sábado, 8 de setembro de 2018

LS JACK

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. LS Jack foi uma banda de rock alternativo brasileira formada em 1997 na cidade do Rio de Janeiro. A banda ficou parada por 6 anos devido a complicações cardiorrespiratórias causadas ao vocalista Marcus Menna durante uma lipoaspiração mal-sucedida em 2004, deixando-o em estado de coma por mais de dois meses, além de sérios problemas de coordenação motora. História O LS Jack começou, quando alguns estudantes de música decidiram montar uma banda chamada L'Acid Jazz para tocar na noite carioca.[1] Influenciados por diversos artistas como Michael Jackson e James Taylor Quartet, adquiriram experiência suficiente para compor as primeiras canções, misturando rock, pop, funk, jazz, hip hop e black music. Mudaram o nome para LS Jack um jogo de palavras com o acid jazz e já com algum repertório próprio, mas sem disco nem gravadora, conseguiram uma apresentação nos programas de Luciano Huck e Xuxa. Depois disso, não demorou para Marcus Menna (voz e violão), Sérgio Morel (guitarra e teclados), Serginho Ferreira (guitarra), Vitor Queiroz (baixo), Alessandro Barros (saxofone) e Bicudo (bateria) estourarem em todo o país. O primeiro álbum, auto-intitulado, LS Jack lançado em 1999 trouxe o hit "Você Chegou", além de "Go Back", dos Titãs e "Quase Um Segundo", do grupo Os Paralamas do Sucesso. Em 2000 chegou Olho por Olho, Gente por Gente, em que a banda foi mais a fundo em busca de sua identidade. Os grandes destaques do trabalho foram "U Q Fazer", "O Tempo" e "Não Chores Mais". A cantora Luiza Possi ainda fez uma participação especial na faixa "Mil Vezes". Foi, entretanto, apenas em 2002 que o grupo se tornou um dos mais populares do país. O lançamento do terceiro disco em 2002, intitulado V.I.B.E.: Vibrações Inteligentes Beneficiando a Existência, trouxe dois dos maiores sucessos de toda a carreira do LS Jack até então: "Carla" e "Uma Carta". As duas canções estiveram entre as mais tocadas do ano e renderam diversas turnês por todo o Brasil, além de aparições nos principais programas da televisão, totalizando 200 mil cópias vendidas. Pouco antes de soltar o novo trabalho, um desentendimento num aeroporto, envolvendo a banda e os pagodeiros do Art Popular, acabou em agressões físicas de ambas as partes. O caso foi amplamente divulgado pela mídia e tudo foi esclarecido. Logo após chegou Tudo Outra Vez, lançado em 2003. Feito em parceria com o renomado produtor Rick Bonadio, o álbum manteve o LS Jack em alta com "Sem Radar", "Espírito Meu" e "Amanhã Não Se Sabe". O grupo foi abalado pelo acidente sofrido pelo vocalista Marcus Menna em 2004 decorrente a reação alérgica ao medicamento Dipirona injetável tomado durante a recuperação de uma lipoaspiração. No mesmo ano a banda lançou o o álbum Jardim de Cores, que já estava sendo preparado antes do incidente. Em 2005, a banda apresentou um novo projeto chamado O Salto com o vocalista Fabio Allman, pois Marcus Menna ainda se recuperava do acidente. O Salto lançou os álbuns A Noite É dos que Não Dormem e O Possível e o Impossível Em 2010 a banda iniciou uma turnê em comemoração dos dez anos de banda, com a volta de Marcus Menna aos vocais,Serginho Ferreira (guitarra), Vitor Queiroz (baixo) e Bicudo (bateria) . Seu primeiro show foi no dia 1° de maio na Festa Nacional da Cerveja, em Divinópolis- MG. Em 2011 a banda fez diversos shows pelo sul do pais. Em fevereiro de 2012 a banda relançou o álbum Jardim de Cores com a faixa bonus "Brincar de Viver" com show comemorativo no estúdio da Multishow-FM e desde então, a banda vem se apresentando em diversas cidades do País. Antes de se chamar "LS Jack", a banda se chamava L-Acid Jazz. Com o fim da LS Jack, em 2005 os ex-integrantes uniram-se ao vocalista Fabio Allman com o intuito de criar uma nova banda, O Salto, que já lançou seu primeiro disco denominado A Noite é dos que Não Dormem. Já o vocalista Marcus Menna, reiniciou sua carreira musical em 2006 e montou uma nova banda, chamada V.I.B.E. 6. A banda voltou a tocar em 2010 com a formação original, inclusive Marcus Menna, e sem Sérgio Morel. O primeiro show da volta foi realizado em maio de 2010 na Festa da Cerveja em Divinópolis-MG.

