quarta-feira, 31 de julho de 2019

TOM JOBIM

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido pelo seu nome artístico Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro. É considerado o maior expoente de todos os tempos da música popular brasileira pela revista Rolling Stonee, um dos criadores e das principais forças do movimento da bossa nova. Filho do diplomata gaúcho Jorge de Oliveira Jobim e da dona de casa fluminense Nilza Brasileiro de Almeida, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim nasceu na rua Conde de Bonfim, n.º 634, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro (na época Distrito Federal). Mudou-se com a família no ano seguinte para Ipanema, onde foi criado. A ausência do pai durante a infância e adolescência lhe impôs um contido ressentimento,[carece de fontes] desenvolvendo no maestro uma profunda relação com a tristeza e o romantismo melódico, transferido peculiarmente para as construções harmônicas e melódicas. Aprendeu a tocar violão e piano em aulas, entre outros, com o professor alemão Hans-Joachim Koellreutter, introdutor da técnica dodecafônica no Brasil. O trisavô paterno do compositor, José Martins da Cruz Jobim, era natural de Jovim, Gondomar, Portugal. O sobrenome de Jobim alude a essa localidade. A bisavó do compositor, Maria Joaquina, era meia-irmã do barão de Cambaí, Antônio Martins da Cruz Jobim. Era descendente, também, do bandeirante Fernão Dias Pais.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

ANACLETO ROSAS JÚNIOR

Anacleto Rosas Jr nasceu em 18 de julho de 1911 em Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo, e faleceu em 04 de fevereiro de 1978 em Taubaté/SP. Filho de Anacleto Rosas (espanhol) e de dona Maria Bourdon (italiana). Após morar algum tempo em Poá, seguiu para São Paulo onde em 1942, conheceu o Capitão Furtado, que se interessou por suas composições e o apresentou a Palmeira e Piraci, que em 1944 gravaram pela Continental sua primeira composição, a toada "Promessa de Caboclo". Foram seus parceiros de composição: Tonico, Serrinha, Ado Benatti, Arlindo Pinto, entre outros. Um de seus maiores sucessos, foi o valseado "Os Três Boiadeiros". Outro grande sucesso de Anacleto Rosas Jr. foi "Aparecida do Norte", em parceria com Tonico. A música foi composta dentro de um ônibus, quando Anacleto voltava da cidade de Aparecida, onde vendia seus discos. Anacleto foi o primeiro compositor a homenagear a cidade e a Santa Padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Aparecida. Anacleto também teve um programa de rádio que se iniciava com a seguinte frase: "Acoooorda muierada! Vão prepará o leite do marido que ele tem que trabaiá! Bota a garrafa pra fora que o caminhão vai passá!". Em 1960, Anacleto foi também diretor artístico do Selo Sabiá da gravadora Copacabana. Recebeu o título de “Cidadão Taubateano” em 1977, um ano antes do seu falecimento. Texto: Sandra Cristina Peripato ------ Recanto Caipira

quinta-feira, 25 de julho de 2019

MARISA MONTE

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Marisa de Azevedo Monte, (Rio de Janeiro, 1 de julho de 1967) é uma cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora musical brasileira. Marisa já vendeu mais de 10 milhões de álbuns e ganhou inúmeros prêmios nacionais e internacionais, incluindo quatro Grammy Latino, sete Video Music Brasil, nove Prêmio Multishow de Música Brasileira, cinco APCA e seis Prêmio TIM de Música. A artista é considerada pela revista Rolling Stone Americana como a quarta maior cantora brasileira, atrás somente de Elis Regina, Gal Costa e Maria Bethânia. Ela também tem dois álbuns (MM e Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão) na lista dos 100 melhores discos da música brasileira. Nasceu no Rio de Janeiro, filha do engenheiro Carlos Saboia Monte e de Sylvia Marques de Azevedo Monte. Através do pai, descende da família Saboia, uma das famílias italianas mais antigas radicadas no Brasil. Estudou canto, piano e bateria na infância. Em 1982, participou do musical The Rocky Horror Show, dirigido por Miguel Falabella, com alunos do Colégio Andrews. Iniciou o estudo de canto lírico aos catorze anos chegando a ter aulas quase todos os dias da semana. Em 1983, depois de ouvir uma fita com músicas de jovens talentos, Roberto Menescal, então diretor artístico da extinta gravadora PolyGram, se encantou com Marisa e propôs a gravação de um disco, mas tal proposta foi recusada pela jovem que não se sentia preparada para o projeto na época. Já aos 18 anos, em 1985, Marisa grava oficialmente sua primeira música em estúdio para o filme Tropclip. A música "Sábado à Noite" foi escrita por Sérgio Sá e marcou a estréia da cantora no cenário musical.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

