Começou sua carreira musical durante a Jovem Guarda. Após participação em bandas, foi descoberto por produtores da antiga CBS (atual Sony BMG) e formou com Lílian Knapp a dupla Leno e Lilian, que emplacou sucessos como "Pobre Menina" e "Devolva-me". Desentendimentos entre a dupla acarretaram em sua separação ainda no período da Jovem Guarda. Porém, antes, Leno já tinha lançado dois trabalhos solo em 1968 e 1969. Além disso, era fornecedor de músicas para diversos artistas da época, principalmente a banda carioca Renato e Seus Blue Caps. Em 1971, grava o primeiro disco gravado em 8 canais no Brasil, Vida e Obra de Johnny McCartney, que contou com a produção do até então desconhecido compositor baiano Raul Seixas e do cantor e compositor gaúcho Luís Vagner, além da colaboração do letrista Arnaldo Brandão. Porém, na época foi lançado apenas um compacto duplo com quatro canções do álbum, e o álbum completo viria a ser lançado apenas em 1995. Em 1972, reuniu-se com Lílian e retomaram a dupla, mas sem o brilho de outrora. Em 1976, lança Meu nome é Gileno, com músicas próprias (como a regravação de "Grilo City", do disco de 1971) e regravações como "Luar do Sertão" (do poeta Catulo da Paixão Cearense) e "Me deixe mudo", do compositor e músico experimentalista Walter Franco. Nos anos 80, ficou na ativa, lançando alguns discos. Nos anos 90, participou de uma série de homenagens feitas à Jovem Guarda, ao lado de outros grandes nomes do movimento como Jerry Adriani, Wanderléa e sua ex-parceira Lílian, com quem mantém relação amistosa até hoje. Atualmente, continua dedicado à música, tendo lançado um DVD comemorativo de seus anos de estrada.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

ANTÔNIO, ANTONINHO E DARCY

Wandir Wanderlei Stefanato (Antônio) nasceu em Bocaina, no interior do estado de São Paulo, em abril de 1938. José Antônio Stefanato (Antoninho) nasceu em São Paulo/SP, em setembro de 1941. Aos 7 anos de idade Wandir (Antônio) já cantava com seu irmão Marcelino, e encantava a todos os habitantes da cidade e redondezas; isso por volta de 1945; no mesmo ano mudaram-se para São Paulo; nessa época o mano mais novo, Antônio, já demonstrava seus pendores musicais. Apresentara-se em um programa de calouros-mirim no clube do bairro onde residiam, e ganhara o primeiro prêmio como cantor; chegou em casa todo satisfeito e mostrou ao maninho o valor do prêmio: Cr$ 5,00. José Antônio Stefanato (Antoninho), que por essa época já contava seus 7 anos, ficou todo cheio de inveja e pediu ao irmão que repartisse o dinheiro consigo, ao que respondeu Antônio, que se quisesse dinheiro, que fosse lá cantar lá também. Então decidiram ir juntos. De fato, no domingo seguinte, lá estavam eles, depois de haverem ensaiado a semana toda, e ao terminaram o número "Cortando Estradão", de autora de Anacleto Rosas Jr. Foi um verdadeiro delírio por parte do público. Com calorosa salva de palmas a platéia pedia "bis". Cantaram então a célebre toada "Chico Mineiro", grande sucesso gravado por Tonico e Tinoco, e arrebentaram o primeiro prêmio no valor de Cr$ 30,00. Nessa altura, o pai dos famosos garotos, Sr. Humberto Stefanato, começou a prever o futuro dos garotos e desde então iniciou a luta para lançá-los no rádio. Conseguiu inscrevê-los como concorrentes no veterano programa "Calouros na Roça" de Chico Carretel. Conquistaram o primeiro lugar, e foram muito aplaudidos, no dia 06 de novembro de 1949. Em 18 de dezembro voltaram pela segunda vez ao programa e ganharam novamente o primeiro lugar. Quando, pela terceira vez o Sr. Humberto foi fazer a inscrição dos filhos no mesmo programa, o diretor do mesmo (Chico Carretel), não os aceitou mais como calouros, pois ganhariam na certa. Tomaram parte no programa, mas sem concorrer aos prêmios, pois já eram considerados pelo público, artistas profissionais. Por esse tempo, já se apresentavam em quase todos os shows da dupla Tonico e Tinoco, e agradavam cada vez mais. Foi quando o Sr. Humberto conseguiu colocá-los no programa "Bandeirantes-Mirim" da Rádio Bandeirantes, animado pelo Sr. Dárcio Ferreira. Em abri de 1951, foram para a Rádio Difusora, para cantarem no programa "Club Papai Noel" de Homero Silva, onde permaneceram por mais de três anos. Em novembro de 1954, passaram a atuar na Rádio Nacional de São Paulo, no Programa "Alvorada Cabocla", de Nhô Zé, onde cantaram durante sete meses, tendo em junho de 1955, voltado para a Bandeirantes, desta feita para o Programa "Brasil Caboclo", de Capitão Barduíno. Lá cantaram durante um ano e meio, e depois, a convite do Comendador Biguá, foram tomar parte do Programa "Rancho do Biguá", que era transmitido pela Rádio Tupi de São Paulo. Veio, então, o Sr. Humberto a conhecer a jovem sanfoneira Darci, que se apresentava na Bandeirantes. Gostou do estilo da exímia instrumentista e convidou-a para participar de um trio que receberia o batismo definitivo de "Antônio, Antoninho e Darci". Logo, maiores oportunidades estariam reservadas para o trio. Vencido o contrato com a Tupi, voltaram para a PRH-9. Surgiu então, o primeiro convite para gravar discos, pela gravadora Chantecler, onde por indicação de Alberto Calçada, Palmeira, diretor artístico da etiqueta do galo estilizado, não teve dúvidas em realizar uma gravação com o trio. Na mesma época, procurava a Todamérica, com o setor sertanejo sob a direção de Cascatinha, valorizar mais o seu "cast" da especialidade. Mais um amigo se interessou por Antônio, Antoninho e Darci: o popular Paiozinho. Indicando-os como donos de grande futuro, fez com que Cascatinha reconhecesse o valor do trio e os levasse para a prestigiosa marca, onde gravaram os números "O Engraxate" e "Índio Guarani". - Tirado de: Recanto Caipira

