sábado, 22 de junho de 2019

OSVALDO MONTENEGRO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Oswaldo Viveiros Montenegro (Rio de Janeiro, 15 de março de 1956) é um músico brasileiro. Além de cantor, compõe trilhas sonoras para peças teatrais, balés, cinema e televisão. Foi casado com a atriz Paloma Duarte. Tem uma das parcerias mais sólidas da MPB ao lado de Madalena Salles, que o acompanha com suas flautas. Nascido no bairro do Grajaú, Oswaldo é um caso excepcional de precocidade musical. Sem nunca ter estudado música regularmente, começou desde a tenra infância a ser influenciado por ela. Primeiro, na casa de seus pais no Rio de Janeiro: sua mãe e os pais dela tocavam piano, seu pai tocava violão e cantava. A segunda influência foi mais forte. Aos oito anos, mudou-se, com os pais, para São João del-Rei, cidade mineira poética e boêmia, onde as serestas aconteciam todas as noites e as pessoas juntavam os amigos em casa para passar as noites tocando e cantando. Ao mesmo tempo, Oswaldo foi atraído para a música barroca das igrejas. Nesta época, teve aulas de violão com um dos seresteiros da cidade e compôs sua primeira canção, Lenheiro, nome do rio que banha São João del-Rei. Venceu um festival de música com apenas 13 anos, no Rio de Janeiro, onde voltou a morar. A decisão de se tornar um músico profissional veio com a mudança para Brasília, em 1971. Na capital federal, começou a ter contato com festivais e grupos de teatro e de dança estudantis. Fez seus primeiros shows e aos 17 anos a decisão de viver da música se tornou definitiva. Mudou-se novamente para o Rio, mas já havia adotado Brasília como a terra de seu coração e tema constante de sua obra. Também seus parceiros preferidos foram amigos que fez ali, como José Alexandre, Mongol e Madalena Salles, entre outros. Foi ainda em Brasília que tomou contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Não só assiste aos concertos com seus amigos músicos, entre eles o maestro Otávio Maul e a família Prista Tavares, mas entra pelas madrugadas conversando sobre técnica e teoria musicais. Autodidata, devora livros sobre história da música. A partir daí, morando no Rio mas com os olhos e o coração postos em Brasília, sua carreira deslancha. Tem música classificada no último Festival da Canção da Rede Globo, o primeiro de repercussão nacional de que participa (1972), escreve e encena seu primeiro musical (1974-1975), lança três discos em três anos (1975-8) e fica em 3° lugar no festival na TV Tupi com seu primeiro megassucesso, Bandolins (1979). Em 1980, vence o Festival MPB 80 da Rede Globo de Televisão com a canção Agonia, do amigo de infância Mongol. Parceiros: Oswaldo Montenegro solidificou algumas parcerias de sucesso no decorrer da sua carreira, entre elas com Zé Ramalho, Roberto Menescal, Zé Alexandre, Sérgio Chiavazolli, Mongol, Milton Guedes, Eduardo Canto, Alceu Valença, etc. Trabalhou com muita gente em espetáculos teatrais, entre eles Zélia Duncan, Cássia Eller, Tereza Seiblitz, Isabela Garcia, Sebastian (da C&A), Bárbara Borges, Sthefany Brito, Patrícia Werneck, Pedro Nercessian, Daniel Del Sarto, Lúcia Alves, Emílio Dantas, Bruna di Tullio, entre muitos outros.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

AS MARCIANAS

As Marcianas é uma dupla sertaneja do Brasil que surgiu na década de 1980 e tinha em sua formação original Celina Sant'Angelo, e Ivone Sant'Angelo, filhas do cantor João Mineiro. A dupla separou e deu-se início a segunda formação com Celina e Geizi-bel, uma cantora solo paranaense muito conhecida. Em 1995 devido a morte do esposo de Geizi-bel ela deixou a dupla. Em seguida Silvana Miranda se integrou na dupla, se fazendo presente até fevereiro de 1997. A quarta formação foi com Celina e Elaine que durou até 2000. Atualmente a dupla é formada por Celina e Adriana. A dupla conquistou o público brasileiro devido ao estilo romântico e às roupas sensuais. Ganhou vários troféus e prêmios, entre eles alguns discos de ouro e até mesmo de platina. Sempre comparecendo em programas de televisão, teve como grande sucesso "Nossa Melodia Preferida", "Vou te Amarrar na Minha Cama" e "Porque Brigamos". De: Recanto Caipira

