quarta-feira, 29 de maio de 2019

CELINHO

Célio Cassiano Chagas nasceu em Conceição das Alagoas, no estado de Minas Gerais. Começou a gostar do acordeon desde pequeno. Ganhou do pai uma Stradella 48 baixos, da Lappi. Foi aprendendo a tocar, se apresentando em bailes e observando outros sanfoneiros. Mais tarde o pai lhe deu uma 80 baixos e ele foi estudar em Uberaba, onde costumava ir para comprar discos de Mário Zan. Começou atuando na Rádio Sociedade de Uberaba onde fez parte do trio "Floriano, Zezinho e Celinho". Fazia solos e tocava também no regional da rádio. Tornou-se professor do Conservatório de Música de Uberaba. Mais tarde, numa festa de São João foi para São Paulo, onde percorreu diversas rádios, vindo a conhecer a dupla Campanha e Cuiabano. Juntamente com Cuiabano foi contratado como porteiro, além de cantor. Durante três anos, o trio fez inúmeros shows, que eram realizados quase todos os dias. Nesse período, Celinho sofreu um acidente de trem quando voltavam de uma viagem ao Paraná, que o deixou engessado por mais de 60 dias. O trio que durou 10 anos foi contratado pela Rádio Nacional, mas não chegou a realizar nenhuma gravação. Em 1958, passou a tocar com Mariano e Caçula no Programa "Alvorada Cabocla" durante um ano. Em 1959, tocou com Praião e Prainha. No mesmo ano, gravou seu primeiro disco solo, interpretando o baião "Malicioso" e o tango "Último Encontro". Gravou ao todo quatro discos solo. A partir de 1960 passou a tocar com Pedro Bento e Zé da Estrada, participando de shows e gravações por mais de 50 anos. No período entre 1978 e 1980 gravou três LPs com o trio "Catuí, Catuê e Celinho". Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

sábado, 25 de maio de 2019

JP STUDIO

Gravações de spots, anúncios, mensagens, vinhetas, chamadas, aberturas e encerramentos. Gravações de áudio-book,(leitura de livros ), mensagens para lojas, instituições e políticas. Gravações de texto em diálogo e político. Gravações caricatas. Gravação indoor e propaganda de produtos e ofertas para comércio e carro volante. Tele-mensagem, tele-marketing, tradução musical, espera telefônica e jingle. Vários tipos de vozes: masculinas, femininas, infantis e caricatas. Gravações de pendrive, cartão de memória e cd. Produção de vídeos: vídeo-mensagem, vídeo-chamada e outros tipos de vídeos: comerciais, políticos, educativos, religiosos, corporativos e animados. Criação de: sites, blogs, lojas virtuais, logos, aplicativos, produtos promocionais, vestuário personalizado e outros. Fones: 9-9869-5236 - 9-9637-9038 ou 9-9147-7406.

MUNDO DIGITAL PRODUÇÕES

Serviços de rádio. Anúncios, propagandas e mensagens em carro de som. Panfletagens. Locuções em portas de lojas e eventos. Instalação de rádio indoor: comercial, educativa e religiosa. Instalação de tv corporativa. Promoções. Cestas para datas especiais. Fones: 9-9869-5236 - 9-9637-9038 ou 9-9147-7406.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