quinta-feira, 28 de maio de 2020

ADEMIR E ADEMAR

Antônio de Lima (Ademir) nasceu na cidade de Bragança Paulista, no estado de São Paulo. Iniciou sua carreira artística aos quinze anos de idade. Autor de inúmeras páginas de sucesso, formou em 1961 o "Trio Bordô", pertencendo na ocasião ao cast sertanejo da Rádio Tupi. Após o trio ser desfeito, passou a apresentar na Rádio Cultura de Bragança Paulista o programa "Sertão Jovem". Depois, apoiado por Geraldo Meirelles e Athos Campos formou dupla com Niltinho (da dupla Tibagi e Niltinho), surgindo então a dupla "Ademir e Ademar". João Pereira de Campos (Ademar) nasceu em Mairiporã, no estado de São Paulo. Começou a cantar aos dez anos de idade. Foi integrante do trio Tibagi, Niltinho e Waldecy, participando da programação da Rádio Nacional. Em 1972 conheceu o Ademir, passando a cantar com seu novo parceiro, músicas românticas de sucesso. Em 1973 gravaram pela Chantecler seu primeiro LP. Em 1974 estiveram na cidade do México, onde venceram um festival de música popular. Em 1975 foram contratados pela Rádio Record de São Paulo para participarem do programa mais famoso da época, o "Linha Sertaneja Classe A", apresentando-se aos domingos às 20:45 hs. Gravaram um total de 06 LPs. Texto: Sandra Cristina Peripato _ Tirado de: Recanto Caipira

quarta-feira, 20 de maio de 2020

CHARANGA E CHARÁ

Antônio Garcia (Charanga) nasceu em São João da Boa Vista, no interior do estado de São Paulo, em 20 de outubro de 1920. Trabalhava na lavoura ou no campo, como peão. Cantava eventualmente com outros parceiros. Só em 1945 formou a dupla com Cafezá, quando o ficou conhecendo na cidade de Aguaí, antiga Cascavel. Passaram então, a cantar por todo interior de São Paulo e Minas Gerais. Em 1948, mercê de seu sucesso, a dupla apresentava na Rádio Cultura de Poços de Caldas o programa "Viajando Pelo Sertão", audição que se manteve no ar até 1950. Nos anos seguintes a dupla se desfez, voltando a se unir outra vez em 1956. Charanga, anteriormente, já havia atuado em São Paulo, na Rádio Nacional, com o nome de Serrano, aparecendo ao lado de Pinheiral, durante um ano. A dupla Charanga e Cafezá interpreta somente músicas de sua autoria. Participou da inauguração da Rádio Anhanguera de Goiás, no Programa de Morais César. Percorreram Paraná, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, etc. Atuavam normalmente em pavilhões, circos, teatros, etc. Em 1958 tinham um programa próprio na Rádio Cultura de Poços de Caldas, das 9 às 9h30, denominado "Viajando Pelo Sertão", mesmo título usado anteriormente. Charanga tocava violão e fazia a primeira voz na dupla. José Gomes da Silva (Cafezá), nasceu em Bragança Paulista, no estado de São Paulo, em 19 de março de 1923. Saiu de Bragança em 1939, vindo para São Paulo. Formava dupla com Sertãozinho e começou a cantar na Rádio São Paulo, no Programa "Despertador", de Chico Carretel. Desfez a dupla em 1943, passando a atuar ao lado de Serra Morena. Nesse mesmo ano concorreu ao famoso concurso da Rádio Difusora, do Programa do Capitão Furtado, "Arraial da Curva Torta", que revelou Tonico e Tinoco. Cafezá alcançou o segundo lugar. Durante a guerra fazia shows para a Cruz Vermelha, quando passando por Aguaí, ficou conhecendo Charanga, com o qual formou dupla dois anos depois, em 1945. Tocava viola e fazia a segunda voz na dupla. A dupla conquistou o primeiro lugar no concurso "Roda de Violeiros", em 14 de setembro de 1958, em Sorocaba/SP, certame disputado por 3.250 duplas. Gravaram o primeiro disco de 78 rpm em 1959 pela gravadora Continental, com as músicas "Morena Ingrata" e "Transformação da Vida". Gravaram um total de 3 discos de 78 rpm, e logo depois a dupla se desfez. Em 1961 Charanga forma nova dupla com Chará, com quem atuou por muitos anos. - Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 9 de maio de 2020

PEPEU GOMES

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Pedro Anibal de Oliveira Gomes (Salvador, 7 de fevereiro de 1952) mais conhecido como Pepeu Gomes, é um cantor, guitarrista e compositor brasileiro. Pepeu já foi considerado pela revista americana Guitar World de 1988 como um dos dez melhores guitarristas do mundo na categoria "world music". Pepeu foi casado com Baby Consuelo, com quem teve seis filhos, três das quais formaram o conjunto SNZ - Sarah Sheeva, Nana Shara e Zabelê. Nascido em 7 de fevereiro de 1952, Pepeu começou a ter contato com a música desde muito cedo, pois seu pai tocava em uma orquestra de bailes e sua mãe dava aulas de piano. Assim, cresceu ouvindo músicos como Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Pixinguinha e Canhoto da Paraíba. Aos 9 anos inventou o seu primeiro "instrumento": um cabo de vassoura (que costumava utilizar para brigar na rua), com um barbante amarrado nas extremidades. Mais tarde ganha um violão que aprende a tocar de ouvido. Aos 11 anos de idade Pepeu, interessado no estilo da Jovem Guarda, forma sua primeira banda na qual tocava contra-baixo, "Los Gatos". Com 17 anos Pepeu fugiu de casa e formou sua primeira banda profissional, chamada "Os Minos", que chegou a lançar um compacto simples mas que por todos os integrantes serem menores de idade, não progrediu. Passando a tocar guitarra, Pepeu Gomes entra para a banda Leif's fundada por Erickson leoni da Costa Nunes de nome artistIco " LEIF ERICKSON LICO", chegando a se apresentar em programas da TV local. Gilberto Gil, na época, assistiu uma destas apresentações na televisão e chamou Pepeu para participar do show de despedida do Brasil que faria com Caetano Veloso em Salvador (naquele momento Caetano e Gil partiam para o exílio político em Londres). Antes de viajar Gilberto Gil presenteou Pepeu com o disco Smash Hits de Jimi Hendrix (ainda desconhecido para Pepeu), que viria ser o artista que mais o influenciaria ao longo de sua carreira. Na década de 70, com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo formou o grupo "Novos Baianos", no qual tocava guitarra, compunha músicas e fazia os arranjos juntamente com Moraes...