terça-feira, 18 de junho de 2019

ALMIR SATER

Almir Eduardo Melke Sater nasceu em Campo Grande, no estado de Mato Grosso do Sul, em 14 de novembro de 1956. Desde os 12 anos tocava violão. Com 20 anos, saiu da cidade natal e foi estudar Direito no Rio de Janeiro. Pouco habituado com a vida da cidade grande, passava horas sozinho, tocando violão. Um dia, no largo do Machado, encantou-se com o som de uma viola tocada por uma dupla mineira. Desistiu da carreira de advogado e logo descobriu Tião Carreiro, violeiro que foi seu mestre. Voltou para Campo Grande e formou com um amigo a dupla Lupe e Lampião, em que era o Lupe. Em 1979 resolveu tentar a sorte na capital paulista, onde conheceu a conterrânea Tetê Espíndola, na época líder do grupo Lírio Selvagem. Fez alguns shows com o grupo, depois passou a acompanhar a cantora Diana Pequeno. Mais tarde, com o projeto "Vozes & Violão", apresentou-se em teatros paulistanos, mostrando suas composições. Convidado pela gravadora Continental, gravou seu primeiro disco, "Almir Sater", em 1981, álbum que contou com a participação de Tião Carreiro. Seu segundo disco, Doma (1982 - RGE), marcou seu encontro com o parceiro Paulo Simões. Em 1984 formou a Comitiva Esperança, que durante três meses percorreu mais de mil quilômetros da região do Pantanal, pesquisando os costumes e a música do povo sul mato-grossense. O trabalho teve como resultados um filme de média-metragem, lançado em 1985, e o elogiado Almir Sater Instrumental (1985 - Som da Gente), que misturava gêneros regionais - cururus, maxixes, chamamés, arrasta-pés - com sonoridades urbanas, num trabalho eclético e inovador. Em 1986 lançou Cria, pela gravadora 3M, inaugurando parceria com Renato Teixeira, com quem compôs, entre outras, "Trem de Lata" e "Missões Naturais". Em 1989 abriu o Free Jazz Festival, no Rio de Janeiro, depois viajou para Nashville, nos EUA, onde gravou o disco Rasta Bonito (1989 - Continental), encontro da viola caipira com o banjo norte-americano. Convidado para trabalhar na novela "Pantanal" da TV Manchete, projetou-se nacionalmente no papel de Trindade, enquanto composições suas como "Comitiva Esperança" (cantada em dupla com Sérgio Reis) e "Um Violeiro Toca" (gravada por Renato Teixeira) estouravam nas paradas de sucesso. Em 1990-1991 participou da novela "A História de Ana Raio e Zé Trovão", também da TV Manchete, mas em seguida se afastou da televisão, pois as gravações não lhe deixavam tempo para a música. Gravou ainda Instrumental II (1990 - Eldorado), Almir Sater ao Vivo (1992 - Sony), Terra dos Sonhos (1994 - Velas) e Caminhos me Levem (1997 - Som Livre), além de diversas coletâneas. Voltou a TV em 1996, obtendo grande êxito como o Pirilampo da novela "O Rei do Gado", da TV Globo. De: Recanto Caipira

sexta-feira, 14 de junho de 2019

DARCI ROSSI

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Darci Rossi (Guaxupé, 1947 — Valinhos, 20 de janeiro de 2017) foi um compositor brasileiro de música sertaneja. Filho de João Rossi e Natercia Boldrini Rossi, nasceu na cidade de Guaxupé e foi criado em São Caetano do Sul. Trabalhou na General Motors, onde entrou em 1969 e em 1977 chegou a ocupar a gerência do Banco GM. Nesta função, conheceu dois jovens clientes que estavam procurando financiamento para a comprar um carro modelo Chevrolet Opala. Estes jovens eram Chitãozinho & Xororó em início de carreira. A amizade entre os três iniciou, porque Darci já compunha letras de músicas, entusiasmando a dupla pela qualidade dos versos que escrevia. É neste período que nasceu o compositor Darci Rossi, dono de mais de 400 canções gravadas e responsável pelos maiores sucessos das duplas Chitãozinho e Xororó(principalmente Fio de Cabelo), João Paulo & Daniel e João Mineiro & Marciano, entre tantos outros. Em 2009, foi homenageado com a concessão do título de cidadão honorário do município de Valinhos e em 2010 com o Diploma de Mérito Cultural e Artístico Adoniran Barbosa, também concedido pela câmara de Valinhos, pelo "seu trabalho, dedicação e altruísmo, divulgando a música sertaneja e o município onde vive". Morreu em 20 de janeiro de 2017, aos 70 anos, vítima de uma infecção pulmonar.

terça-feira, 4 de junho de 2019

ADO BENATTI

Ado Benatti nasceu em Taquaritinga, no interior do estado de São Paulo no dia 23 de setembro de 1908 e faleceu em Pirapora do Bom Jesus, também no estado de São Paulo, no dia 04 de novembro de 1962. Iniciou sua carreira artística compondo emboladas e cantando em programas de calouros. Em 1939 atuou na Rádio Educadora Paulista com o Regional de Caxangá, cantando emboladas. Mais tarde seguiu para a Rádio Difusora de São Paulo. Deixou de cantar em 1940 e passou a se dedicar mais à composição. Tornou-se popular com o pseudônimo de Zé do Mato e em 1947 teve sua primeira composição gravada: a moda de viola “Destino de um Caboclo” (Ado Benatti e Tonico), na interpretação da dupla Tonico e Tinoco na Continental. A partir daí, passou a se dedicar exclusivamente ao gênero sertanejo, com inúmeras composições gravadas pelos mais renomados intérpretes e duplas caipiras, tais como " Palmeira e Biá", " Serrinha e Caboclinho", "Zé Carreiro e Carreirinho", "Tonico e Tinoco", Inezita Barroso, "Sulino e Marrueiro", Duo Guarujá, "Cascatinha e Inhana" e "Vieira e Vieirinha", entre outros. Foi também autor de várias peças caipiras, entre elas, “O Filho do Sapateiro”, “Sindicato dos Malucos”, “Arma Secreta” (em colaboração com Humberto Pelegrini) e “Mão Criminosa” (em colaboração com Tonico e Tinoco). Publicou também diversos livros de poemas e contos populares. Texto: Sandra Cristina Peripato Fonte: www.boamusicaricardinho.com De: Recanto Caipira

ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...