ADÃO DA VIOLA

Adão José Angrisanis, nasceu em Maracaí, no estado de São Paulo, no dia 21 de junho. Começou na carreira muito cedo, por influência da família circense, e se dedicou à música, cantando as composições do pai, Carrapicho, e logo fazendo dupla com a irmã mais nova, Eva. Em 1962 gravou seu primeiro disco como a dupla “Adão e Eva”, pela extinta Copacabana, participando de diversos programas de TV, pelas mãos dos empresários Sebastião Ferreira e Genival Melo, dois ícones do show business. A dupla terminou, mas Adão seguiu formando outras duplas, até que em 1968 começou a trabalhar em estúdios como músico e, logo, produtor. Seu enorme talento lhe deu a oportunidade de trabalhar e produzir nomes como Trio Parada Dura, Gilberto e Gilmar, Tonico e Tinoco, João Mineiro e Marciano, Cézar e Paulinho, Gino e Geno, Chitãozinho e Xororó, Silveira e Barrinha, Silveira e Silveirinha, Mococa e Moraci, Mococa e Paraíso, Pedro Bento e Zé da Estrada, Abel e Caim, Liu e Léu, Suzamar, Gentil Rossi, Beth Guzzo, Moacyr Franco, Jackson Antunes e muitos outros. Hoje, depois de muitas formações, Adão fez parceria com Nenê Carllos. Texto: Sandra Cristina Peripato

AS GALVÃO

Mary Zuil Galvão, nasceu em Ourinhos, no interior do estado de São Paulo, no dia 04 de maio de 1940; e Marilene Galvão nasceu em Palmital, também no interior do estado de São Paulo em 27 de abril de 1942. Com o incentivo dos pais, o alfaiate Bertholdo e a costureira Maria, a dupla se formou em 1947 quando elas tinham 7 e 5 anos de idade, respectivamente, na pequena cidade de Sapezal/SP (hoje Distrito de Paraguaçu Paulista). Foi na Rádio Club Marconi, de Paraguaçu Paulista, no ano de 1947, que Mary e Marilene nasceram artisticamente como Irmãs Galvão. Incentivadas pelos pais, Bertholdo e Maria, e por Mário Pavanelli, a estréia foi em um programa comandado por Sidney Caldini. Depois de passarem pelas rádios Difusora de Assis/SP, e Cultura de Maringá/PR, elas sonhavam ir para São Paulo. A oportunidade veio por meio do Dr. Miguel Leuzi, proprietário de uma rede de emissoras, que recomendou-as para uma apresentação na Rádio Piratininga de São Paulo. Lá chegando, foram inscritas em um programa de calouros, “Torre de Babel”, sob o comando de Salomão Ésper. Não concorreram ao prêmio mas cantaram, encantaram e se tornaram profissionais da emissora. A boa repercussão da participação rendeu-lhes uma melhor oferta para cantarem na Rádio Nacional, atual Globo e, em seguida, um contrato pela Rádio Bandeirantes, para os programas “Na Serra da Mantiqueira”, apresentado por Comendador Biguá, e “Brasil Caboclo”, por Capitão Barduíno. Agradaram em cheio e foram procuradas e contratadas por Diogo Mulero, o “Palmeira”, diretor artístico da RCA Victor. Veio, então, o primeiro 78 rotações da carreira e a agenda, já bem recheada de shows, ficou repleta de compromissos devido ao sucesso que as músicas “Carinha de Anjo” e “Rincão Guarani” faziam nas rádios de todo o Brasil. Além da RCA, ao longo da carreira a dupla passou pelas gravadoras Chantecler, CBS, Phillips, Continental, Warner e, atualmente, a Atração. Circos, estúdios de rádios, teatros, ginásios, clubes, casas de cultura, praças. Por onde passavam deixavam impressos o valor, a dignidade e o respeito com que a música sertaneja pode e deve ser levada ao público, seja ele urbano ou rural. Mary e Marilene sempre se preocuparam com tudo em suas apresentações, principalmente com a maneira de vestir-se. O povo do campo se prepara com o que tem de melhor para ir às festas da cidade, daí o empenho de ambas em vestir suas melhores roupas, em respeito e retribuição ao público de modo geral, que sempre teve e tem para com elas, além de admiração, o maior carinho. O sucesso dos primeiros programas exclusivamente sertanejos na televisão garantiu uma posição de prestígio a este gênero musical, que passou a ser mais executado do que a chamada “música urbana”. E as Irmãs Galvão sempre estavam entre as figuras de proa no “Viola, Minha Viola”, “Som Brasil”, “Canta Viola”, “Especial Sertanejo” e “Musicamp”, entre outros. Este fato alavancou a comemoração do Cinquentenário da Música Sertaneja em um espetáculo realizado no Estádio do Pacaembu, tendo entre seus apresentadores nomes importantes como José Russo, Carlito Martins e Geraldo Meirelles. Em 1985, o Maestro Mário Campanha começa a produzir os discos da dupla e com ela inaugurar uma fase mais moderna. Assim, em 1985, lançam a lambada “No Calor dos Teus Abraços” e, com este LP, ganham Disco de Ouro, o que as projeta nacional e internacionalmente, com músicas tocadas em Portugal, no Canadá e na Suíça. Outros discos e prêmios vieram, entre os quais Prêmio Sharp, Prêmio Caras de Música e indicação ao Grammy Latino. Foi nesta fase que sentiram a necessidade de uma mudança e consultando a numerologia feita por Baralites Campanha, adotaram o nome As Galvão, sem deixarem de ser Irmãs. “No Calor dos Teus Abraços”, “Pedacinhos”, “Coração Laçador”, “Menino Canoeiro”, “Lembrança” e “Beijinho Doce” (originalmente gravada pelas Irmãs Castro, em quem se espelharam no começo da carreira) são alguns de seus sucessos. “Pecado Louro”, “Não Me Abandones” e “Apenas Um Pecado”, lançadas pelas Galvão, foram, mais tarde, regravadas por várias duplas. A cada show que faz, o duo sabe da responsabilidade de dar o melhor de si no palco e intui o que o público está querendo ouvir. E é o público, então, quem passa a ser o diretor musical do espetáculo. Um fato que deixa Mary e Marilene felizes é saber que suas canções já embalaram muitos romances por todo o Brasil. As Galvão não se esquecem jamais de sua história de vida. E Sapesal/SP faz parte desta história. Foi lá que passaram uma parte da infância e foi de lá que, junto com os pais, seu principais incentivadores, partiram em busca da concretização dos seus sonhos. Depois de um longo caminho feito de dificuldades, lutas e também muita esperança, o sonho de encantar o Brasil com suas belas vozes foi realizado, tanto que o radialista Toni Gomide, carinhosamente, intitulou-as “As Vozes do Século”. Um palco, um microfone. É assim que a dupla se sente “em casa” e dá seu melhor recado, contando “causos” e cantando. E tudo de forma simpática, engraçada, comovida, sincera e afetuosa. De: Recanto Caipira