TEDDY VIEIRA

Teddy Vieira de Azevedo nasceu em Itapetininga, interior do estado de São Paulo, em 23 de dezembro de 1922. Considerado um dos mais bem-sucedidos compositores caipiras. Ao terminar o curso primário, em sua cidade natal, transferiu-se para São Paulo. Aos 18 anos escrevia versos caipiras e em 1948 teve suas duas primeiras músicas gravadas, pela dupla Mineiro e Manduzinho: "Preto de Alma Branca" (parceria com Lauripe Pedroso) e "João-de-Barro" (parceria com Muibo Cury), em etiqueta particular. "João-de-Barro" teve inúmeras regravações, algumas de um grande sucesso (como a de Sérgio Reis, em 1974, pela RCA). O cururu "O Menino da Porteira" (de Teddy Vieira e Luizinho), um dos clássicos caipiras, foi gravado por Luizinho, Limeira e Zezinha em 1955 na RCA Víctor. Essa gravação consagrou-o como compositor. Teddy Vieira era sub-tenente do Exército, da Reserva, e nas horas vagas, compunha aquelas modas-de-viola, cururus, toadas e ritmos que marcaram sua passagem por este mundo. Em 1956 Teddy Vieira passou a ser diretor-sertanejo da Colúmbia, depois CBS, criando então a dupla caipira Tião Carreiro e Pardinho, que obteve rápido sucesso com "Cavaleiros de Bom Jesus" (de Teddy Vieira, João Alves e Nhô Silva). No mesmo ano, Moreno e Moreninho gravaram na Colúmbia, o cururu "Treze de Maio" (de Teddy Vieira, Riachão e Riachinho). Ainda em 1956 lançou em discos a dupla Zico e Zéca, com composições que marcaram época, como "A Enxada e a Caneta" (parceria com Capitão Barduíno). Em 1958 Teddy Vieira mudou para a Chantecler, com o cargo de assessor do diretor artístico da gravadora (que era o Palmeira). Em 1962, após a saída de Palmeira da Chantecler, Teddy trabalhava como assistente artístico. Contudo, não deixou de compor, e suas músicas continuavam sendo grandes sucessos. Em 1964, por exemplo, "Bandeireiro do Divino" (feita em parceria com Alves Lima), gravada por Tonico e Tinoco, foi um dos maiores sucessos da gravadora. Foi indiscutivelmente, em seu tempo, o maior nome da composição sertaneja. Até hoje, suas músicas são muito executadas e continuam fazendo sucesso, como é o caso de "O Menino da Porteira" e "João-de-Barro". Em 1957 casou-se com América Risso e deste casamento nasceu seu único filho, Teddy Vieira de Azevedo Filho. Teddy Vieira nasceu em Itapetininga, mas seu lugar preferido era Buri, onde ia descansar e fazer suas caçadas e pescarias. E foi numa dessas viagens à Buri, que Teddy veio a perder a vida em 16 de dezembro de 1965 num trágico acidente automobilístico. Também vieram a perder a vida neste acidente o cantor Paulo Queiroz, e Lauripes Pedroso que fazia parte da dupla Irmãos Divino. Teddy Vieira colaborou decisivamente para o surgimento de muitos artistas sertanejos como Leôncio e Leonel, Zico e Zéca, Liu e Léu, Vieira e Vieirinha, Sulino e Marrueiro, Mineiro e Manduzinho, Zilo e Zalo, Waldomiro e Waldemar, entre outros. Ajudou também muitos compositores, encaixando suas músicas, como Lourival dos Santos, Carreirinho, Luiz de Castro, Benedito Seviero, Sebastião Víctor, Roque José de Almeida e Nelson Gomes. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quinta-feira, 23 de maio de 2019

JACINTO - O DONZELO

Murillo de Amorim Correia, nasceu em Campinas, no estado de São Paulo, em 19 de dezembro de 1926. Iniciou sua carreira em seriados e filmes, mas ganhou fama no cenário humoríistico ao integrar o elenco do programa "Praça da Alegria" nos anos 60, e depois na "A Praça é Nossa" nos anos 80. Seu papel mais conhecido foi no quadro "Vitório e Marieta", no qual atuava ao lado da comediante Maria Teresa. Outro personagem conhecido foi "Jacinto, o Donzelo". Murillo fez fama como artista de rádio, TV e até de boates. Foi premiado várias vezes com o prêmio "Roquete Pinto", que na época era o "Oscar" dos artistas no Brasil. Faleceu em São Paulo, em 14 de fevereiro de 1997, vítima de infarto. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 22 de maio de 2019

