sábado, 29 de agosto de 2020

ROUGE

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Rouge é um girl group brasileiro de música pop com cinco integrantes: Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Li Martins e Lu Andrade. Formado em 2002 por meio do talent show Popstars, transmitido pelos canais de TV SBT e Disney Channel, produzido pela companhia argentina RGB Entertainment. As integrantes foram selecionadas dentre 30 mil candidatas e assinaram um contrato com a gravadora Sony Music. O primeiro álbum de estúdio do grupo, Rouge (2002), vendeu mais de 1,2 milhão de cópias no Brasil. O sucesso do álbum foi impulsionado pelas canções "Não Dá pra Resistir", "Beijo Molhado" e, principalmente, o hit "Ragatanga", este que ajudou a estabelecer o grupo como um fenômeno nacional, sendo denominadas de "as Spice Girls brasileiras".[8] Com o sucesso do álbum de estreia do grupo, ainda no mesmo ano foi lançado um álbum de remixes intitulado Rouge Remixes, visando o público da música eletrônica. O segundo álbum de estúdio, C'est La Vie (2003), vendeu mais de 350 mil cópias,[9] e produziu os hits "Brilha la Luna" e "Um Anjo Veio me Falar". Após a saída de Lu Andrade em 2004, as quatro integrantes remanescentes prosseguiram e lançaram os álbuns Blá Blá Blá (2004) e Mil e uma Noites (2005). A primeira fase de trabalhos do Rouge se encerrou em junho de 2006, com o grupo se separando e o contrato com a Sony Music expirando e não sendo renovado. Ao longo de quatro anos, o Rouge vendeu cerca de 3 milhões de discos,tornando-se o grupo feminino mais bem sucedido do Brasil e da América Latina e recebeu, ao todo, três discos de ouro, três de platina, um de platina dupla pela ABPD. Sob a orientação de seu mentor e empresário, o produtor musical Rick Bonadio, elas embarcaram em turnês esgotadas pelo Brasil e diversos países da América Latina, Europa e África. Também foram estrelas de comerciais e programas de televisão, bem como os rostos de diversos produtos licenciados como álbuns de figurinhas, sandálias e bonecas. Em 2012, após uma campanha de fãs, Rick Bonadio conseguiu reunir as integrantes, com exceção de Lu Andrade, em seu programa no canal Multishow, Fábrica de Estrelas. Lá, elas gravaram duas novas músicas e por problemas burocráticos não iniciaram uma nova turnê. Foi em 12 de setembro de 2017, que o grupo anunciou o seu retorno aos palcos, com as cinco integrantes, para comemorar seu aniversário de quinze anos na festa Chá da Alice. No inicio seriam apenas dois shows, mas como os ingressos para os primeiros shows se esgotaram em questão de minutos, novas datas foram agendadas. Em 2018, embarcaram em uma turnê de shows esgotados em todo o Brasil, a Rouge 15 Anos. Em seguida, elas lançaram sua primeira música inédita desde 2005, Bailando. Continuando os novos trabalhos, elas lançam a elogiada canção Dona da Minha Vida, e em 2019, a canção Solo Tu, acompanhada do quinto álbum de estúdio do grupo, Les 5inq. Em 24 de janeiro de 2019, um novo hiato foi anunciado por tempo indeterminado.