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

JOAQUIM E MANOEL

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Joaquim & Manuel é uma dupla de cantores de sertanejo romântico radicada no Brasil. Na estrada a mais de 30 anos, teve sua primeira formação com Vitorio Nochi (como "Joaquim") e Roberto Paschoa (como "Manuel.") Em sua segunda formação, após o falecimento de Roberto, Otávio Corrêa assumiu a posição de "Manuel." Em 1997, Otávio se afastou da dupla, que teve sua terceira formação, com Edvaldo Santos como "Manuel." A dupla emplacou vários sucessos, entre eles Som de cristal, Minha música, Avenida boiadeira e a música que os alavancou nacionalmente, Boate azul. Esse grande sucesso foi regravado por dezenas de artistas, especialmente por Matogrosso & Mathias, contando com a participação especial dos próprios Joaquim & Manuel, em DVD. Tanto Boate azul, como Som de cristal, são de autoria dos compositores Benedito Seviero e Tomaz. História Vitorio Nochi passou a ser "Joaquim" em 1976. Seguindo a dica do humorista Murilo de Amorim Correia, que também era produtor da gravadora CBS, inventou uma dupla com um estilo diferente. O que eles chamavam de "lusitano satírico" era uma espécie de Roberto Leal, em suas vozes, e mais escrachado. Ainda sem nome definido, pensava em algo enquanto tomava um café na padaria. Ao olhar para frente, viu os portugueses Joaquim e Manuel servindo seus clientes. Era aquilo: sua dupla levaria o nome dos sócios da padaria. Ele seria "Joaquim" e seu par, quem quer que fosse, seria o "Manuel. O primeiro "Manuel," Roberto Paschoa, morreu aos 37 anos, vítima de complicações duma cirrose. Vitorio, então, abandonou o "lusitano satírico" e investiu em sertanejo, um estilo que dava o que falar naqueles meados de anos 80, em São Paulo. Com o segundo "Manuel," Otávio Corrêa, gravou Boate azul, dando projeção nacional à dupla. Com a saída de Otávio, em 1997, Edvaldo Santos assumiu o papel de "Manuel. No ano de 2007 a dupla lançou um novo CD intitulado Homenagem a polícia rodoviária. Otávio Corrêa faleceu no dia 19 de maio de 2018, vítima de um câncer.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

MUNDO DIGITAL PRODUÇÕES

Anúncios, propagandas e mensagens em carro de som. Panfletagens. Locuções em portas de lojas e eventos. Instalação de rádio corporativa: comercial, educativa e religiosa. Fones: 9-9637-9038 ou 9-9869-5236. Falar com Claudimir Ramos ou Elaine Azevedo.

