quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

MANDY E SOROCABINHA

Olegário José Godoy, o Sorocabinha nasceu em Dois Córregos, no interior do estado de São Paulo, em 03 de janeiro de 1895 e faleceu em São Paulo/ SP em 10 de julho de 1995. Manuel Rodrigues Lourenço, o Mandy nasceu em Anhembi, no estado de São Paulo, em 25 de janeiro de 1901 e faleceu em Piracicaba/SP em 12 de março de 1987. Olegário José, o Sorocabinha, era filho do machadeiro e cantador Nhô Juca Sorocaba, também conhecido por Sorocabão. Manuel Rodrigues Lourenço era professor primário e formou em 1917 o Quarteto Caboclo, com Luís Antônio de Oliveira Júnior, Astrogildo de Lima Peazza e Antônio Ferraz de Arruda. A dupla se conheceu quando o então diretor do Grupo Escolar Rural de Dois Córregos, Manuel Lourenço, viu o caboclo Olegário tocando viola num armazém. Em 1924, Sorocabinha viajou para São Paulo em companhia de Cornélio Pires, fazendo apresentações na capital paulista, no Cine República, com a Turma Caipira formada por Arlindo Santana, Caçula, Ferrinho, Mariano, Sebastião Ortiz, Sorocabinha e Zico Dias. Em 1929, voltou a se encontrar com Cornélio, que estava criando a sua Turma Caipira. Viajou para São Paulo, apresentando-se por cerca de um mês no Cine Paulista em shows diários. No mesmo ano viajaram para o Rio de Janeiro, onde realizaram as primeiras gravações de músicas caipiras. Em seguida rumaram para Santos, onde fizeram as últimas apresentações da Turma Caipira. Pouco depois, Sorocabinha se uniu a Manuel Rodrigues, que adotou o nome de Mandy para criar a Turma Caipira Víctor. A dupla gravou cerca de 64 discos pela Colúmbia, RCA Víctor, Odeon e Parlophon. Em 1932, participaram do filme "Vamos Passear", no qual cantaram "Caboclo Feliz", "Caipira Mulato"e "Imposto do Selo". As músicas da dupla são consideradas documentos históricos por falarem de temas da época, como a crise de 29, a Revolução Constitucionalista de 32 e outros. Em 1934, gravaram "Tempo Ruim" e "A Muié que Cortô o Cabelo", de autoria da dupla. Em 1936, Sorocabinha mudou-se para São Paulo, o que dificultou a continuação da dupla, pois Mandy permaneceu em Piracicaba. Mesmo assim, a dupla ainda duraria mais dois anos. Sorocabinha continuaria com outros parceiros até 1951, quando encerrou definitivamente a carreira. De: Recanto Caipira

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

DUO IRMÃS CELESTE

Diva Araújo e Geysa Araújo, ambas nascidas em Sacramento, no estado de Minas Gerais. Diva, ainda criança, já se apresentava nos programas de rádio na cidade de Uberaba, para onde havia se mudado juntamente com a família. Mais tarde, tendo se mudado para São Paulo, Diva começou a cantar na Rádio Nacional no programa do José Rosa. Na capital paulista formou a dupla com sua irmã Geysa. Dotadas de vozes bastante afinadas, Diva e Geysa agradaram de imediato e receberam o convite de Blota Jr para atuar na Rádio Record. Por sua beleza encantadora, as irmãs Diva e Geysa também ficaram conhecidas como "As Bonecas que Cantam". Nessa época conheceram o acordeonista Mário Zan, que passou a ser o empresário do Duo Irmãs Celeste. O primeiro disco foi gravado em 1957; um disco 78 rpm com a valsa "Cantando" e o rasqueado "O Trem Apitou". Passaram a se apresentar por todo o Brasil, e em 1958, gravaram a valsa "Calendário da Vida" e o rasqueado "Nova Flor (Os Homens Não Devem Chorar)"; alcançando enorme sucesso e foi regravado por muitos outros intérpretes, inclusive no exterior. Foi também o Duo Irmãs Celeste que gravou "Alvorada Tupi" em 1958 pela RCA-Victor, que foi a primeira tupiana gravada, ritmo criado por Mário Zan e Nonô Basílio. A dupla seguiu se apresentando ao longo de seis anos, gravando 8 LPs e em seguida se desfez. Geysa casou-se com Mário Zan e passou a seguir carreira solo, tendo se apresentado inclusive na Alemanha. Mais tarde, porém se separou do acordeonista e acabou abandonando a carreira artística. Diva permaneceu na carreira tendo sido contratada pela Rádio São Paulo, onde se apresentou como cantora e atriz de rádio. Na televisão, Diva atuou na TV Record e na TV Tupi, onde fez parte do elenco das novelas "O Punhal de Prata", "A Fábrica" e "O Hospital". Participou também da revista "No País dos Bilhetinhos" e foi "crooner" em boates. Geysa morreu aos 74 anos, no dia 1º de janeiro de 2011, na cidade de Sorocaba, vítima de parada cárdio-respiratória. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