sábado, 22 de agosto de 2020

ARTHURZINHO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. José Artur Azevedo Nogueira, conhecido como Arthurzinho (Barretos, 21 de março de 1949) é um cantor brasileiro. Em dezembro de 1966, foi lançado pela gravadora Continental, o primeiro compacto do cantor e compositor Arthurzinho. Com apenas 17 anos de idade, quando gravou este primeiro single contendo as canções "Na Crista da Onda" no lado A e " Mil Garotas" no lado B. As duas canções alcançaram relativo sucesso junto às rádios, firmando assim, o nome deste novo cantor entre o público jovem. Em seguida a Continental lançou a coletânea "As 12 Brasas", uma seleção de canções de artistas jovens da casa, incluindo no disco outra canção gravada por Arthurzinho, "Estou Só", composição de Mário Faissal. Em 1967, o jovem cantor emplacou grandes sucessos como "Não Toque Este Long-Play", "Prova de Amor" e "Carrossel", porém, somente no ano seguinte, 1968, é que Arthurzinho conseguiu a consagração total, ao gravar o mega-hit-jovem guardista "Roda Gigante". a canção mais tocada no ano, lançada em compacto cujo lado B trazia a belíssima "O Que É Bom Dura Pouco". Arthurzinho entrou para a lista dos cantores que mais se destacaram no movimento,marcando época e deixando história. A partir daí, sua carreira ganhou notoriedade e Arthurzinho tornou-se um dos principais ídolos da Jovem Guarda. Outros sucessos vieram, como "Tempos De criança", "O Carderninho", "Sou Gamado Nela" etc. Em 2005 e 2006 participou do "Programa do Ratinho",nos especiais "Quarta Maravilhosa", junto a outros grandes artistas também. No dia 24 de novembro de 2007 Arturzinho apresentou-se na comemoração dos 50 anos da APCD Regional Jaú, na cidade paulista.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

AS MARCIANAS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. As Marcianas é uma dupla sertaneja do Brasil que surgiu em 1981 e tinha em sua formação original Celina Sant'Angelo e Ivone Sant'Angelo, filhas do cantor João Mineiro. As Marcianas fizeram sucesso com as canções "Vou Te Amarrar na Minha Cama" e "Porque Brigamos". Celina conta que o álbum lançado em 1986 foi o primeiro de uma dupla sertaneja feminina a receber o disco de ouro e platina em toda a música sertaneja. Alguns anos mais tarde, a dupla se separou e em 1991 deu-se início a segunda formação com Celina e Geizi Bel, uma cantora solo paranaense muito conhecida na época. Devido a morte do esposo de Geizi Bel ela deixou a dupla. Em seguida Silvana Miranda se integrou na dupla, se fazendo presente até fevereiro de 1997. A quarta formação foi com Celina e Elaine que durou até 2000. Em seguida veio a formação com Celina e Adriana Bastos,que durou até 2019. Em dezembro de 2019 foi anunciado no Facebook oficial o retorno de Geizi-Bel.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

CLEYTON

Cleyton (da dupla Cleyton e Cristiane) Cleyton (José Sales de Oliveira) nasceu em Araçatuba/SP. Em 1978, foi lançado o primeiro disco da dupla Cleyton e Cristiane. Fizeram sucesso em todo o país com músicas sempre voltadas ao estilo sertanejo romântico. Na mesma época, participaram do Festival Arizona obtendo o 3º lugar. Na década de 1980, eles participaram de diversos programas de televisão e chegaram a liderar paradas de sucesso em várias partes do Brasil com a música "A Paz que Eu Não Tive", de composição dos próprios artistas. A dupla se separou em meados de 1988, depois de sete discos gravados.Muitos artistas famosos gravaram composições da dupla Araçatubense. Entre eles, Leandro & Leonardo ("Explosão de Desejo") e César & Paulinho ("Meia Noite de Amor"). Após a dupla ser desfeita Cleyton mudou-se para São Paulo e conheceu em 1990 o cantor Cleber com quem fez parceria formando a dupla Cleyton & Cleber. O primeiro disco foi gravado pela BMG e vendeu mais de 100 mil cópias. Em 1995, pelo selo São Francisco, tornaram-se conhecidos pelas músicas "Copo com Batom" e "Quando a Noite Chega". Continuaram sua trajetória com outros três lançamentos, quando aumentaram a projeção, dessa vez, em vários estados. "Sanfona Xonada", "Poeirão" e "Meu Amor é Seu", foram as faixas responsavéis por esse sucesso. Ficaram sem gravar de 2004 a 2007, quando reencontraram Marrone, formando dupla com Bruno, o velho companheiro e agora,muito famoso. Eles lembraram do início da carreira do amigo e da época em que foi acolhido por Cleyton & Cristiane. Marrone foi por muito tempo músico "sanfoneiro" de Cleyton e Cristiane e se diz fã número 1 da dupla. A cantora Cristiane faleceu em 2003 (veja no Memória da MPB). Fonte: Sertão 80 e 90.