INDUSTRIAL E FAZENDEIRO

Industrial e Fazendeiro iniciaram a carreira em 1976, sempre gravando suas canções pela gravadora Chantecler. Fizeram parte do elenco do Programa Edgard de Souza pela Rádio Tupi de São Paulo, e do "Linha Sertaneja Classe A" pela Rádio Record, com dois programas semanais, sendo às terças e sextas-feiras, com trinta minutos de duração, apresentado por José Russo. Fizeram muito sucesso na década de 80, com as músicas "A Corrida do Ouro", "Amor, Amor, Amor", "Às Vezes Preciso Chorar", "Ébrio", entre outros. Fazendeiro faleceu no dia 12 de maio de 2016. Texto: Sandra Cristina Peripato ---- Recanto Caipira

quarta-feira, 17 de julho de 2019

NHÁ BARBINA

Conceição Joana da Fonseca Gomes, a Nhá Barbina, nasceu na cidade de Jaboticabal, no interior do estado de São Paulo, em 02 de dezembro de 1915. Iniciou carreira artística no circo, subindo ao picadeiro pelas mãos de seu marido, João Gomes, o seu maior incentivador. Estreou como atriz dramática na peça "O Divino Perfume". Permaneceu no gênero comovendo a platéia por dez anos. Por volta de 1938, já interessada na arte da caricatura, teve a oportunidade de substituir a titular de um circo. Criou a personagem Nhá Barbina, solteirona, que fazia tudo para arrumar um bom marido. Impressionou tanto que ninguém mais a chamou de Conceição. Passou a ser chamada pelo nome de seu personagem, inclusive por seus familiares. Trabalhou excursionando pelo Brasil em inúmeros circos e pequenos teatros. Participou de 11 filmes. A estréia no cinema foi em 1963 no filme "Lá no Meu Sertão" ao lado de Tonico e Tinoco, e "O Cabeleira", de Milton Amaral em 1963. Nesse período trabalhou na Rádio Tupi de São Paulo, no programa "Festa na Roça", de Lulu Benencase. Era a única humorista sertaneja no Brasil e foi consagrada com o título de Mãe Sertaneja. Em 1960 gravou na Odeon, o baião "O Galo Cantou" e a marcha "Arquimedes, Deixa Disso". Em 1963, filmou "O Rei Pelé", de Carlos Hugo Christensen. Em 1970, destacou-se como caricata no filme "Sertão em Festa", de Osvaldo Oliveira. Ainda no início da década de 1970, voltou à tela no filme "No Rancho Fundo", de Osvaldo de Oliveira, e também do filme "Luar do Sertão" ao lado da dupla Tonico e Tinoco. No ano de 1971, lançou o LP "Nhá Barbina no Rancho Fundo", pela RGE. No mesmo ano, lançou pela CBS seu segundo disco, com piadas e canções. Gravou novo LP em 1975, contendo "Casa Caipira", com letra de Cornélio Pires e música de Tinoco, além de, entre outras, três números humorísticos "Família Repinica"; "Puxa e Repuxa", e "Penha-Lapa". Trabalhou também em vários programas de rádio e televisão. Participou da novela "Meus Filhos, Minha Vida" no SBT e da minissérie "Rabo de Saia" na TV Globo. Recebeu vários troféus, diplomas e medalhas por sua atuação. Deixou dezenas de "causos", que contava com graça peculiar. Nos últimos anos, antes de seu falecimento atuava no programa "A Praça é nossa", no SBT. Faleceu em São Paulo/SP em 11 de novembro de 1995, vítima de insuficiência respiratória aguda e broncopneumonia, aos 79 anos de idade. Texto: Sandra Cristina Peripato - De: Recanto Caipira