DUO GUARUJÁ

Manilce Lallis (Nilsen Ribeiro), iniciou sua carreira musical cantando em festas de amigos, nas quais costumava causar boa impressão aos diversos convidados, dentre eles, Armando Castro, que era "crooner" do grupo "Vagalumes do Luar", que era contratado exclusivo da Rádio Record de São Paulo e da gravadora Continental. Durante um ano, Armando também fez parte da equipe contratada pela Rádio Farroupilha de Porto Alegre/RS. Nilsen e Armando se uniram em matrimônio no ano de 1951. Casando também as suas vozes, formaram a dupla à qual deram o nome "Duo Guarujá", nome esse escolhido através de um concurso. O primeiro disco do Duo Guarujá foi gravado em 04 de fevereiro de 1955, pela gravadora Continental, com o bolero "Non Dimenticar" e a guarânia "Filha de Maria". No ano seguinte foram agraciados com o Prêmio Roquette Pinto como "O Melhor Duo Vocal". Nessa época, três músicas do repertório da dupla já figuravam com destaque nas paradas de sucesso. Em 1958, o Duo Guarujá gravou o 14º disco 78 rpm pela Gravadora Continental, com a guarânia "Cabecinha no Ombro" e a valsa "Se a Viola Contasse". Sem dúvida, um dos grandes marcos da trajetória do Duo Guarujá foi a gravação de "Cabecinha no Ombro", que permaneceu durante 6 meses ocupando o primeiro lugar nas paradas de sucesso, tendo obtido praticamente todos os prêmios de música possíveis na época. De autoria de Paulo Alves Borges (nascido no Rio de Janeiro/RJ no dia 28 de fevereiro de 1916), "Cabecinha no Ombro" foi inspirada no momento em que, estando num bonde no Rio de Janeiro, uma amiga sua começou a chorar em seu ombro... Quando Paulo voltava pra casa, caminhando no bairro do Botafogo, começou a lapidar essa jóia musical que obteve mais de 150 gravações. A vendagem dessa guarânia chegou a atingir a incrível marca de 6 milhões de discos!! A fase de maior sucesso na carreira do Duo Guarujá compreendeu as décadas de 1950 e 1960, tendo gravado mais de 50 discos, entre 78 rpm, compactos e LP's. Nilsen Ribeiro e Armando Castro já são falecidos. Nilsen Ribeiro faleceu no dia 30 de setembro de 2007, aos 80 anos de idade, em Santo André/SP, cidade onde residia. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

sábado, 16 de fevereiro de 2019

AMELINHA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Amélia Cláudia Garcia Collares, mais conhecida como Amelinha (Fortaleza, 21 de julho de 1950), é uma cantora e compositora brasileira. Amelinha iniciou sua carreira na década de 1970, ao lado de outros cantores cearenses como Fagner, Belchior e Ednardo. O grupo ficou conhecido no meio artístico como "pessoal do Ceará". Partiu de sua terra natal, no ano de 1970, para cursar comunicação na cidade de São Paulo. Cantando inicialmente como amadora, Amelinha participou de shows do cearense Fagner, de quem é amiga. A partir do ano de 1974, inicia sua carreira profissional na música, se apresentando em programas televisivos. Em 1975, viaja para Punta del Este, no Uruguai, na companhia de Vinicius de Moraes e Toquinho. Dois anos depois, Amelinha lança o disco Flor da Paisagem, sob produção de Fagner, e foi apontada como cantora revelação da MPB. Em 1979, ganha o disco de ouro com o lançamento do LP Frevo Mulher. Mas foi em 1980 que Amelinha foi consagrada como uma grande intérprete da Música Popular Brasileira, com a canção Foi Deus que fez você, composta por Luiz Ramalho, no festival MPB 80, da Rede Globo. A canção foi classificada em 2º lugar, e vendeu mais de um milhão de discos compactos, alcançando o 1º lugar nas paradas das rádios FM e AM. Nessa época, já possuía diversas gravações e alguns discos produzidos por Zé Ramalho. Em 1982, interpreta a canção-tema da minissérie Lampião e Maria Bonita, exibida na Rede Globo, intitulada Mulher nova, bonita e carinhosa, faz o homem gemer sem sentir dor, e o disco homônimo ficou entre os 50 mais vendidos do ano de 1982. Romance da lua, lua, lançado em 1983, é uma tradução de um poema de Garcia Lorca em Romanceiro Cigano (no original em espanhol, Romancero Gitano). Em 2011, lançou Janelas do Brasil, com canções de Belchior, Zeca Baleiro, Ednardo, Fagner, Geraldo Espíndola, Alceu Valença e uma das mais recentes revelações da MPB, Marcelo Jeneci. Em 2012, Amelinha gravou seu primeiro DVD, contando com as participações de Fagner, Zeca Baleiro e Toquinho. Foi casada de 1978 à 1983 com o músico Zé Ramalho com quem teve dois filhos. Em outubro de 2017, Amelinha lança o CD De primeira grandeza: As canções de Belchior, e alinha no repertório dez músicas do cancioneiro do músico cearense Belchior.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