sexta-feira, 8 de maio de 2020

BAMBICO

Domingos Miguel dos Santos (Bambico) nasceu em Taciba, no estado de São Paulo, no dia 22 de junho de 1944. Filho do Sr. Miguel José dos Santos e de D. Emília Angélica de Jesus. Bambico foi sem dúvida um verdadeiro artista nas artimanhas dos ponteios. Esse jovem violeiro foi de fundamental importância na criação do rítmo do pagode de viola. Na segunda metade dos anos 60, formou dupla com Bambuê, com quem gravou dois LPs, "Viola e Violão" e "É Fogo no Fogo". Em 1980, formou, com João Mulato, a dupla João Mulato e Douradinho, gravando os LPs "Saudade de um Amor Passado" e "Meu Reino Encantado". Tocou viola caipira em discos de Tião Carreiro, para quem criou introduções para diversos pagodes, e também em discos da dupla Jacó e Jacozinho. Em 1969, teve suas primeiras composições gravadas pela dupla Jacó e Jacozinho: "Doce de Coco" e "Chuva de Arroz", parcerias com Moacyr dos Santos. Em 1979, lançou o LP solo "Função de Violeiro", pela Chantecler. Como compositor, seu principal parceiro foi Moacyr dos Santos, tendo músicas gravadas por várias duplas. Faleceu em 31 de julho de 1982, com apenas 38 anos de idade. Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de: Recanto Caipira

quinta-feira, 7 de maio de 2020

DINO FRANCO

Osvaldo Franco (Dino Franco) nasceu em 08 de setembro de 1936, na cidade paulista de Paranapanema, mas foi registrado na vizinha Conceição do Monte Alegre. Filho de José Lázaro Franco e Maria das Dores Ramos Franco. É o terceiro dos doze filhos do casal. Trabalhou na roça colhendo algodão. Viveu em Rancharia e Paraguaçu Paulista, onde fez o Tiro de Guerra. Começou a compor no ano de 1951, e iniciou sua carreira artística em 1954, na Rádio Marconi, passando também pelos microfones da extinta Rádio Difusora de Rancharia. Iniciou sua carreira profissional em São Paulo, no ano de 1956. Formou a dupla Tibagi e Pirassununga e se apresentavam na Rádio Nacional que era a coqueluche da época e hoje é a Globo. Odilon Araújo, locutor oficial da rádio, foi quem os apresentou e os deu esse pseudônimo. Gravaram um disco 78 rotações pela RGE com o xote "Peão de Minas" e a rancheira "Falsos Carinhos". A dupla se desfez em 1959. Depois deixa de ser o Pirassununga para se tornar o Junqueira da nova dupla Juquinha e Junqueira, que durou cerca de três anos. Foram os primeiros a gravar pela RCA Canden, ainda em 78 rotações, músicas como "Três Mulheres", "Maldita Aliança" e "Mineiro Não Perde o Trem", que foi um grande sucesso. Em 1963 retorna com o antigo nome (Pirassununga) e faz dupla com Piratininga. Gravam para a CBS e posteriormente para a Continental. Essa dupla também foi desfeita, só que dessa vez, com a morte de seu novo companheiro. Como sempre, Dino Franco consegue outro parceiro: Belmonte. Pirassununga e Belmonte gravaram na Chantecler, acompanhados pelo sanfoneiro Zé Maringá. A parceria com Belmonte também se desfez. O poeta violeiro não desanimou. Dino Franco começou a viajar com duplas famosas da época, fazendo parte da companhia teatral, tais como Zico e Zéca, Liu e Léu, e Abel e Caim. O Brasil havia perdido uma de suas maiores estrelas, o Palmeira, da dupla Palmeira e Biá. Biá (Sebastião Alves da Cunha) nascido em Coromandel/MG em 26 de novembro de 1927, se ajusta com Dino Franco e os dois formam uma nova parceria. Esta união faz sair de cena novamente o Pirassununga e em seu lugar aparece então o nome Dino Franco na vida artística. Gravaram juntos 6 LP’s, mas, repetindo o mesmo caminho das anteriores, essa união, do mesmo modo, também se desfaz. Dino Franco se volta para a carreira solo. Como tal chegou a gravar um LP – “ Dino Franco e Seus Mariachi”, e tempos depois faz parte de um trio em que atuavam Miltinho Rodrigues e Orlando Ribeiro. O trio era chamado “Os Medalhões” e chegou a gravar um LP. Corre o tempo e Dino Franco torna-se produtor do “cast” da gravadora Chantecler, produzindo duplas famosas como Lourenço e Lourival, Abel e Caim, Liu e Léu, entre outras. Após tantas e tantas experiências, por volta de 1979, teve a felicidade de encontrar Mouraí (Luiz Carlos Ribeiro) nascido em Ibirarema/SP, em 19 de julho de 1946, com quem gravou um total de 17 discos. A dupla só veio apartar com a morte de Mouraí ocorrida em 17 de outubro de 2005. Depois da morte de Mouraí, Dino Franco ainda formou dupla com Fandangueiro, chegando a gravar alguns discos. Dino veio a falecer no dia 04 de abril de 2014, vítima de cirrose hepática. Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de: Recanto Caipira

quarta-feira, 6 de maio de 2020

BARNABÉ

José Ferreira de Melo, o Barnabé II, nasceu no dia 09 de dezembro de 1949 em Ribeirão do Pinhal, no estado do Paraná. Passou a infância na roça, depois a adolescência na pequena na pequena cidade, dedicando-se a várias atividades para ajudar a manter a família. José é o caçula e o irmão mais velho da família é João Ferreira de Melo, que já seguia a carreira artística como Barnabé, o humorista, cantando, tocando e contando piadas. João cantava, tocava violão e contava piadas. O forte dele eram as piadas. Um dia ele criou um personagem chamado Nhô Fugêncio e saiu da cidade onde morava pra viajar com um parque de diversões. Nessas andanças, ele conheceu a dupla Tonico e Tinoco que o levou pra São Paulo. Foi lá que surgiu o nome Barnabé. Em 1965 gravava seu primeiro LP, o qual fez logo muito sucesso. Seguiram-se mais três discos de intensa atividade de shows, viajando pelo Brasil. Contudo vitimado pela doença de chagas, Barnabé veio a falecer com apenas 36 anos, no dia 13 de setembro de 1968. Um ano depois de sua morte, o caçula José teve um sonho em que se via substituindo, com êxito, o irmão. Isso influiu bastante na sua decisão de deixar a cidade natal e vir para São Paulo tentar a vida artística. Inicialmente trabalhando numa farmácia, somente podia fazer shows no fim de semana, ao lado do cantor José Lopes. Através de uma apresentação furtuita no programa de Geraldo Meireles, na Rádio Nove de Julho, ele foi ouvido por Juanito que resolveu levá-lo à Gravadora Continental, onde, aliás, seu irmão havia feito os quatro LPs de sua curta carreira que continuavam fazendo sucesso. Surgiu assim, em 1970, seu primeiro LP, gravado ao vivo num espetáculo realizado em Franca, interior de São Paulo. Nascia, desta maneira o Barnabé II. Logo no ano seguinte, veio o segundo LP, e a partir de 1972, deixando outras atividades, ele passou a dedicar-se exclusivamente à carreira artística, viajando sozinho e apresentando--se em circos e praças. Em 1973, ainda pela Gravadora Continental, saiu o seu terceiro LP, agora apenas como Barnabé e, sucessivamente, o quarto, o quinto e o sexto, este denominado: Barnabé Especial. Barnabé também compõe e tem três livros de piadas publicados. Em 1976, em Campo Grande, participou do II Festival da Record. Barnabé tem o dom de fazer rir. Ele é quieto e sério, porém quando está diante do seu público, surge uma força que o transforma num caipira típico brasileiro: observador, debochado, alegre e cheio de sabedoria interiorana. Tirado de: Recanto Caipira