PEDRO BENTO E ZÉ DA ESTRADA

Joel Antunes Leme (Pedro Bento) nasceu em Porto Feliz/SP, em 08 de junho de 1934, e Waldomiro de Oliveira (Zé da Estrada) nasceu em Botucatu/SP, em 22 de setembro de 1929. Aos 16 anos, Pedro Bento já havia deixado a sua Porto Feliz e residia em São Paulo. Cantava ao lado de Ludovico Patrignani e eram chamados de Matinho (Pedro Bento) e Matão, com constantes aparições no Programa de Paiozinho e Zé Tapera, "Casa do Fazendeiro". Em virtude de uma excursão de Paiozinho, Matinho ficou com a responsabilidade de assumir o Programa e, então, resolveu procurar um novo parceiro, encontrando-o na pessoa de Waldomiro, que nas horas de folga participava do "Trio Minas Gerais", junto com Sílvio e Machadinho. Waldomiro se apresentava com seus companheiros num programa de calouros chamado "Chico Carretel" quando Matinho o convidou para formar a dupla. Foi num programa da Rádio Cultura que Paiozinho os batizou de Pedro Bento e Zé da Estrada. Formada a parceria, o que se viu nos primeiros tempos, que compreendam os anos de 1954 a 1955, foi a demonstração de competência e grande futuro da dupla e, assim, o caminhar para a glória. Acompanhados pelo sanfoneiro Coqueirinho. se apresentavam, assiduamente, no Programa "Amanhecer da Minha Terra", da Rádio Bandeirantes, oportunidade em que, influenciados pelo êxito de Miguel Aceves Mejia, introduziram as lendárias canções mexicanas no mercado musical da viola. A novidade lançada por Pedro Bento e Zé da Estrada foi recebida na forma de um gigantesco sucesso. No entanto, só em 1957 é que os maiores representantes da canção rancheira no Brasil conseguem gravar o primeiro disco de 78 rotações, com as músicas "Seresteiro da Lua" e "Taça da Dor". Gravaram um total de 16 discos de 78 rotações. As apresentações da dupla sempre foram precedidas de uma expectativa muito grande. Todos queriam ver de perto aquelas diferentes e luxuosas roupas, os enormes chapelões, a melodia emotiva e apaixonada, a beleza dos rítmos que saiam dos sons estridentes, fatores suficientes para fazer dos dois parceiros os maiores representantes do fabuloso gênero dos "Los Mariachis" no Brasil. Um dos seus maiores sucessos foi a música "Os Três Boiadeiros" de Anacleto Rosas Jr, que em 1978 acabou por se transformar em um filme de grande sucesso de bilheteria. Também em 1967, ficaram em segundo lugar com a música "Mágoa de Boiadeiro", no Festival de Música Sertaneja da Rádio Nacional - hoje Globo. Desde fevereiro de 1956 quando a dupla se uniu gravaram um total de 16 discos de 78 rpm, 122 LPs e 24 CDs. Seus maiores sucessos foram "Mágoa de Boiadeiro" e "Seresteiro da Lua". Atualmente destaque para "Sete Palavras". A dupla se desfez com o falecimento de Zé da Estrada ocorrido em 05 de junho de 2017. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

segunda-feira, 20 de maio de 2019

MÁRIO E MARIN

Mário Bueno (Mário) nasceu em Piracicaba, no interior do estado de São Paulo, e inicialmente dedicou-se à música popular em geral, fazendo parte de um trio então bastante conhecido: "Os Três Valetes". Em 1953, formando dupla com Marin, decidiu especializar-se na música sertaneja e teve início então uma promissora carreira. Moacyr Cruz (Marin), nasceu em Santa Bárbara do Oeste, no estado de São Paulo. Dedica-se à música sertaneja desde 1953, ano que marcou o aparecimento da dupla. Gravaram seu primeiro disco 78 rpm pela Colúmbia em 1956, com "La Gigiota" e "Abre a Janela". Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 15 de maio de 2019