terça-feira, 16 de julho de 2019

PEDRO E PAULO

Os irmãos Jorge Alves Monteiro (Pedro) e Antonio Alves Monteiro (Paulo) são filhos de família humilde, naturais do estado do Ceará, descendentes de mineiros. Vindos de Jateí, pequena cidade do interior de Mato Grosso, chegaram a Presidente Prudente em 1975, onde ficaram conhecendo os irmãos Capuá. Certo dia, num programa de rádio, a dupla Rock e Ringo que passava por lá, ouviu a dupla cantar. Imediatamente deram-lhes o nome de "Pedro e Paulo". Em São Paulo, no mês de novembro de 1977, a dupla foi levada pela primeira vez à televisão no programa "Canta Viola", produzido e apresentado por Geraldo Meirelles e Athos Campos, na TV Record. A primeira grande vitória foi com "Transnoronha" de autoria de Capuá, que preencheu todos os requisitos dos jurados e telespectadores. Mas faltava o mais importante... a gravadora... o disco... o sonho que mais tarde tornou-se realidade. Ringo levou a dupla até Raimundo Carlos, um conhecedor por excelência da música sertaneja, que ouviu, e não mediu sacrifícios para encaminhá-los. Numa reunião familiar sertaneja da qual participavam Ringo, Tony Damito, Carlos Cézar e outros, tiveram a idéia de telefonar para Orácio Faustino da gravadora CBS, onde produzia para o selo sertanejo UIRAPURU. Orácio pediu que colocassem a dupla no aparelho telefônico, e ouviu-os cantarem "Transnoronha". Ele teve a certeza que conseguiria um repertório bom pelo estilo da dupla, bem a gosto do público. Foi então que em 1978 lançaram seu primeiro LP, destacando-se neste disco as músicas "Transnoronha" "Calvário da Vida" e "Tropas e Boiadas". Em 1979 lançam o segundo LP, destacando-se a música "Eu Amo Demais a Vida". Passaram a se apresentar semanalmente no famoso programa "Linha Sertaneja Classe A" da Rádio Record. Outros discos vieram, e depois se afastaram por um tempo da carreira artística. Em 2009 retomaram a carreira e lançam o CD "A Volta". A dupla se desfez com o falecimento de Pedro, ocorrido em 28 de fevereiro de 2016. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 10 de julho de 2019