segunda-feira, 4 de maio de 2020

BRIGADEIRO E TOBIAS

Raimundo Moreira da Silva (Brigadeiro) nasceu em 29 de novembro de 1942, no estado do Ceará, e foi criado na cidade de Cândido Mota, no interior do estado de São Paulo. João Luiz de Souza (Tobias) nascido em 1935 na cidade de Muzambinho, no estado de Minas Gerais. Brigadeiro mudou-se para São Paulo em 1958, onde conheceu o Tobias, também recém-chegado na capital paulista. Tobias mudou-se para São Paulo por volta de 1956, onde formou dupla com vários parceiros, até que conheceu Brigadeiro em 1960, e formaram a dupla "Brigadeiro e Tobias", nome dado por Geraldo Meirelles e Zé Claudino, que na época eram diretores da UASP de São Paulo. Foram contratados exclusivos da Rádio Bandeirantes, no Programa "Brasil Caboclo". Em 1962 gravaram o primeiro disco de 78 rpm pela gravadora Philips com as músicas "Moreninha do Convento" e "Cantando Pra Você Me Ouvir". Em 1963 gravaram o primeiro LP intitulado "Amor Sertanejo" pela mesma gravadora indicados por Geraldo Meirelles e Zé Claudino. Em 1962 ganharam o prêmio de "Dupla Revelação de 1962". Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 2 de maio de 2020

NILTON CÉSAR

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nilton César (Ituiutaba, Minas Gerais, Brasil, 27 de junho de 1939) é um cantor brasileiro. Foi sucesso na década de 1970 com a música Férias na Índia, gravada em 1969, e que vendeu mais de 500 mil cópias e ganhou inúmeros discos de ouro e troféus à época. Apresentou-se nos principais palcos do país e participou de programas de televisão como o Programa Sílvio Santos e Jovem Guarda. Outros sucessos incluem A Namorada que Sonhei, Amor... Amor... Amor... , Felicidade, Espere um pouquinho mais e Amigo não. . Atualmente continua se apresentando no Brasil e, principalmente, no exterior.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

ZÉ TAPERA E CHIQUINHO

José Sonigo, o Zé Tapera, nasceu em Barretos, no interior do estado de São Paulo, em 19 de março de 1933. Desde pequeno sempre se dedicou a cantorias. Se apresentou em público pela primeira vez aos 15 anos, ao lado de seu irmão Anselmo, na cidade de Londrina, num parque de diversões, participando de um concurso para duplas. Venceram o concurso, e se entusiasmaram pela carreira. Em junho de 1951, Paiozinho esteve com seu circo em Londrina e tendo ouvido a dupla, insistiu em cantar um número com José. Paiozinho então o convidou para excursionar com a companhia, integrando uma dupla que recebeu o nome de Paiozinho e Zé Tapera. Correram todo o estado e em 1952 foram para São Paulo. Participaram do I Concurso de Violeiros da Rádio Record e venceram, ganhando como prêmio um contrato com a gravadora Copacabana. Em 1954, assinaram contrato com a Rádio Nacional onde atuaram até dezembro de 1955, quando a dupla se separou. Logo em seguida Zé Tapera formou dupla com um velho amigo, o Chiquinho, e já na semana seguinte estrearam no Programa "Beira da Tuia". Francisco Perez, o Chiquinho, nasceu em Botucatu, no interior do estado de São Paulo, em 05 de fevereiro de 1926. Irmão da mais famosa dupla sertaneja de todos os tempos, Tonico e Tinoco. Chiquinho na verdade não esperava ser artista. Tudo aconteceu por acaso, quando estava na Rádio Tupi, ainda no tempo do famoso "Arraial da Curva Torta", apresentado por Capitão Furtado, quando Tinoco chegou apressado minutos antes do programa entrar no ar, e chamou Chiquinho dizendo que ele iria cantar com ele, pois o Tonico havia adoecido e não pode comparecer. Ensaiaram um número e tudo saiu direitinho. Tonico viu-se obrigado a afastar por um tempo das atividades artísticas e Chiquinho o substituiu. Logo depois parou de cantar profissionalmente por seis anos, passando a cuidar apenas do trabalho de secretário de seus irmãos Tonico e Tinoco. Em 1955, Tonico e Tinoco acharam excelente a idéia que o Zé Tapera teve em formar dupla com Chiquinho. Foi aí então que surgiu a dupla Zé Tapera e Chiquinho. Começaram a atuar ao lado de Tonico e Tinoco, que foram seus grandes incentivadores. Gravaram seu primeiro disco de 78 rpm em 1957, pela Gravadora Todamérica, com as músicas "Artista de Circo" e "Coração Sem Dono". Depois passaram a gravar pela Continental. Gravaram um total de 6 discos de 78 rpm. Participavam dos famosos espetáculos da Companhia de Tonico e Tinoco, fazendo em suas peças a parte cômica. A dupla Zé Tapera e Chiquinho se desfez no início da década de 60. Zé Tapera seguiu sua carreira formando outras duplas, e Chiquinho mais uma vez substitui Tonico, que teve que se afastar da carreira artística durante três anos, pra se tratar dos pulmões em Campos de Jordão. Chiquinho o substituiu nos programas de rádio, nos shows e até mesmo nas gravações. Sempre teve participação marcante nos filmes de seus irmãos. Em 1970, em sociedade com o radialista Carlito Martins, montou um circo, onde por muitos anos trouxe alegria para o público amante da música sertaneja raiz, desfazendo-se dele em 1982. Chiquinho continuou trabalhando com seus irmãos Tonico e Tinoco, até que por problemas de visão, teve que parar de viajar, agravando assim sua saúde. Chiquinho faleceu em 30 de julho de 1996, vítima de infarto. Texto: Sandra Cristina Peripato _ Tirado de: Recanto Caipira