ALMIR ROGÉRIO

Nestor de Medeiros, mais conhecido como Almir Rogério, nasceu no dia 12 de julho na cidade de Bragança Paulista, no estado de São Paulo. Começou a cantar aos oito anos de idade, em programas infantis, em sua terra natal. Profissionalmente, começou cantando na TV Cultura em 1966, no Programa "Show Jovem". Ficou um ano como free-lancer e, em 1968, foi contratado com exclusividade pela TV Excelsior, onde era atração principal no Programa "N. S. Show". Nesta época gravou seu primeiro disco compacto no selo Copacabana, com as músicas "Onde Andará Meu Amor" e "Agradeço a Este Amor". Depois assinou contrato com "Barros de Alencar Produções Artísticas" onde gravou a música "Triste", que foi grande sucesso na época. Seu primeiro LP foi lançado em 1973. Em 1978 participou do programa de televisão "Galãs Cantam e Dançam", apresentado por Sílvio Santos na TVS. Mas foi em 1982 que ele se consagrou com o sucesso "Fuscão Preto", que caiu no gosto popular e vendeu cerca de um milhão e meio de discos. A canção rendeu ao cantor vários prêmios, e ele se tornou uma figura conhecida em todo o Brasil. Em 1983, participou do filme "Fuscão Preto" ao lado da apresentadora Xuxa Meneghel. Em seguida fez sucesso com "O Motoqueiro", uma continuação de sua autoria para "Fuscão Preto". Gravou também "Copo de Cerveja" e "Charrete Azul". Teve composições gravadas com sucesso por outros intérpretes como "Se Deus Me Ouvisse", por Chitãozinho e Xororó e "Amor, Amor, Amor", por Gilberto e Gilmar. DE: Recanto Caipira Texto: Sandra Cristina Peripato

ALAN E ALADIN

Edmilson Fernades Machado (Alan), nasceu em Ribeirão Preto, interior do estado de São Paulo, no ano de 1962. José Nascimento Cardoso (Aladim), nasceu em Visconde do Rio Branco, no estado de Minas Gerais, no ano de 1956. Iniciaram a carreira em 1978, e gravaram o seu primeiro LP no ano de 1980, pela gravadora CBS/Sony Music com ajuda de Marciano, da dupla João Mineiro e Marciano. Na época a CBS estava investindo na área sertaneja, contudo fecharam seu departamento sertanejo e eles viram-se novamente sem gravadora. Mais uma vez Marciano os apoiou, levando a dupla para a Copacabana onde permaneceram até o último LP. Em seu 1º LP pela nova gravadora fizeram sucesso com a música "Parabéns Amor", mesmo assim ficaram quase três anos sem gravar. Gravam mais três álbuns, sendo um no ano de 1987 que vendeu quase um milhão de cópias e os consagrou em todo Brasil, um segundo no ano de 1989 que vendeu 200 mil cópias, cinco meses depois já haviam vendido 500 mil repetindo o sucesso do disco anterior e ainda o último álbum da formação original, que emplacou o sucesso "Remédio ou Veneno", no ano de 1991. Os Maiores sucessos de Alan e Aladim foram as músicas "Dois Passarinhos" e "Liguei Pra Dizer que te Amo". Infelizmente, a formação original terminou em 1º de Outubro de 1992, quando Aladim faleceu em decorrência de uma corriqueira cirurgia dentária aos 35 anos, já que o cantor desenvolveu uma certa alergia a anestesia, que lhe causou parada respiratória deixando dois filhos (8 e 2 anos na época). O último show de Aladim foi realizado na cidade de Cristalina, no estado de Goiás, a 120 km de Brasília. Após a morte do parceiro, Alan buscou novas parcerias, formando dupla com Alex, não obtendo boa aceitação, e também com Nando, ambos em 1995, com o qual também gravou um disco, mas não deslanchou. Em 1996, formou novamente a dupla, onde a gravadora Copacabana fez uma seleção para encontrar um substituto que assumisse o nome artístico de Aladim, e o parceiro escolhido desta vez foi com Patrick, um cantor de músicas italianas nas noites de São Paulo, adotando Allan e Alladim. Gravaram 05 álbuns. Após 11 anos da formação, se separaram. Atualmente forma dupla com Arnaldo dos Reis, irmão da dupla Gian e Giovani, mantendo o nome Alan e Aladim. DE: Recanto Caipira Texto: Sandra Cristina Peripato

TEDDY VIEIRA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Teddy Vieira (Itapetininga, 23 de dezembro de 1922 — Itapetininga, 16 de dezembro de 1965) ...