MAGAZINE

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O Magazine foi uma banda brasileira de new wave, formada em São Paulo, no início dos anos 1980, que contava, em sua formação, com Kid Vinil (vocais), Lu Stopa (baixo), Trinkão (bateria) e Ted Gaz (nome artístico de Fabio Gasparini, guitarrista e irmão de Ricardo Gaspa, baixista do Ira!). A banda começou com o nome Verminose, sendo trocado para Magazine por ocasião da assinatura do contrato com a WEA (atual Warner Music), por questões comerciais. Em 1980, o ainda desconhecido Antonio Carlos Senefonte juntou-se ao baterista Trinkão, ao baixista Lu Stopa e ao roadie Philé, que logo daria lugar a Minho K (pseudônimo artístico de Celso Pucci) para gravar uma demotape, hoje perdida. O nome da banda - Verminose - foi uma sugestão do radialista Alf Soares. O então Verminose tocou em praticamente todos os palcos existentes em São Paulo, naquela época. Os integrantes do Verminose viram-se envolvidos em uma confusão generalizada, no palco do Teatro Lira Paulistana, no auge do conflito entre os punks da capital e os do ABC paulista. Nesta época, 1983, Kid Vinil havia concedido uma entrevista à revista Veja, criticando a cena punk paulista, sendo acusado de "traidor do movimento". Depois disso, a banda decide remodelar seu som, inspirando-se no rockabilly e na estética new wave, optando por também alterar o nome para Magazine, baseado no grupo homônimo inglês, liderada pelo vocalista Howard Devoto. A banda acabou sendo uma das primeiras contratadas da chamada safra paulistana da WEA, que também incluíram, posteriormente, Ultraje a Rigor, Ira!, Titãs, entre outras. Por intermédio de Pena Schmidt, a banda gravou, no estúdio dos músicos Tico Terpins e Zé Rodrix, o Áudio Patrulha, o primeiro compacto simples pela WEA, que continha a faixa "Sou Boy". Completava o compacto a faixa "Kid Vinil". A banda entra em estúdio para a gravação de seu primeiro LP (nesta época, era comum para as gravadoras lançarem os novos artistas em compactos simples, baratos de serem produzidos, para, dependendo da receptividade do público, lançar um LP ou, ainda, mais um compacto). O primeiro álbum, homônimo, foi lançado em 1983, e continha várias canções compostas por Tico Terpins e Zé Rodrix, mais algumas releituras de músicas da jovem guarda, que faziam parte do repertório do grupo ao vivo. Deste LP, foi extraído o segundo compacto, "Adivinhão", gravada originalmente por George Freedman, em 1961. No ano seguinte, a banda grava mais um compacto: "Tic Tic Nervoso", que posteriormente se tornou trilha da novela Livre para Voar, da Rede Globo. Com a agenda cheia, a banda tocava em todos os lugares do país. Kid Vinil, em entrevista, relembrou, dessa fase, um show na cidade de Manaus, no Amazonas: "serviram pra gente depois do show, uma tartaruga gigante inteira preparada na hora...Tic Tic Nervoso" era uma composição da dupla Antonio Luiz e Marcos Serra produzida por Liminha e Ted Gaz. Após os lançamentos, o Magazine entrou em crise, sem saber qual direção musical tomar. Pressionados pela gravadora, lançaram no primeiro semestre de 1985 "Glub Glub no Clube", composição de Ted Gaz. Neste momento, sem planos de gravar um novo LP, o Magazine acabou emplacando mais uma música em trilha sonora de novela da Rede Globo. Com produção de Pena Schmidt e Liminha, produtores dos primeiros compactos do grupo, o Magazine fez uma nova canção sobre a letra de "Comeu", balada de Caetano Veloso. Com isso, o Magazine emplacou o tema da novela A Gata Comeu, com direito até a um videoclipe, produzido pela Rede Globo. O lançamento da canção foi sucedido pela saída de Kid Vinil do Magazine, tendo ele, imediatamente, iniciado um novo projeto: Kid Vinil e os Heróis do Brasil. O Magazine ainda tentou seguir sem Kid Vinil, trazendo um novo vocalista (Pedrinho - ex-Beijo na Boca), chegando a gravar um compacto 12 polegadas pela Continental, que não emplacou e, como consequência, ocasionou a debandada em massa dos integrantes. O disco trazia as faixas "Pegue Seu Nariz" e "Nellie, o Elefante", versão para "Nellie, the Elephant", do grupo Toy Dolls. Em 1991, a banda se reuniu novamente, graças aos esforços de Lu Stopa e Trinkão, mais os guitarristas Joel e Carlos Nishimiya, ex-Maria Angélica Não Mora Mais Aqui e Kid Vinil. Esta nova fase da banda foi marcada por apenas alguns shows esporádicos, sem grandes divulgações. Em 1993, o guitarrista Joel foi substituído pelo bluesman Duca Belintani. Com essa formação, o grupo decide resgatar o nome Verminose. Em 1994, após a saída de Carlos Nishimiya (que havia tocado com Lu Stopa no Maria Angélica Não Mora Mais Aqui), após o fim da primeira formação do Magazine, o quarteto gravou o disco Xu-Pa-Ki, independente, pelo selo Verminose Records. Em 1998, após algum tempo de silêncio, Kid Vinil retoma, uma vez mais, o Magazine com dois dos membros originais, Lu Stopa e Trinkão, além de Carlos Nishimiya. Lu Stopa ficou pouco tempo, desligando-se do Magazine para tocar junto à banda de Marcelo Nova. Foi substituído pelo jornalista musical e baixista Ayrton Mugnaini Jr.. No final de 2000, gravaram uma demotape para o selo Trama. Em junho de 2001, entram novamente em estúdio para a gravação do CD Na Honestidade, lançado no início de 2002. Das 16 faixas gravadas, foram lançadas 13 no disco. Por três meses, a primeira faixa de trabalho, "Conversível Irresistível", ficou disponível no site para download gratuito. E, depois, para as pessoas que adquiriam o CD, foi disponibilizada outra faixa, que não fazia parte do disco original. O álbum foi produzido pelo guitarrista Carlos Nishimiya. No segundo semestre de 2001, a Warner reeditou, pela série Warner Arquivos, o único disco da banda pela gravadora em CD. Neste relançamento, seis faixas bônus foram incluídas: um outtake ("Professor Apaixonado", registrada durante as sessões de gravação do LP) e cinco das seis canções que a banda lançou exclusivamente em compactos pela Warner ("Tic-tic Nervoso", "Atentado ao Pudor", "Glub Glub no Clube", "Sapatos Azuis" e "Comeu" - somente "Crucial", lado b de "Comeu", não foi compilada para o CD). Em 2004, o grupo encerra definitivamente suas atividades, e durante esse período, Kid Vinil trabalhou como DJ, VJ, e radialista. Em abril de 2017, após passar mal durante um show com outros artistas dos anos 80, em Conselheiro Lafaiete, em MG, Kid Vinil é internado em estado grave, devido a complicações da diabetes que sofria. Durante sua internação, que durou mais de um mês, Kid Vinil sofreu uma parada cardíaca, chegou a ser colocado em coma induzido, mas não resistiu,vindo a falecer no dia 19 de maio, aos 62 anos