quinta-feira, 30 de abril de 2020

ZÉ VENÂNCIO E TIÃO MINEIRO

Vicente Venâncio (Zé Venâncio) nasceu em Tiros, no estado de Minas Gerais, em 10 de junho. Sua família transferiu-se para o estado de Goiás e fixou residência na cidade de Nazário. No final da década de 50 a família mudou-se para Anápolis, quando Vicente ainda era criança. Desde muito cedo o menino demonstrava tendências para cantar músicas sertanejas. Na década de 60 adotou o pseudônimo de Sereno, e formou dupla com Joventino de Jesus, residente na mesma cidade de Anápolis. Adotaram o nome artístico de "Sereno e Sereninho". Gravaram dois discos 78 rpm, sendo um pela gravadora Continental e outro, pela gravadora Califórnia. A dupla “Sereno e Sereninho” foi desfeita. Vicente abandonou o apelido de Sereno, e algum tempo depois usando o pseudônimo de "Zé Venâncio" formou dupla com Saulino. Em 1963 "Zé Venâncio e Saulino" gravaram um LP pela gravadora Califórnia. Zé Venâncio desde muito jovem acumulava às suas qualidades de cantador a de compositor da genuína música cabocla. Desfazendo a dupla com Saulino, transferiu-se para São Paulo, buscando novos horizontes para a sua arte, onde foi produtor, arranjador e proprietário de selo de gravação. Por motivos pessoais, em 1989 deixou a terra da garoa e voltou para Goiás, fixando residência em Goiânia, onde formou dupla com Tião Mineiro, em 2005. Sebastião Divino da Costa (Tião Mineiro) nasceu em Ituiutaba, no estado de Minas Gerais em 07 de janeiro de 1944. Sua família também se transferiu para Goiás quando o Sebastião era ainda muito jovem. Sebastião é dono de uma bonita primeira voz e formou algumas duplas em caráter amador, que acabaram dando em nada. Adotando o pseudônimo de "Tião Mineiro", chegou oficialmente ao disco, quando em 2002 gravou um CD ao lado do veterano violeiro "Jeromão". Surgia no cenário artístico goiano a dupla sertaneja "Jeromão e Tião Mineiro". Gravaram um CD com dezessete músicas. Jeromão e Tião Mineiro se separaram em 2003. Em 2005 Tião Mineiro formou dupla com Zé Venâncio. Essa dupla esbanja categoria cantando a nossa autêntica música sertaneja raiz e sertaneja romântica. Tião Mineiro possui uma excelente primeira voz e o Zé Venâncio uma segunda voz que é de se tirar o chapéu. A dupla se desfez com o falecimento do Tião Mineiro, ocorrido em 26 de agosto de 2015. Zé Venâncio formou novamente dupla com Saulino, e estão com um trabalho novo. Texto: Sandra Cristina Peripato - Tirado de:Recanto Caipira

domingo, 26 de abril de 2020

TUTA E TOTA

Filhos de Augusto Guerra (italiano) e Maria Arca (espanhola), os irmãos Oziel Guerra (Tuta), nascido em 29 de novembro de 1930, e Gérson Guerra (Tota), nascido em 02 de novembro de 1937, ambos na cidade de Itaí, próximo à Avaré, no interior do estado de São Paulo, onde passaram seus tempos de criança. Ainda jovens, Oziel e Gérson trocaram sua Avaré natal pela capital paulista onde, no início da década de 50, iniciaram a carreira artística na Rádio Nacional (hoje Rádio Globo), no programa "Alvorada Cabocla", que era apresentado por José de Moura Barbosa, mais conhecido como Nhô Zé, todas as quintas-feiras, cantando da mesma forma como já faziam nos sítios e fazendas onde moraram. Até que em 1956, atendendo ao convite do Comendador Biguá, trocaram a Rádio Nacional pela Rádio Bandeirantes, onde passaram a participar do programa "Brasil Caboclo", que era apresentado pelo Comendador Biguá e também pelo Capitão Barduíno. E, em paralelo, Tuta e Tota também trabalharam durante um ano ao lado do humorista Saracura na Rádio Tupi e também durante um ano na Rádio Record. Em 1960 Tuta e Tota, juntamente como o saudoso Nascim Filho, passaram a produzir e apresentar na Rádio Bandeirantes o programa "Bom Dia Sertão" que ia ao ar todos os domingos, permanecendo no ar até 1995. Em 1961, Tuta e Tota gravaram seu primeiro disco de 78 rpm pela gravadora Chantecler, com as músicas "Falso Juramento" e "O Preço da Mentira”, as quais são consideradas até hoje como sendo os maiores sucessos da dupla, e bastante solicitadas em programas de rádio e apresentações. Em 1968, gravaram ainda um compacto simples com "A Força do Amor" (Nascim Filho e Cláudio Durante), música essa que foi vetada pela censura da época... (composição musical que falava apenas de amor...). Tuta e Tota gravaram ao longo de sua carreira 1 disco 78 rpm, 3 LP's, 1 compacto simples e 1 CD. Tuta têm bastante destaque como compositor, com mais de 300 músicas gravadas por vários intérpretes como Tonico e Tinoco, Leôncio e Leonel, Zico e Zéca, Liu e Léu, Abel e Caim, Pedro Bento e Zé da Estrada, Lourenço e Lourival, Vadico e Vidoco, Zilo e Zalo e Mário e Marin, entre outros. Tuta e Tota viajaram por esse imenso Brasil em memoráveis apresentações, incluindo também diversos circos, por onde ajudaram a construir a história da genuína música caipira. A dupla se desfez com o falecimento de Tuta ocorrido em 17 de maio de 2017, aos 86 anos de idade. Texto: Sandra Cristina Peripato Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 25 de abril de 2020