JOÃO CARLOS E MAURICIO

João Carlos Ponci, nasceu em 09 de junho de 1968 na cidade de Poços de Caldas/MG, e Maurício Donizete Felipe, nasceu em 08 de setembro de 1968 na cidade de Botelhos/MG. Foram alunos de uma escola técnica em 1983, época em que já manifestavam o gosto pela cantoria, pelos instrumentos violão e viola caipira, além do desejo de preservar a autêntica cultura do caipira através de manifestações artísticas. Ambos sempre foram participantes ativos de comunidade de jovens exercendo papéis de liderança em animações, atuando separadamente em festivais de música sacra e eventos festivos. A dupla se iniciou no ano de 1992, em um festival de paródias, conquistando o primeiro lugar não só neste ano, mas nos quatro anos subseqüentes no mesmo evento. Uniram seus trabalhos musicais, tendo como linha o estilo sertanejo raiz, sempre dosados de ritmos como: Cururu, guarânia, querumana, pagode de viola, cateretê, toadas, etc. cantando e tocando com o instrumento no peito. Iniciaram então uma jornada de trabalho seja como compositores, intérpretes e músicos, participantes de festivais de música sertaneja, sacra regional ou em apresentações direcionadas a festas populares e peças teatrais, com repertório objetivando não deixar que o povo esqueça as suas origens, culturas e crenças, já que moram em uma região com pessoas que vieram do meio rural em busca de trabalho e que ainda carregam consigo, o gosto pelas coisas da terra. Esse trabalho abriu as portas para várias apresentações em auditórios, programas de rádio e televisão entre eles, Viola Minha Viola da TV Cultura, várias participações no programa "Caminhos da Roça" da EPTV e também com a Associação de Violeiros de Poços de Caldas neste mesmo programa. Além de várias apresentações, entre eles o Encontro Nacional de Violeiros em várias cidades do interior de São Paulo e o Rodeio de Barretos. Foram finalistas em cinco Festivais Viola de Todos os Cantos da EPTV. Fato marcante tem sido a parceria com a Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas, unindo em grandes eventos a Música Erudita e a Música Caipira, além de estarem ativamente organizando encontros de violeiros juntamente com a Associação de Violeiros de Poços de Caldas, destacando a realização do 1º ao 4º Encontro Regional de Violeiros de Poços de Caldas, com sucesso reconhecido por vários meios de comunicação, pela Prefeitura Municipal e pelo povo desta cidade. Em 2000, gravaram o 1º CD intitulado “TERRA, VIOLA E POESIA” com 14 músicas valorizando as tradições e a cultura do nosso povo rural, tendo merecido reconhecimento nos locais em que divulgaram o trabalho como uma dupla de música caipira. Em 08 de março de 2002, com prenúncio de um ano marcante, lançaram o 2º CD da carreira intitulado “VIOLEIRO, VIOLA E CANTORIA”, com 13 músicas que foram e estão sendo executadas em rádios de várias partes do Brasil. Em 12 de novembro de 2004, lançaram seu 3º CD com 16 músicas, intitulado “NA TRILHA DA VIOLA”, em Poços de Caldas/MG, iniciando assim uma nova fase de apresentações já agendadas no interior de São Paulo e Minas Gerais. Este CD “NA TRILHA DA VIOLA” obteve reconhecimento nacional conquistando o PRÊMIO NACIONAL DE EXCELÊNCIA DA VIOLA CAIPIRA nas categorias melhor CD independente produzido em 2004 e Dupla Revelação da Música Caipira, prêmio esse oferecido pela Revista Viola Caipira de Belo Horizonte/MG. Em 10 de junho de 2006, lançamento do 4º CD com 15 músicas, intitulado “VELHO CARREIRO”, com repertório valorizando os compositores da nossa região, dando continuidade à filosofia de trabalho da dupla. Em 20 de dezembro de 2008 em Poços de Caldas, lançamento do 5º CD intitulado “CORDAS DE AÇO” trazendo na sua bagagem 18 músicas selecionadas, também mantendo a linha de trabalho da dupla relativo aos CDs anteriores. No final de 2010, novamente a dupla conclui um novo CD, uma edição especial, intitulado “As Dez Querumanas”. Este trabalho valoriza a poesia caipira em forma de querumanas que é um dos vários ritmos que compõem a nossa música caipira. De Recanto Caipira