BATE-PÉ E CATIREIRO

Pedro Crivelari Neto (Bate-Pé) nasceu em Poços de Caldas, no estado de Minas Gerais, em 26 de julho de 1929. Faleceu em 14 de julho de 2002. Catireiro nasceu em Machado, no estado de Minas Gerais. Começou em Poços de Caldas. Ao longo de sua carreira gravou 10 CDs, 52 LPs e 32 discos de 78 rpm. Por 26 anos trabalhou na Rádio Difusora de Poços de Caldas, e durante 23 anos apresentou o programa "Festa na Roça" na TV Poços. O "Festa na Roça" foi o primeiro programa realizado através da lei de incentivo à cultura, que apresentava a música raiz da forma que devia ser, não no estúdio, mas na roça. A cada programa em um novo local, fazendas, sítios, com convidados e duplas que levaram a verdadeira música sertaneja ao público. “Viola no peito, sanfona na mão, catira no pé. É o som caipira na sua TV” dizia o slogan do programa. Ao lado do irmão Vitório Cioffi, mais conhecido como Riachão, fundou a Orquestra de Violeiros de Poços de Caldas. Catireiro morreu aos 76 anos, na madrugada de 17 de outubro de 2016 no Hospital Santa Lúcia em Poços de Caldas/MG, vítima de complicações decorrente de uma pneumonia. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