PAULO RICARDO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Paulo Ricardo Oliveira Nery de Medeiros, (Rio de Janeiro, 23 de setembro de 1962) é um cantor, baixista, ator e compositor brasileiro. Paulo Ricardo Oliveira Nery de Medeiros, cantor, compositor, intérprete, baixista, guitarrista, jornalista e ator, brasileiro. Nasceu no Rio de Janeiro no dia 23 de setembro de 1962, no bairro da Urca. A relação com a música começou cedo. Na infância ouvia de Toquinho, Vinícius e Maria Creuza a Nat King Cole e as coletâneas das famosas Big Bands. Depois de morar no Rio de Janeiro, Brasília e Florianópolis, montou sua primeira banda em 1978, em São Paulo, com o amigo Ismael. Cursou Jornalismo na ECA da USP e após conhecer o tecladista Luiz Schiavon, formou uma nova banda, Aura, sem resultados expressivos. Em 1982 foi para Londres onde escrevia a coluna “Via aérea” sobre música europeia para a revista “SomTrês” e teve contato com as cenas tecnopop, new wave e o pós-punk, além dos expoentes do pop/rock britânico. As constantes correspondências com Luiz Schiavon, no Brasil, mantinham a amizade/parceria iniciada em 1978. Após seis meses voltou para o Brasil e com Schiavon montou a banda RPM juntamente com o guitarrista Fernando Deluqui e o baterista Moreno Junior, substituído em seguida por Paulo P. A. Pagni. O RPM começou a se apresentar em várias casas noturnas paulistanas e chamou atenção das gravadoras. Fechou um contrato inédito para cinco álbuns com a CBS. O disco Revoluções por Minuto, foi gravado nos estúdios Transamérica em São Paulo, entre 1984 e 1985, com produção de Luiz Carlos Maluly. O disco vendeu mais de 600 mil cópias. Em 1986 lançaram o álbum ao vivo Rádio Pirata ao Vivo, o qual foi dirigido por Ney Matogrosso, e que vendeu mais de 2,7 milhões de cópias por todo o país.[2] Em 1988 lançaram o álbum RPM (conhecido como Quatro Coiotes), que embora tenha vendido mais 200 mil cópias, não evitou que a banda acabasse no ano seguinte. Com o fim do RPM, Paulo Ricardo decide seguir em carreira solo. O primeiro trabalho foi produzido e arranjado por ele, juntamente com Fernando Deluqui e Guilherme Canaes. Lançado em 1989 intitulado “Paulo Ricardo”, trazia os hits “A um Passo da Eternidade” e “A Fina Poeira do Ar” com participação de Rita Lee. Em 1991 é lançado seu segundo álbum, “Psico Trópico” produzido por Liminha, onde o rock continuava pulsando. Em 1993, o trabalho seguinte teve o nome do RPM – “Paulo Ricardo & RPM”. Produzido por Mayrton Bahia e coproduzido por Guilherme Canaes, contava com Marco da Costa na bateria e Franco Jr nos teclados. Na guitarra estava novamente Fernando Deluqui que participou do álbum e na composição das canções. Destaque para “Ninfa”, música em parceria com Paulo P.A. Pagni. Em 1996, lançou o trabalho “Rock Popular Brasileiro”, onde fez uma releitura de vários clássicos do rock e do pop nacional. A participação de Renato Russo em “A Cruz e a Espada” se tornou um hit, 10 anos após seu lançamento com o RPM. A partir daí a carreira de Paulo Ricardo começou à trilhar o caminho do pop-romântico, mostrando a influência que Roberto Carlos sempre teve em sua adolescência. “O Amor me Escolheu” de 1997, mostra esta tendência e Paulo Ricardo gravou sucessos de Djavan, Jorge Ben, Fagner e apresentou o hit “Dois” em parceria com Michael Sullivan, incluída na trilha sonora da novela “Corpo Dourado” da Rede Globo, em 1998. “Dois” foi eleita a música mais tocada no Brasil naquele ano. A canção “Tudo por nada” - versão em português para “My heart can´t tell you no”, gravada por Rod Stewart em 1988 - foi o tema de abertura da novela “Pérola Negra” do SBT em 1998. Com “Amor de verdade” de 1999, Paulo Ricardo, expôs todo seu lado romântico e fez uma homenagem à Roberto Carlos. O trabalho é permeado por regravações do Rei e com destaque para a inédita "Como se fosse a primeira vez", parceria com Michael Sullivan, onde os compositores utilizaram títulos de músicas de Roberto Carlos para compor a canção. Já a música “Sonho Lindo” foi abertura da novela “A Usurpadora” do SBT em 1999. O álbum “Paulo Ricardo”, marcado novamente pelo conteúdo romântico, foi lançado pela Universal no ano 2000 e trouxe 13 canções, das quais 11 foram compostas com o parceiro Michael Sullivan. Em 2001, Paulo Ricardo regravou “Imagine”, música de John Lennon, que foi tema da novela “Estrela-Guia” da Rede Globo. A regravação e a versão em português foi autorizada pessoalmente à Paulo Ricardo por Yoko Ono, viúva do ex-Beatle. Ainda em 2001, Paulo Ricardo voltou a trabalhar com os parceiros do RPM e lançou o single "Vida Real", que é tema de abertura do programa Big Brother Brasil da Rede Globo. No final do mesmo ano teve início o trabalho com a MTV para lançamento de um especial do RPM com CD e DVD. O álbum "MTV RPM 2002", foi gravado ao vivo no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, nos dias 26 e 27 de março 2002. O trabalho vendeu mais de 300 mil cópias do CD e 50 mil cópias do DVD. O ano de 2002 foi repleto de realizações. A Dreamworks convidou Paulo Ricardo para fazer a trilha sonora da versão brasileira do filme Spirit - O Corcél Indomável, que teve a versão original em inglês gravada pelo cantor Bryan Adams. Com este trabalho, gravado em São Paulo pelo velho companheiro Guilherme Canaes, Paulo Ricardo recebeu o prêmio da DreamWorks por melhor performance vocal internacional na tradução de Spirit. Em novembro, do mesmo ano, Paulo Ricardo iniciou sua participação, como ator, na novela “Esperança” da Rede Globo, no papel de Samuel, par romântico de Camille, interpretada por Ana Paula Arósio. Além disso, compôs e interpretou com o RPM a música “Onde está meu amor?”, música tema da personagem de Nina, interpretada por Maria Fernanda Cândido. Curiosamente, Samuel também é o nome do fundador do mais antigo fã-clube em atividade do cantor (e do RPM), Os Sobreviventes. Em 2003, após divergências entre os integrantes, o RPM novamente é desfeito. Paulo Ricardo retomou o trabalho como cantor e iniciou um novo projeto: o grupo PR.5. A banda foi formada pelo próprio Paulo Ricardo, Paulo P.A. Pagni ex-RPM, Jax Molina, Juninho, Paulinho Pessoa e Yann Lao ex- Metrô. Em 2004 foi lançado o trabalho “Zum Zum”. Em 2005, com a banda PR.5, lançou o CD e DVD Acoustic Live, onde interpretou sucessos internacionais de bandas e cantores que tiveram alguma influência na fase inicial de sua formação musical. Neste trabalho, destaca-se as interpretações de “Beautiful Girls” do INXS, "Tonight's the Night (Gonna Be Alright)" de Rod Stewart, "Wicked Game" do Chris Isaak, "Is this love" de Bob Marley", “Your Song” de Elton John, entre outros. Traz ainda a participação especial de Toquinho em "Quiet nights of quiet stars" (Corcovado), fazendo uma parceira pouco vista entre um cantor da MPB e um astro do BRock. Esse disco, revela o cantor, nasceu de um pedido feito naquele mesmo ano pelo fã-clube de Alagoas, Os Sobreviventes. Mesmo passado dez anos do lançamento o artista continua fazendo shows solo com esse formato "acoustic live" concomitante com os shows do RPM e o também seu "Paulo Ricardo Elétrico". Em novembro de 2006, Paulo Ricardo lançou o CD “Prisma”, nome de sua primeira banda. O novo trabalho apresentou canções inéditas de sua autoria e de vários parceiros. O CD também marcou a volta da parceria com Luiz Schiavon na canção “O dia D, a Hora H”. O trabalho é indicado em 2007 ao Prêmio Grammy Latino, na categoria melhor álbum pop contemporâneo. Em dezembro de 2007 é lançado o livro “Revelações Por Minuto”, contando a história do RPM de autoria de Marcelo Leite de Moraes com fotos de Rui Mendes. O tão esperado BOX comemorativo dos 25 anos do RPM é lançado em julho de 2008, contendo os três CDs da banda, um CD de raridades e um DVD com o show “Rádio Pirata” de 1986 no Anhembi em São Paulo e gravações de programas como Chacrinha, Mixto Quente e Globo Repórter. Em 2010, a Rede Globo produziu o especial “Por Toda a minha Vida” sobre o RPM. O programa apresentou a trajetória da banda do início até o fim em 1989. Com depoimentos dos próprios músicos e de pessoas ligadas à história da banda, o programa foi um estopim para um novo retorno. No início de 2011 Paulo Ricardo e Luiz Schiavon já estavam compondo novas canções e ensaiando com Fernando Deluqui e Paulo P.A. Pagni. O show que marcou o retorno foi no encerramento da Virada Cultural em São Paulo, no dia 17 de abril de 2011. O lançamento oficial da nova turnê da banda foi no dia 20 de maio do mesmo ano, no Credicard Hall, em São Paulo, apresentando as novas canções e os clássicos dos anos 80. Já o lançamento do álbum “Elektra” foi no dia 18 de novembro de 2011, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro. O novo trabalho, traz um CD duplo com 12 canções inéditas, com destaque para “Dois Olhos Verdes”, “Muito Tudo”, “Ela é Demais (Pra mim)” e a regravação de “Ninfa”. O CD 2, é composto por sete, das doze canções inéditas, remixadas pelo DJ Joe K. O álbum "Elektra" foi indicado ao Grammy Latino de 2012. Carreira como ator Interpretou o personagem Samuel na telenovela Esperança, exibida pela Rede Globo de 2002 à 2003. Sua participação na novela rendeu à emissora 43 pontos de pico. 2013 fez o personagem Rico na série Surtadas na Yoga do canal GNT. 2014 fez uma participação no filme Apneia, onde foi dirigido por Mauricio Eça. 2017 fez uma participação na novela Rock Story, onde foi dirigido por Dennis Carvalho.