sábado, 15 de agosto de 2020

BEE GEES

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Bee Gees foi uma banda formada pelos irmãos Barry, Robin e Maurice Gibb. Nascidos na Ilha de Man, viveram alguns anos em Chorlton, Manchester, Inglaterra. Ainda crianças, mudaram-se com os pais para Brisbane, em Queensland, na Austrália. Fizeram sucesso desde 1966 até o início da década de 2010, estando entre os maiores vendedores de discos de todos os tempos. Passaram por diversos ritmos musicais, do rock psicodélico às baladas, passando pelo country rock, disco, R&B, música romântica, terminando no pop rock moderno, tendo vendido aproximadamente 220 milhões de discos. Foram incluídos no Hall da Fama dos Grupos Vocais [en], no Hall da Fama do Rock and Roll, no Hall da Fama dos Compositores e ganharam dez prêmios Grammy. O álbum Saturday Night Fever, trilha sonora do filme Embalos de Sábado à Noite (título no Brasil) ou Febre de Sábado à Noite (título em Portugal e demais países lusófonos), é a segunda trilha sonora mais vendida de todos os tempos, chegando a ocupar a sétima colocação como álbum mais vendido da história com mais de 42 milhões de cópias, de acordo com a revista Billboard: 300 Best-selling Albums of All-Time. O grupo possui muitos recordes pela Billboard Hot 100 entre os quais, estarem em oitavo lugar entre os artistas com mais canções que ficaram em primeiro lugar nas paradas; o álbum Saturday Night Fever chegou à segunda posição, entre os álbuns com mais canções que ficaram em primeiro lugar, perdendo apenas para Bad de Michael Jackson. São os artistas que tiveram mais músicas em primeiro lugar nos anos 70, com nove canções no total, atingiram o segundo lugar entre os artistas com mais canções consecutivas em primeiro lugar com seis músicas, entre 1975 e 1979; conseguiram ainda o terceiro lugar entre os artistas que ocuparam simultaneamente o primeiro e segundo lugares, com as músicas Saturday Night Fever e Stayin' Alive. Barry Gibb chegou a estar em quarto lugar entre os produtores com mais canções que ficaram em primeiro lugar, com quatorze músicas, e também na quarta colocação entre os compositores com mais canções que ficaram em primeiro lugar, com dezesseis músicas ao todo, perdendo apenas para Paul McCartney e John Lennon. O Hall da Fama do Rock and Roll diz em uma citação: "Somente Elvis Presley, The Beatles, Michael Jackson, e Paul McCartney superam os Bee Gees em recordes e vendas".

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

ATHOS CAMPOS

Athos Campos, nasceu em 14 de julho de 1923 na cidade de Bebedouro, no interior do estado de São Paulo. Em 1939, com apenas 16 anos de idade, em parceria com Serrinha, compôs "Chitãozinho e Xororó", sua primeira música que foi justamente o seu maior sucesso, e que foi regravada pelos mais renomados intérpretes da música caipira raiz, como Tonico e Tinoco, Serrinha e Caboclinho, Serrinha e Zé do Rancho, Pedro Bento e Zé da Estrada, entre outros. Além de compositor, também atuou como radialista em várias emissoras de São Paulo, além de produzir programas televisivos para Geraldo Meirelles, um dos pioneiros em mostrar a música sertaneja na TV. Athos Campos passou a residir em Mairiporã/SP, no final da década de 30, tendo inclusive composto o Hino Municipal da cidade, a qual se orgulha de ter sido a terra querida e amada pelo compositor. Além de "Chitãozinho e Xororó", Athos Campos também compôs outras obras-primas, entre elas, "Sinhazinha", "Bate na Viola", "Samba de Roda", "Viola Sem Defeito", entre outras. Athos Campos foi um dos artistas mais importantes do nosso país e sempre defendeu as raízes culturais do povo. Através de seus programas de rádio e TV, costumava sempre denunciar o mercantilismo que já começava a deturpar a música caipira raiz. Faleceu no dia 01 de novembro de 1992, em Bragança Paulista/SP. Texto: Sandra Cristina Peripato Tirado de: Recanto Caipira