sexta-feira, 5 de julho de 2019

NHÔ GONÇALO E NHÁ MARIA

Arlindo Marques dos Santos, o Nhô Gonçalo, nasceu na cidade de Caconde, no interior do estado de São Paulo, em 1920. Maria Francisca Marques, a Nhá Maria, nasceu na cidade de Alfenas, no estado de Minas Gerais, em 1927. Arlindo Marques era cantor de congadas e folias-de-reis. Em homenagem a seu santo de devoção adotou o nome artístico de Nhô Gonçalo. Formou dupla com sua mulher Maria Francisca, que passou a ser a Nhá Maria. Começaram a cantar em rádio em 1948. Seu repertório era composto inicialmente de músicas de caráter religioso. Passando a trabalhar em circos, a dupla incorporou números humorísticos a seu repertório. Em 1952, gravaram o primeiro disco 78 rpm com o batuque "Óia a Cobra Grande" e a moda de viola "Alegria". Em 1954, começaram a percorrer circos da capital e do interior paulista. Em 1955, gravaram "Peço Licença" e "Cachaça". Em 1957, gravaram pela Continental "Fala a Verdade", de Nhô Gonçalo e Nhô Zé, e "Visita a Nossa Senhora". Em 1968, lançaram um LP com os antigos sucessos "Estrela do Oriente" e "Tristezas Não Pagam Dívidas". Em 1970, regravaram o sucesso "Olha a Cobra Aí". Nos anos 70, passaram a trabalhar em diversas emissoras de rádio, entre elas a Rádio Nacional de São Paulo e Rádio Aparecida. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quinta-feira, 4 de julho de 2019

DR. SILVANA E CIA.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Dr. Silvana & Cia. é uma banda brasileira de rock, formada em Rio de Janeiro, capital do estado de Rio de Janeiro. O Dr. Silvana & Cia. foi formado em 1984 por Ricardo Zimetbaum, Cícero Pestana, Jorge Soledade e Edu Lissovsky, no Rio de Janeiro. Suas músicas ficaram conhecidas nacionalmente pelas letras bem-humoradas e de duplo sentido. Lançou um compacto pela CBS em 1984, Eh! Oh!, e um LP pela mesma gravadora no ano seguinte, intitulado Dr. Silvana & Cia. Duas músicas do disco transformaram-se logo em hit: Serão Extra e Taca a Mãe pra Ver se Quica. Em 1985, o Dr. Silvana & Cia. participou da coletânea Que Delícia de Rock, também lançada pela gravadora CBS. Em 1987 é lançado o segundo álbum, Tide. Já no ano de 1989, o grupo lança o seu terceiro álbum: Ataca Outra Vez, agora pela gravadora RGE. No ano de 1993 é lançado o quarto álbum do grupo, A Vingança, não tendo a mesma repercussão que seus álbuns anteriores. Em 2005, é lançado o álbum Choco, Choco, Chocolate. Em 2015 gravaram no Rio de Janeiro um DVD comemorativo de 30 anos de carreira, ainda em fase de produção. Atualmente, a banda conta com nova formação e se apresenta em todo o Brasil em eventos próprios ou festas dos anos 1980.

RONALDO VIOLA E JOÃO CARVALHO

Ronaldo Carandina nasceu em São Paulo/SP, no dia 25 de março de 1962. Iniciou o aprendizado da viola caipira com apenas 9 anos de idade. Desde criança gostava de ouvir os grandes nomes da música caipira pelo Programa "Linha Sertaneja Classe A", na Rádio Record de São Paulo. Ronaldo Viola abandonou tudo pela vida nos palcos, objetivando cantar as verdades do nosso Brasil. Manoel João de Carvalho é natural de Taiúva, no interior do estado de São Paulo, onde trabalhava no campo junto com seus pais. Cresceu ouvindo a música caipira e os primeiros acordes no violão ele aprendeu ainda na infância. A dupla Ronaldo Viola e João Carvalho iniciou no ano de 1978 sua carreira artística, após o Festival da Música Sertaneja patrocinado pelo Governo do Estado de São Paulo. Defendendo uma música de autoria sua, juntamente com José Caetano Erba, Ronaldo foi vencedor, juntamente com João Carvalho e, a partir daí, decidiram formar a dupla. E, no ano de 1980, com apoio do cantador, compositor e produtor Téo Azevedo, que os levou para a gravadora Fermata, Ronaldo Viola e João Carvalho gravaram o primeiro disco, "Cheiro do Povão", com destaque para a música "João e Maria". O segundo e o terceiro disco foram gravados pela Tocantins, tendo já atingido um expressivo destaque no cenário nacional. Gravaram um total de 6 discos, entre LP's e CD's. O quarto disco, gravado no ano de 1993, pela gravadora San Francisco, o qual contou com a produção e os arranjos do maestro Martinez, teve as músicas "Paixão Goiana" e "Rodeio Brasileiro" como destaque. O quinto e o sexto disco da dupla foram gravados também pela San Francisco. No ano 2001, no entanto, Ronaldo Viola e João Carvalho desfizeram a dupla, após quase 20 anos de atividade. E, a partir de 2002, Ronaldo Viola passou a cantar em dupla com o Praiano. Almiro José Alves, o Praiano, já havia formado dupla em 1992 com Tião Carreiro, após o convite do próprio criador e rei do pagode que na época procurava por um novo parceiro para seu próximo disco. Praiano também já formou dupla com Peão Carreiro, com quem gravou dois discos. Ronaldo Viola e Praiano gravou um único CD pela GT Musik, o qual foi bastante destacado pela preferência popular com a música "Desatino". A dupla Ronaldo Viola e Praiano, no entanto, desfez-se bruscamente na noite de 13 de julho de 2004, quando um derrame cerebral levou Ronaldo Viola à UTI de um hospital na capital paulista, com fortes dores de cabeça. Ronaldo Viola faleceu às 08:40 da manhã do dia 14 de julho de 2004. Praiano atualmente forma dupla com Rodrigo Mattos, enquanto João Carvalho atualmente canta em dupla com o filho de Ronaldo Viola. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 3 de julho de 2019