terça-feira, 21 de abril de 2020

BORANDI E JAGUARÃO

Cláudio José da Silva (Borandi) nasceu na cidade de Votuporanga, no estado de São Paulo, e João Lourenço (Jaguarão) nasceu na cidade de Promissão, também no estado de São Paulo. Durante algum tempo, cantaram apenas pelo prazer de harmonizarem as vozes, interpretando as mais belas páginas da música sertaneja. Até que um dia, ouvidos pelo conhecido compositor e humorista Goiani, em abril de 1956, a dupla, bem ensaiada e com bom repertório, estreiava na Rádio São Paulo, no programa de "Zé Matraca". A partir de então, suas atuações em vários prefixos foram se tornando mais freqüentes. Aos poucos, começaram a surgir os convites para atuações no interior. Repetidamente eram também convocados a participar de shows circenses. Uma certa vez, quando se apresentavam no Circo "Sant'Ana", do conhecido cômico Penacho, foram convidados a participar do famoso Programa "Alvorada Cabocla" da Rádio Nacional. Gravaram seu primeiro disco de 78 rpm no ano de 1959, pela Todamérica, com as músicas "Louvação a São Gonçalo" e "A Saudade Vai no Peito". A dupla teve curta duração, gravaram apenas 06 discos de 78 rpm. Jaguarão formou dupla com Goianinho, gravando apenas um disco de 78 rpm pela Philips, com as músicas "Não Bebo Mais" e "Unidos Seremos". Em 1964, Jaguarão formou dupla com Manuel Pereira (Manoelzinho), com quem gravou um disco de 78 rpm pela gravadora Chantecler, com as músicas "Linda Moreninha" e "Duelo de Amor". A dupla também teve curta duração, e logo se desfez. Manoelzinho era casado com Teresa da Costa Pereira, irmã das duplas Zico e Zeca, e Liu e Léu. Manoelzinho trabalhou com a dupla Liu e Léu na gravadora Tocantins, onde também gravou um LP com a sua dupla "Manoelzinho e Maciel", no ano de 1983, intitulado "Entardecer da Vida". Manoelzinho faleceu em São Paulo/SP, em 24 de janeiro de 2017. Texto: Sandra Cristina Peripato Tirado de: Recanto Caipira