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

BOLINHA, CIDOCA E SUELY

Trio formado por Euclides Pereira Rangel (Bolinha), Aparecida Silvério (Cidoca) e Sueli Barreto Langgoth (Suely). Bolinha no princípio dos anos 50 fez parte do Trio Mineiro, com o qual gravou diversos discos. Em 1956, teve o bolero "Boneca Cobiçada", de sua autoria e Biá, gravado pela dupla Palmeira e Biá, que tornou-se um grande sucesso e uma das músicas mais gravadas da Música Popular Brasileira. Em 1957, Cascatinha e Inhana gravaram a toada "Tropeiro Gaúcho", de sua parceria com Cascatinha; Poly gravou o bolero "Perambulando", parceria com Zé Mineirinho, e os Irmãos Souza e os Irmãos Caçula gravaram a rancheira "Maria Ciumenta". Uma certa tarde Bolinha estava no Café Cinelândia, na capital paulista, trocando idéias com Brinquinho e Brioso a respeito dos últimos sucessos. Falavam especialmente da música "Boneca Cobiçada", quando Brinquinho questionara qual seria o próximo sucesso. Bolinha respondeu que talvez uma nova "boneca". Foi quando surgiu a idéia de formar um duo, e Brioso o apresentou Cidoca. Surge então o duo Bolinha e Cidoca. Mas Bolinha sentia que faltava algo pra completar a harmonia de suas vozes, e no mesmo Café Cinelândia, conversando com Nízio, que o apresentou a jovem sanfoneira Suely. Surge então o trio "Bolinha, Cidoca e Suely" que estrearam no dia seguinte na Rádio Tupi, no Programa de Brinquinho e Brioso, que foram os padrinhos do novo trio. Alguns dias depois gravaram pela Odeon seu primeiro disco de 78 rotações, com as músicas "A Boneca Chorou" e "Convivência", alcançando uma boa vendagem de discos. Outros sucessos vieram depois, como "Boneca Fingida", "Reinado de Bonecas", "Flor de Manacá", "A Menina", "Deixa Eu Ficar", "Lágrimas de Homem", "Não Chores Mais", entre outros. Em 1960, Suely gravou ao acordeon, o tango "Amar e Sonhar" e o bolero "Causa Justa". Texto: Sandra Cristina Peripato De Recanto Caipira

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

DUO ESPERANÇA

O simpático casal José dos Santos Neves e Lusmar Dias Neves, nascidos em Rancharia, no interior do estado de São Paulo, formam o Duo Esperança que, com suas belíssimas vozes, nos fazem relembrar a inesquecível dupla Cascatinha e Inhana, conhecida carinhosamente como os Sabiás do Sertão. Notando a belíssima Interpretação de José e Lusmar, o compositor Dino Franco, de quem são conterrâneos, foi o grande incentivador da carreira musical do casal, após tê-los ouvido se apresentar no Programa "Encontro de Violeiros", na Rádio Comunitária "Esperança FM" de Rancharia/SP. Tudo começou na época de namorados “cantarolando” em festinhas da família. Casaram em 11 de julho de 1971, tiveram um casal de filhos. Criaram e formaram seus filhos; até então, não se atentaram para carreira artística. Depois de convidados a participar de um programa sertanejo dominical que acontecia na rádio comunitária “Esperança FM”. Foi aí que surgiu interesse; uma vez que muitos amigos pediam para que se apresentassem sempre no programa “Encontro de Violeiros”. Em virtude das apresentações nesse programa, foi que o “Grande Mestre da Música Sertaneja” Dino Franco, ouviu e os incentivou a dedicarem-se à música, e até se dispôs a produzi-los na gravação de um CD. Ficaram gratos a Dino Franco imensamente e aceitaram, sem dúvida, serem produzidos por este grande amigo e companheiro. Gravaram o primeiro CD, um trabalho independente, que foi um sucesso. Venderam mais de 5.000 cópias. Após este trabalho, através do senhor Paulo César Gomes, proprietário da Editora e produtora BGK, apresentou esse trabalho para a gravadora Atração Fonográfica, a qual os contratou e lançou esse mesmo trabalho no mercado com nova roupagem de capa, mixado e masterizado no estúdio Carbonos. Felizmente, foi um grande sucesso também, pois este trabalho foi um resgate que fizeram dos saudosos Cascatinha e Inhana. Fizeram inúmeros programas de televisão, incluindo a rede de parabólicas, transmissões regionais e alguns programas de tv a cabo, sempre com ótima aceitação. Gravaram um total de 4 CDs. O duo se desfez com a morte de Lusmar, ocorrida em 07 de setembro de 2014. De: Recanto Caipira

ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...