sábado, 8 de agosto de 2020

NENHUM DE NÓS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira, formada em 1986 na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, a banda foi formada pelos músicos Thedy Corrêa, Carlos Stein, Sady Homrich, Veco Marques e João Vicenti. Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na 5º série, conhecem Thedy Corrêa. Na faculdade, Stein foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar o Nenhum de Nós com Corrêa e Homrich. Após algum tempo, foram chamados para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade dos Amigos da Praia do Imbé (SAPI). Antônio Meira, produtor, gostou da música dos jovens e eles, então, assinaram com a BMG Ariola e gravaram seu primeiro álbum. O disco, homônimo, foi lançado em 1987 e vendeu 30.000 cópias. Em 1988, a música de trabalho do primeiro disco, Camila, Camila torna-se um hit nacional, chegando ao 3° lugar na parada brasileira. O sucesso promoveu novos shows no Rio de Janeiro e em São Paulo e o lançamento do 2° álbum. Cardume, produzido por Reinaldo Barriga,[3] foi lançado em Março de 1989 e vendeu 250.000 cópias, garantindo à banda seu primeiro disco de ouro. No álbum está incluída Astronauta de Mármore, versão da música Starman de David Bowie, que foi a música nacional mais tocada naquele ano. 1990 é marcado pela entrada do guitarrista Veco Marques. O 3° álbum da banda é lançado nesse mesmo ano, Extraño, com fortes influências da música gaúcha, com a participação de Luiz Carlos Borges A canção Extraño ganha clipe de grande repercussão para época. A canção Sobre o Tempo é incluída na trilha sonora da telenovela Barriga de Aluguel, da Rede Globo e ganha clipe especial do Fantástico (assim como O Astronauta de Mármore), alavancando as vendas do álbum, que chegou à 50.000 cópias vendidas. Em 1991, se apresentam no Rock in Rio II, no penúltimo dia do festival, marcando a entrada de João Vicenti como músico convidado. Em Junho do ano seguinte, é lançado o quarto álbum de estúdio da banda, também homônimo, com influências do pop da década de '70. O videoclipe de um dos singles do álbum, Ao Meu Redor, é eleito o melhor do Brasil pela votação do público na MTV e a banda vai para Los Angeles, representar o Brasil no MTV Video Music Awards 1992. Ainda neste álbum, está incluída uma versão da música Sangue Latino (do grupo Secos e Molhados) que ganhou uma versão dance que tocou nas rádios do país inteiro e também Jornais, que teve um clipe de muito sucesso no Top 20 Brasil, da MTV. Rescindido o contrato com a BMG, a banda começa um novo projeto e passa o ano de 1993 entre os shows da turnê do quarto álbum e a composição de um novo trabalho