PIRANGUEIRO E MARIA CHIQUINHA

Armando Molognoni (Pirangueiro) nasceu em Jundiaí, no estado de São Paulo. Iniciou a carreira artística sob a direção do saudoso Genésio Arruda, na Rádio Record, no ano de 1948. Durante dezesseis anos, fez dupla com Nhô Pires, antes de ingressar nos programas “Brasil Caboclo” e “Serra da Mantiqueira”, respectivamente do Capitão Barduíno e de Biguá, na Rádio Bandeirantes. Evani Alves Molognoni (Maria Chiquinha) nasceu em Mococa, no interior do estado de São Paulo. Casada com Pirangueiro, estão juntos há mais de trinta anos, levando alegria por onde passam. Maria Chiquinha manteve no ar, por mais de dez anos, o programa “Festa na Varanda”, pela Rádio Boa Nova de Guarulhos/SP. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quinta-feira, 9 de maio de 2019

OSMANO E MANITO

Osvando de Noronha (Osmano) e Olivar Noronha (Manito) são irmãos, filhos de Calixto Ferreira de Noronha e de D. Benevenuta Furtado da Silva. O pai é de Patos de Minas, nascido no Distrito de Areado, e a mãe de Carmo do Paranaíba, onde também nasceram Osmano e Manito na zona rural daquele município, sendo que o primeiro nasceu na Fazenda Serrinha e o segundo na Fazenda Gordura. Ainda meninos, a família mudou-se para o município de Patrocínio, onde Osmano e Manito iniciaram suas atividades musicais, tendo se apresentado pela primeira vez na ZYW-8 Rádio Difusora de Patrocínio/MG. Em 1962 os irmãos utilizando seus nomes de batismo, ou seja, Osvando e Olivar se inscreveram e participaram da "Roda de Violeiros" promovida pela ZYB-4- Rádio Clube de Patos, e a nível regional contou com nada menos que 78 conjuntos musicais considerando duplas e trios, realizadas duas etapas eliminatórias e uma finalíssima tendo a dupla sagrado-se campeã, cujo o evento ocorreu no dia 24 de maio de 1962 no auditório da Rádio Clube de Patos. O título de "Campeões do Alto Paranaíba", rendeu a dupla um contrato de seis meses com a emissora, para aos domingos se apresentar no programa "Roda de Violeiros". Em janeiro de 1963 decidiram mudar-se para São Paulo, e através de Nenete e Dorinho, foram apresentados ao Nhô Zé, que inseriu a dupla no Programa "Alvorada Cabocla" da Rádio Nacional (atual Rádio Globo de São Paulo), onde permaneceram cantando no horário de 5:30 às 6:00 horas da manhã, sendo apresentados por Nhô Zé e Zé Russo. Osmano e Manito gravaram 12 LPs, nas gravadoras Califórnia, Continental e Som Livre, nas décadas de 70 e 80 ocupou espaços entre as melhores duplas do Brasil da época, prova disso foram as inúmeras participações da dupla nos programas sertanejos de São Paulo, como Linha Sertaneja Classe A da Rádio Record apresentado por Zé Béttio e Zé Russo, participação do 5º Festival Record da Música Sertaneja promovido pela Rádio Record e realizado no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo. Inúmeros foram os troféus e diplomas que conquistaram em diversos eventos artísticos. O maior sucesso da dupla foi sem dúvida "Escuta Minha Canção" de autoria de Ubirajara Moreira, Osmano e Manito. A dupla se desfez com o falecimento de Osmano ocorrido no dia 30 de outubro de 2011 em Patos de Minas/MG. Manito após a morte do irmão se uniu a seu filho Guilherme, com quem formou a dupla "Manito e Manito Jr", e já gravaram dois discos e continuam levando a história da música sertaneja raiz por todo o Brasil. De: Recanto Caipira

ARLINDO BÉTTIO

Arlindo Béttio nasceu em 1920. Compositor, instrumentista, sanfoneiro, irmão do radialista e sanfoneiro José Béttio e do comunicador Oswald...