sábado, 28 de julho de 2018

JP STUDIO

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PARDINHO E PARDAL

Antonio Henrique de Lima, o Pardinho, nasceu em São Carlos, no interior do estado de São Paulo, em 14 de agosto de 1932. Com 14 anos, nessa mesma cidade passou o circo "Rapa-Rapa", com quem foi embora como ajudante de montagem do espetáculo, e a noite, o dono do circo permitia que ele cantasse algumas modas. Começou cantando com o nome de Miranda. No ano de 1956 se uniu a Zé Carreiro para concorrer em um torneio de violeiros, organizado pela Rádio Tupi. A dupla venceu o festival com o cururu "Canoeiro" e recebeu um convite do compositor e diretor do setor sertanejo Teddy Vieira para gravar um LP pela Colúmbia. A partir daí, Antonio Henrique adotou o pseudônimo de Pardinho e começou a criar seus próprios sucessos. Antônio Henrique virou "Pardinho", dono de uma primeira voz inconfundível começou a trabalhar seu próprio repertório. Lançou em disco os sucessos "Facão do Cristiano" (Dito Mineiro e Zé Carreiro) e "Boiadeiro Feliz" (Zé Carreiro e Pardinho), mas nem mesmo isso foi suficiente para manter a dupla. Zé Carreiro voltou com o antigo parceiro e Teddy Vieira se incumbiu de encontrar alguém para substituí-lo. Foi aí que surgiu, no ano de 1954, a oportunidade de Zé Mineiro, ou melhor, José Dias Nunes ser transformado em Tião Carreiro, e ao lado de Pardinho formar uma das mais autênticas e lendárias duplas de todos os tempos, apesar dos encontros e desencontros e das idas e vindas. Em 1959, na cidade de Maringá-PR, a dupla foi responsável pelo surgimento de um novo ritmo na história da música sertaneja. Tião Carreiro criou um ponteado diferente com a viola e Pardinho ao violão fazendo contra-tempo, que mostrado a Teddy Vieira foi dado o nome de "Pagode", uma mistura do recorte do catira (lento) com o recortado mineiro (mais expressivo). Gonçalo Gonçalves, o Gonçalo ou o Pardal, nasceu em Porto Feliz, no interior do estado de São Paulo, em 20 de março de 1937. Gonçalo teve vários parceiros. Com João Valente cantou por dez anos, de 1964 a 1974. Os dois gravaram um LP em 1971, com o nome ‘Os Reis do Bate Fundo’, ritmo musical desenvolvidos pelos dois mesmos. No total foram gravados 4 LPs. Pardinho formou dupla com Pardal (Gonçalo) em 1978, com quem fez enorme sucesso com a trilogia o "Menino de Tábua", que bateu recordes de vendagem. A dupla Pardinho e Pardal retratou a lenda de Antonio Marcelino - o Menino da Tábua, em forma de canção, o que acabou ajudando a popularizar a lenda até mesmo fora do Brasil. A dupla conseguiu transformar a cidade de Maracaí, um lugarejo de 10 mil pessoas, no interior de São Paulo num ponto de romeiros. É que em função da músicas “O Menino de Tábua”, “Os Milagres do Menino de Tábua” e “Capela do Menino de Tábua”, milhares de fiéis passaram a procurar a cidadezinha nos fim de semana em busca do menino milagroso. Mas, apesar deste relativo sucesso, Pardinho resolveu recomeçar ao lado do velho parceiro Tião Carreiro, em 1982. Pardinho e Pardal gravaram juntos seis LPs. Pardal faleceu em 10 de fevereiro de 1983, e Pardinho em 01 de junho de 2001. Pardinho e Pardal-(O Dia da Caça)-PAGODE CAIPIRA. DE: RECANTO CAIPIRA Texto: Sandra Cristina Peripato Fonte: www.letras.com.br

TRIO PARADA DURA

Carlos Alberto Ribeiro, o Mangabinha, nasceu na cidade de Corinto, no estado de Minas Gerais, em 16 de março de 1942, e faleceu em 23 de abril de 2015. Foi bóia-fria no interior mineiro e, com apenas 8 anos de idade, começou a tocar a sanfona de oito baixos, apresentando-se em festas e forrós da região. Em 1970, trocou sua terra natal pela capital mineira e, em Belo Horizonte formou um trio com Gino e Geno, que chegou a lançar um LP. Foi no ano de 1973 que Mangabinha trocou a capital mineira pela capital paulista, onde atuou na Rádio Nove de Julho, ocasião na qual aconteceu a primeira formação do Trio Parada Dura, com Delmir e Delmon. Com Mangabinha, Delmir e Delmon, o Trio Parada Dura lançou três LPs pela gravadora Chororó, em seus dois anos de duração, nessa formação inicial. Em 1975, dois anos após sua formação, aconteceu a primeira alteração no Trio Parada Dura, com as saídas de Delmir e Delmon, que foram substituídos por Benzito e Barrerito (Élcio Neves Borges, nascido em São Fidélis, no estado do Rio de Janeiro, em 22 de outubro de 1942 e falecido em Belo Horizonte/MG em 12 de agosto de 1998). E acabaram ficando com o Mangabinha os direitos sobre o nome do "Trio Parada Dura". Com essa nova formação, o Trio Parada Dura gravou, até o ano de 1987, três LPs pela gravadora Chororó e 10 LPs pela Copacabana. Nesses oito anos, o trio fez bastante sucesso com as músicas "Castelo de Amor", "Homem de Pedra", "Blusa Vermelha", "Último Adeus", "O Doutor e a Empregada", "Fuscão Preto", "Panela Velha", "Avião das Nove", "As Andorinhas", "Mineiro Não Perde o Trem", "O Carro e a Faculdade", "Soraia" e "Bobeou... a Gente Pimba", entre outras. Sem dúvida, o período de maior sucesso do trio. Em março de 1982 os integrantes do Trio Parada Dura sofreram um acidente aéreo que levou o Barrerito à cadeira de rodas. Apesar de ter gravado alguns LPs com o trio após o acidente, ele se sentia discriminado pelos companheiros e acabou largando o trio. Em seu lugar, entrou Parrerito, o qual integrou o trio até 2006. Barrerito passou a cantar sozinho, tendo gravado diversos 9 LPs em carreira-solo. Em 1987, o Trio Parada Dura passou a ser formado por Mangabinha, Parrerito e Creone (Florisvaldo Alves Ferreira, nascido em Comendador Gomes Ferreira, no estado de Minas Gerais, em 1940). Os diversos integrantes do trio também já atuaram sozinhos ou em diversas outras formações: Creone e Barrerito, já formaram dupla em 1963 e gravaram alguns LPs pelo selo Califórnia. O mesmo Barrerito também chegou a formar em 1997 o "Trio Alto Astral" junto com Creone e Voninho, tendo gravado o CD "Dor de Cotovelo" em 1998. E o Mangabinha também chegou a gravar diversos LPs tanto em carreira-solo, como também em dupla com Nhozinho. O trio se desfez em 1992 e retornou à atividade em 1996, com nova formação: Mangabinha, Parrerito e Creonito. A partir de 1998, nova formação para o Trio Parada Dura: Mangabinha, Parrerito e Leone. O Trio Parada Dura se desfez novamente no ano de 2006, e retornou com nova formação em novembro de 2007: Leone, Leonito e Mangabinha. E Creone, Parrerito e o sanfoneiro Carlos Rezende formaram o trio "Os Parada Dura" DE: RECANTO CAIPIRA Texto: Sandra Cristina Peripato

quinta-feira, 26 de julho de 2018

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ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...