BARROS DE ALENCAR

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Cristóvão Barros de Alencar (Uiraúna, 5 de agosto de 1932 – São Paulo, 5 de junho de 2017) foi um cantor, compositor, radialista e apresentador de televisão brasileiro. Nascido no interior da Paraíba, começou em sua carreira como radialista, quando trabalhou em Campina Grande, na Rádio Borborema. Na busca de novos horizontes, viajou pelas capitais brasileiras, dentre elas Recife, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo. Em 1960, na capital paulista, conseguiu um lugar ao sol, pois passou a fazer parte das rádios Tupi, Record e América, tocando principalmente os sucessos da Jovem Guarda. Em 1966, lançou seu primeiro compacto simples pela gravadora Chantecler (C-33-6209) com as músicas Agora sim, versão de Adesso sì, de Sergio Endrigo e Não vá embora, versão de Tu me plais et je t'aime, de autoria J. L. Chauby e Bob Du Pac. Em 1968, lançou o compacto simples com a música Não me peça um beijo, de autoria de Antonio e Mario Marcos. Em 1971, lançou um compacto simples com as músicas Não posso mais viver sem ti e Ana Cristina, ambas de sua autoria. Em 1980, apresentou na Rádio Tupi de São Paulo o programa "Só Sucessos". Também apresentou na TV Record o "Programa Barros de Alencar" de 1982 a 1986, no qual ficou famoso com o bordão: "Alô, mulheres, segurem-se nas cadeiras. Alô marmanjos, não façam besteiras!" e ganhou audiência com o concurso Michael Jackson onde elegeu a garota Lúcia Santos, a Maika Jeka como carinhosamente a chamava, melhor imitadora do cantor. Ainda nos anos 1980, sua interpretação para A primeira carta foi incluída na coletânea "Astros do disco", da RCA Victor. Apresentou nas madrugadas da CNT do Rio de Janeiro, o programa "CD na TV". Grande nome do rádio brasileiro, residia na cidade de São Paulo. Afastou-se do rádio após passar por uma delicada cirurgia na garganta. Barros morreu em 5 de junho de 2017, após ser internado de causas não reveladas.