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

INEZITA BARROSO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Inezita Barroso, nome artístico de Ignez Magdalena Aranha de Lima (São Paulo, 4 de março de 1925 — São Paulo, 8 de março de 2015, foi uma cantora, atriz, instrumentista, bibliotecária, folclorista, professora, apresentadora de rádio e televisão brasileira. Ganhou o título de doutora honoris causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e atuou também em espetáculos, álbuns, cinema, teatro e produzindo espetáculos musicais de renome nacional e internacional. Adotou o sobrenome Barroso ao se casar, em 1947, aos 22 anos, com o advogado cearense Adolfo Cabral Barroso, com quem teve uma filha, Marta. Nascida numa família abastada, apaixonada pela cultura e principalmente pela música brasileira, Inezita começou a cantar e tocar violão e viola desde pequena com sete anos de idade. Estudou piano no conservatório. Foi aluna da primeira turma da graduação em Biblioteconomia da Universidade de São Paulo (USP). Graduou-se em 1947, antes de se tornar cantora profissional. Em 1950, Inezita ingressou na Rádio Bandeirantes e apresentava-se em recitais no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), Cultura Artística e Colombo. No mesmo ano, gravou a célebre interpretação da música Moda da Pinga, de Ochelsis Laureano e Raul Torres. Em 1954, gravou os sambas Ronda, de Paulo Vanzolini e Estatutos da Gafieira, de Billy Blanco. Foi premiada com o Troféu Roquette-Pinto de melhor cantora de música popular brasileira e o prêmio Guarani, como melhor cantora em disco. Na década de 1950 se dedicou também a carreira de atriz, atuando nos filmes Ângela (1950), O Craque (1953), Destino em Apuros (1953), É Proibido Beijar (1954) e Carnaval em Lá Maior (1955). Recebeu o prêmio Saci de melhor atriz por sua atuação em Mulher de Verdade (1953). Inezita ultrapassou a marca de cinquenta anos de carreira e de oitenta discos gravados, entre 78 rpm, vinil e CDs. Apresentou por 35 anos, de 1980 até a sua morte em 2015, o programa Viola, Minha Viola, dedicado à música caipira e transmitido pela TV Cultura, de São Paulo. Apresentou também, na emissora SBT, um programa musical que levava seu nome e era exibido aos domingos pela manhã. Além da carreira artística, desde a década de 1980, Inezita Barroso dedicou-se também a dar aulas de folclore. Lecionava nas faculdades Unifai e Unicapital, onde recebeu o título de doutora Honoris Causa em Folclore Brasileiro. As apresentações de Inezita Barroso nos países latino-americanos e africanos criaram uma aura de sucesso para a cantora, indicada para o Grammy sul-africano na categoria de artistas vocais populares internacionais e regionais. Os concertos de Inezita Barroso em tais países excederam a audiência de outros artistas nacionais e internacionais com maior exposição midiática, adeptos de música denominada "pop".[carece de fontes] Ao contrário do que o público costuma esperar da artista, Inezita Barroso trabalhou em interpretações de autores mais atuais da MPB, de outras vertentes que não apenas a caipira/sertaneja. Gravações mostram a cantora interpretando obras de Ella Fitzgerald e outros nomes do jazz tradicional e blues.[carece de fontes] Em 2003, foi condecorada pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin com a medalha de mérito "Ordem do Ipiranga", recebendo o título de comendadora da música folclórica brasileira. No programa Roda Viva, da TV Cultura, que contou com a presença da cantora como principal entrevistada, em 2004, Inezita Barroso afirmou ser favorável à propagação e troca eletrônica de canções. Afirmava que o uso de canções em formatos digitais em computadores e dispositivos portáteis podia facilitar o acesso dos jovens à cultura e fazia dura crítica à indústria fonográfica, afirmando que a pirataria sempre existiu. Em novembro de 2014, foi eleita para a Academia Paulista de Letras, ocupando o lugar da folclorista Ruth Guimarães, falecida em maio daquele ano.