segunda-feira, 20 de abril de 2020

AS GAIVOTAS

Wera Liz nasceu na cidade alemã de Dibgeost. Com poucos meses de idade veio com a família para o Brasil, onde viveu sua primeira infância em Campo Limpo, no estado de São Paulo. Enquanto aprendia português, ia cantando músicas de Tonico e Tinoco. Aos nove anos de idade já participava de uma peça teatral interpretando o papel do garotinho que, sentado no colo de Tonico, representava o "Inocente Condenado". Naquele dia o filho de Tinoco estava doente e ela foi convidada para substituí-lo. A partir de então a loirinha de olhos azuis motivou-se pela música sertaneja, e com apenas onze anos de idade começava a cantar na Rádio Cacique de São Caetano do Sul, ao lado da amiga Ilzinha. Dois anos mais tarde, adotou o nome artístico de Ivete, formando a dupla Ivete e Ivone com o apoio de Orlandinho da Sanfona. O duo costumava se apresentar cantando "Moreno do Paraguai" e "Orgulhoso", sucessos das Irmãs Galvão. Alguns anos mais tarde Wera Liz afastou-se da carreira. Casou-se, teve um casal de filhos (Soraia e Wellington), e quando tudo parecia estar acomodado e sua vida, apareceu Orlandinho sugerindo que ela formasse um duo com Serrana, pois achava que suas vozes se combinariam. Serrana já havia tido boa experiência com a música sertaneja e, como Wera, estava afastada do meio artístico. Maria José Gil (Serrana) nasceu na cidade de Monte Alto, no interior do estado de São Paulo. Passou sua adolescência em Dracena. Aos dezesseis anos de idade veio com o irmão para São Paulo com a firme vontade de assistir o programa do Biguá, na Rádio Bandeirantes. Nos bastidores da emissora conheceu uma moça que também gostava de cantar e as duas resolveram formar a dupla "Chiquita e Chinita". Logo o duo gravaria seu primeiro 78 rpm pela gravadora Mocambo, que incluía as músicas "Cavalo Pampa" e "Parabéns Meu Amor". Quatro anos mais tarde, Chinita converteu-se à Igreja Batista e resolveu cantar apenas músicas religiosas. Serrana, a Chiquita, permaneceu sozinha até que conheceu Serraninha, com quem formou nova dupla e gravou uma faixa do LP "Terra Sempre Terra", da Rádio Piratininga. Também esta dupla não teria longa duração e Serrana partiu então para o terceiro duo de sua carreira: "Serrana e Serranita", que permaneceram juntas oito anos, gravando um disco pela Phillips e apresentando-se em todo o Brasil. Certo dia, trabalhando em uma empresa na cidade de Osasco, recebeu um telefonema de Orlandinho da Sanfona, propondo-lhe o retorno à vida artística. O antigo amigo estava pensando em Serrana e Wera, e já tinha idéia até do nome para a dupla: "As Gaivotas". A sugestão de Orlandinho deu certo. Logo "As Gaivotas" passavam a cantar em programas na Rádio ABC de Santo André. Três anos depois procuraram Nalva Aguiar que as apresentou à produtora da recém-criada Rodeio, selo sertanejo da WEA. Contratadas, "As Gaivotas" lançariam pouco depois o primeiro LP, que contou com a produção da própria Nalva Aguiar e obteve destaque com as faixas "Goianinho Lindo" e "Boiadeiro de Minas". O segundo LP da dupla, veio confirmar uma das mais promissoras e autênticas duplas femininas da música sertaneja. Gravaram um total de 04 LPs. Texto: Sandra Cristina Peripato Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 18 de abril de 2020

OS INCRÍVEIS ( BANDA )

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Os Incríveis foi uma banda musical brasileira de rock and roll dos anos 60 e 70, formada em São Paulo por Domingos Orlando, o "Mingo", Waldemar Mozena, o "Risonho", Antônio Rosas Sanches, o "Manito", Luiz Franco Thomaz, o "Netinho" e Lídio Benvenutti Júnior, o "Nenê". Inicialmente, a banda chamava-se The Clevers e, em seus shows, tocavam principalmente twist, estilo em moda no início da década de 1960. O sucesso veio durante o período da Jovem Guarda, o grupo alterou o nome após romper com o empresário Antonio Aguilar, que era o dono da marca The Clevers, com a mudança de nome e canções populares como "Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones", esta musica é uma versão brasileira da música italiana C’e come um regazzo me amava Beatles e Rolling Stones, de Gianni Morandi."O Milionário" e "Eu Te Amo, Meu Brasil, sendo esta última uma canção de exaltação ufanista da pátria brasileira, muito utilizada durante o governo militar do general Médici. Ao longo dos anos de 1970, ex-integrantes dos Incríveis formariam outras importantes bandas do rock brasileiro, Netinho montou a banda Casa das Máquinas e Manito juntamente com Pedro Baldanza e Pedro Pereira da Silva formaram o famoso grupo progressivo Som Nosso de Cada Dia. Entre 2001 e 2005 o grupo voltou a se reunir em algumas ocasiões. Em 2005, "Os Incríveis" foi uma das bandas escolhidas para serem homenageadas no álbum "Um barzinho, um violão", onde foram regravadas músicas de bandas de grande sucesso das décadas de 1960 e 1970. Foi escolhida a música "O Vagabundo", interpretada pela banda Engenheiros do Hawaii. Domingos Orlando, "Mingo" - (voz e guitarra). Falecido em 15 de junho de 1995, aos 52 anos. Waldemar Mozena, "Risonho" - (guitarra) Falecido em 05 de agosto de 2019 aos 75 anos Antônio Rosas Sanches, "Manito" - (teclados, vocal e sax). Falecido em 9 de setembro de 2011, aos 68 anos. Luiz Franco Thomaz, "Netinho" - (bateria) Lídio Benvenutti Júnior, "Nenê" - (baixo). Falecido em 30 de janeiro de 2013, aos 65 anos.

terça-feira, 14 de abril de 2020

AS PANTANEIRAS

Simone Sperança nasceu em Guarulhos, no estado de São Paulo, no dia 29 de junho, e aos 12 anos iniciou carreira artística junto com a mãe, formando a dupla Simone e Silmara. Com 16 anos, gravou o projeto cultural “Cozinha Caipira de Célia e Celma” cantando a música “O Poder da Viola”, autoria de Moacir dos Santos e Tião do Carro. A parceria artística com a mãe durou 7 anos e depois Simone seguiu novos rumos e formou dupla com Pardinho Filho, com quem gravou o primeiro CD reunindo sucessos como “Pedra 90” composição de José Vitor e “Acabou” de sua própria autoria. Foram 5 anos de muito trabalho, crescimento e amadurecimento musical. Formou-se em fonoaudiologia e por meio desta profissão foi contratada para trabalhar com a Orquestra Feminina e nessa orquestra conheceu a nova parceira, ou melhor, a “Pantaneira” Miriam. Miriam Boeira nasceu em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, no dia 23 de maio. A paixão pela música raiz também vem de infância e aos 26 anos começou a fazer aulas de viola, tendo como primeiro professor o músico Sérgio Pena. Formou-se em Administração de Empresas, mas a paixão pela música prevaleceu e, certa de que seguiria carreira artística, desde 2006 vem se aperfeiçoando com intensa dedicação às aulas. Fez a primeira voz em algumas músicas na Orquestra Feminina e foi em uma das participações entre uma apresentação, que sua voz chamou a atenção da cantora e compositora Simone Sperança que logo a convidou para cantarem juntas. E, assim, nasceu a dupla “As Pantaneiras”, aliás, primeira parceria de Miriam na carreira artística e como segunda voz. Permaneceram juntas por seis anos, com dois CDs gravados. Tirado de: Recanto Caipira

ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...