terça-feira, 2 de julho de 2019

ROBERTO E MEIRINHO

De: Recanto Caipira Nascidos em São José do Rio Preto/SP, ROBERTO E MEIRINHO tornaram-se o primeiro fenômeno da música sertaneja a romper fronteiras e apresentar-se no exterior, também o que poucos não sabem é que foram a primeira dupla a gravar com um artista estrangeiro. O primeiro grande sucesso foi na década de setenta com a música “Tu Tá Cumeno Vrido”, que vendeu na época 1 milhão de discos e quase se tornou marcha de carnaval. No início da década de 80 foi inevitável, o disco com a moda carro chefe “ A Noite do Nosso Amor” somando a sucessos como “Sanfona Furada", "Fungado na Barra" e "Pranto Escondido”. Alcançou a marca expressiva de “1 milhão e quatrocentos mil discos”. Surgiram na trajetória outros inúmeros sucessos como “Lágrimas” que rendeu mais dois discos de platina e dois de ouro, também “Vamos Lá Pra Ver", "Tô Naquela que Jogaram na Geni", entre tantos outros. Também fizeram parte do elenco do filme "O Menino da Porteira", uma das maiores bilheterias de todos os tempos no cinema brasileiro. Foram protagonistas durante anos da "Linha Sertaneja Classe A" da “Rádio Record”. Consagrados não só como intérpretes, mas compositores por excelência são responsáveis por inúmeros sucessos entre eles a música “Vá Pro Inferno com Seu Amor”, música que até hoje é uma das mais executadas em todo o Brasil. Até hoje são lembrados como um dos melhores shows da música sertaneja, e grandes nomes têm como inspiração suas apresentações marcantes nos palcos! A história dessa fabulosa dupla foi interrompida em 29 de junho de 2002, com o falecimento do Meirinho. Após essa perda Roberto deu uma pausa na carreira e retomou as atividades em 2006 lançando dois trabalhos solo como Roberto Meirin homenageando seu irmão. Em 2007 decorrente a inúmeros pedidos e sugestões de amigos uniu seu talento e experiência ao filho do Meirinho, seu sobrinho Meirinho Jr, que usufruindo o que aprendeu com a dupla durante todos os anos de convivência, vem demonstrando intimidade com os palcos e exibindo seu dom para compor, exemplo uma das novas músicas de trabalho “Sucesso Nacional ”. O novo álbum “ É Eu Bem” mostra que “A DUPLA ORGULHO DO BRASIL” está de volta com um trabalho cheio de inovações mas sem perder a essência que consagrou ROBERTO E MEIRINHO. Vale ressaltar que no ano de 2009 a dupla recebeu o troféu "Destaques do Ano" e a indicação para o "Prêmio Mult Show" no ano de 2010. Em 2013 lançam o primeiro DVD da dupla em comemoração aos 40 anos de carreira. No decorrer de sua carreira foram: Mais de 10 milhões de discos vendidos. 01 disco diamante, 04 discos de platina duplos, 02 discos de platina, 06 discos de ouro, Troféu Imprensa.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

MÁRCIO GREYCK

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Márcio Pereira Leite (Belo Horizonte, 30 de agosto de 1947) é um músico, cantor e compositor brasileiro. A sua carreira teve início em 1967 quando lançou o seu primeiro disco com canções dos Beatles, incluindo a sua primeira composição Venha sorrindo. O sucesso nacional chegou na década de 1970, com a canção Impossível acreditar que perdi você, parceria com o seu irmão Cobel. O disco vendeu mais de 500 mil cópias, sendo considerado à época como um fenômeno de vendas, tendo ficado nas paradas durante seis meses consecutivos. A canção foi regravada por mais de 60 artistas de diferentes estilos de interpretação, entre eles Fábio Júnior, Rita Ribeiro, Verônica Sabino, Wilson Simonal, Rosana, e Toni Platão. É o autor de sucessos como O Infinito, O mais importante é o verdadeiro amor, Aparências, O Travesseiro, Reencontro e outros. Lançou um disco em espanhol para toda a América Latina e foi reconhecido também em Portugal. Foi um dos artistas que mais atuou em programas de TV, tendo inclusive apresentado o seu próprio programa (O mundo é dos jovens) na extinta TV Tupi de São Paulo, além de participar de festivais internacionais e ganhar prêmios importantes como a Gaviota de Plata em Viña del Mar no Chile, em 1983. Como compositor também tem canções gravadas por Roberto Carlos, como Tentativa e Vivendo por viver. Esta última foi também gravada por Zezé di Camargo e Luciano, e ainda por Sérgio Reis.

ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...