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

PORCA VÉIA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Porca Véia, nome artístico de Élio da Rosa Xavier (Lagoa Vermelha, 2 de março de 1952 — Novo Hamburgo, 12 de junho de 2020), foi um cantor, compositor, acordeonista e gaiteiro brasileiro. Filho de Julieta da Rosa Xavier e Lauro Nunes Xavier. Produtor rural até aos 16 anos de idade, começou sua carreira artística com seis anos de idade por influência da família, onde havia muitos músicos amadores. Fez curso técnico agrícola, quando ganhou o apelido que foi seu nome artístico. Venceu vários festivais como instrumentista e apresentou-se com Kleiton e Kledir nas melhores casas de espetáculo do Brasil, como o Canecão do Rio de Janeiro e no Palace em São Paulo. Venceu dezenove de vinte concursos de gaiteiros de que participou e ganhou duas vezes o Disco de Ouro, Criou e dirigiu o grupo musical Cordiona, um grupo de baile fandangueiro. Recebeu vários títulos, como cidadão Honorário, comendador da Brigada Militar, Amigo da Brigada e Destaque Musical. Durante sua trajetória, Porca Véia gravou 21 CD´s e três DVD´s. Casou-se no dia 28 de agosto de 2009, em Curitibanos, com a catarinense Claudinéia Aparecida Bossardi. De outros relacionamentos possui quatro filhos: Alliny Ferreira Xavier, Diego Eberhardt Xavier, Juliana de Araujo Xavier Pinto e Maria Gabriela. Depois de 33 anos nos palcos, Porca Véia anunciara que sua carreira artística terminaria no fim de 2013 e o fez em 28 de dezembro de 2013, no pavilhão da Festa da Uva, em um grande show com a presença de quase 5 mil pessoas. Contou também com convidados como Renato Borghetti, Yamandu Costa, Daltro Bertussi e Luiz Carlos Borges. Morreu em 12 de junho de 2020, aos 68 anos de idade, após sofrer um ataque cardíaco.

sábado, 1 de agosto de 2020

WALDICK SORIANO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Eurípedes Waldick Soriano (Caetité, 13 de maio de 1933 — Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2008) foi um cantor e compositor brasileiro, ícone da música classificada como brega. Em 2007, Patrícia Pillar dirigiu um documentário sobre o cantor, Waldick, Sempre no Meu Coração. Nascido em Caetité - Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, Eudóxia Evangelista Garcia, a quem era muito apegado. Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inveterado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo. Antes de ingressar na carreira artística, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros. Seus maiores sucessos foram "Tortura de amor e Eu não sou cachorro não". Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho", "Se Eu Morresse Amanhã" e "Perfume de Gardênia". A posição quase marginal que o ritmo "cafona" ocupou mereceu uma análise mais acurada e científica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo Cesar de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular de vanguarda, consagrando sua performance na MPB. A obra traz, já em seu título, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor reitera, de forma veemente, seu estilo musical próprio, somente dele. Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra "tortura"... A revista "Nossa História", de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como "o mais folclórico dos cafonas" (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz). Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis - Bira - declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 1990, porém, a cidade teve num político o resgate do filho ilustre. O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. Silvio Santos aliás, protagonizou com Waldick uma das mais inusitadas cenas da televisão brasileira: no abraço que deram, foram perdendo o equilíbrio até ambos caírem, abraçados, no chão. Ali, então, simularam um affair, provocando risos. No início dos anos 90, mudou-se para a cidade de Teresina onde iniciou uma parceria com o violonista Fernando Fonseca, com quem fez shows pelo país inteiro naquela que seria sua última incursão pelos palcos da vida. Dois anos depois mudou-se para Fortaleza. Na capital cearense, ao lado do pianista Oliveira Junior continuou fazendo pequenas apresentações até ter diagnosticada a doença que o levaria embora. Por tudo isto, Waldick Soriano faz-se símbolo, no Brasil inteiro, de um estilo, de uma classe social, e da sua manifestação cultural, pulsante e criativa. Doença Waldick teve diagnosticado um câncer de próstata em 2006. Em 2 de julho de 2008 foi divulgado que seu estado de saúde era grave, pois já ocorrera metástase da doença. Morreu em 4 de setembro no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro.

ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...