segunda-feira, 16 de março de 2020

AMIR E MAURINHO

Amir de Mello (Amir) nasceu na cidade de Patrocínio, no estado de Minas Gerais. Filho de Francisco de Mello e Geralda G. de Mello. Cursou na cidade natal até o ginásio, posteriormente em São Paulo terminou o segundo ciclo e prestou vestibular para Advocacia. Não pôde concluir por não encontrar-se em boa situação financeira, o que o levou ao trabalho, mas sempre dedicando-se à música, pois sempre procurou desempenhar funções correlatas com a música. Incentivo não lhe faltou. Seu pai, ardoroso apreciador da música, teve em Amir, seu primeiro e grande parceiro em Minas. Motivos imperiosos determinaram a dissolução da dupla, porém na mente do velho pai jamais se apagou essa imagem. Amir, rapaz voluntarioso, e conhecedor de promoções, procurou sempre estar no meio artístico, formou várias duplas. Possuidor de bom ouvido musical, compunha suas músicas e formava suas duplas procurando o parceiro ideal, o que só conseguiu a custo de muitas lutas e sacrifício. Em oportunidades passadas travara conhecimento com Mauro Ozelim, e por circunstâncias momentâneas não formara dupla, embora Amir identificasse nele o parceiro ideal. Em março de 1970, Amir dirigiu-se a São Sebastião do Paraíso com uma idéia fixa: trazer Maurinho e com ele formar dupla que sempre achara ideal, por sua vertiginosa carreira. Daí para o êxito seria apenas questão de tempo. Logo a seguir recebe convite da gravadora Continental para gravar, assinando assim contrato de exclusividade por dois anos. Em coquetel realizado nos estúdios da Rádio Nacional, Amir e Maurinho tiveram a maior emoção de suas vidas. Lançava-se oficialmente o seu primeiro LP nesta gravadora. Mauro Ozelim (Maurinho) nasceu em São Sebastião do Paraíso, no estado de Minas Gerais, no dia 14 de setembro. Gostava desde criança de cantar na rodinha de amigos. Numa dessas reuniões, estava presente o humorista Tatão, que era programador da Rádio Difusora de São Sebastião do Paraíso, e ouvindo o rapaz, o convidou para formar parte do "cast" daquela emissora. Assim começa a vida artística ascensional de Maurinho que, já com 16 anos, encantava a platéia com sua voz e sua simpatia. Aos 17 anos, transferiu-se para a Rádio Mundial do Rio de Janeiro onde permaneceu até os 18 anos, quando decidiu viajar, sendo contratado pelo diretor do Circo Irmãos Alciates, como cantor e ator, tendo vivido os mais diferentes papéis, durante dois anos. Maurinho começou sua trajetória em São Sebastião do Paraíso, cantando com o pedreiro Nino (naquela época as duplas se apresentavam na ZYA4 - Rádio Difusora Paraisense). Cantou também com um sobrinho dele, Toninho Fernandes. Depois gravou com outro artista paraisense, o Correto, o primeiro compacto duplo, intitulado "Silêncio de um Amor". Maurinho foi então para a capital paulista, onde cantou com Tibagi durante alguns anos, formando a dupla "Tibagi e Niltinho". Houve uma época, em que Belmonte e Amaraí estavam separados e Maurinho fez vários shows com Belmonte e, quando estavam selando uma parceria para dupla, ocorreu o acidente com Belmonte. Amaraí também fez vários shows com Maurinho. Maurinho à procura de novos horizontes, acabou encontrando o parceiro ideal na lealdade e simpatia de Amir. Só faltava um acordeonista. Procuraram e encontraram Passarelli, nascendo assim o trio Amir, Maurinho e Passarelli, que imediatamente dedicou todos os momentos disponíveis para ensaios e escolha de repertório. Trabalho duro, que foi coroado de êxito, com o lançamento do primeiro LP pela Continental. Maurinho gravou discos também com Marcelo (irmão de Léo Canhoto). Faleceu aos 37 anos, em 1981, vítima de infarto. Elídio Antônio Pantaroto (Passarelli) nasceu em Birigüi, no estado de São Paulo, no dia 09 de novembro. Contando somente 10 anos ainda, seu pai notou as tendências artísticas que brotavam do menino. Sendo também um ardoroso fã da música regional brasileira, deu-lhe no seu aniversário uma harmônica de presente. O menino exultou, e passou a viver somente para o instrumento, de tanto que gostava. Imediatamente, matriculou-se no conservatório local e passou a estudar com afinco, a fim de aprender o mais rápido possível a tocar aquele instrumento de tão difícil execução. O tempo foi passando, e o menino já não morava mais em Birigüi. A família havia se transferido para a cidade de Dracena, também no estado de São Paulo. Contava nessa época com 14 anos de idade e já era bastante requisitado para as festas na cidade e também apresentava-se na Rádio Brasil de Dracena, tocando harmônica e cantando em dupla com seu irmão. Mas estava escrito que o destino do menino de Birigüi, seria mesmo a capital. Com 18 anos de idade, arrumou sua mala, pegou o seu instrumento e num piscar de olhos, desembarcava em São Paulo. Mas nem tudo era fácil como parecia à primeira vista. Fez programas na Rádio Tupi, Record e Bandeirantes; formou diversos trios, mas o sucesso parecia que não queria nada com o moço de Birigüi, até que em seu caminho surgiram Amir e Maurinho. Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

sábado, 14 de março de 2020

BARROS DE ALENCAR

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Cristóvão Barros de Alencar, (Uiraúna, 5 de agosto de 1932 – São Paulo, 5 de junho de 2017), foi um cantor, compositor, radialista e apresentador de televisão brasileiro. Nascido no interior da Paraíba, começou em sua carreira como radialista, quando trabalhou em Campina Grande, na Rádio Borborema. Na busca de novos horizontes, viajou pelas capitais brasileiras, dentre elas Recife, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo. Em 1960, na capital paulista, conseguiu um lugar ao sol, pois passou a fazer parte das rádios Cultura, Tupi, Record e América, tocando principalmente os sucessos da Jovem Guarda. Em 1966, lançou seu primeiro compacto simples pela gravadora Chantecler (C-33-6209) com as músicas Agora sim, versão de Adesso sì, de Sergio Endrigo e Não vá embora, versão de Tu me plais et je t'aime, de autoria J. L. Chauby e Bob Du Pac. Em 1968, lançou o compacto simples com a música Não me peça um beijo, de autoria de Antonio e Mario Marcos. Em 1971, lançou um compacto simples com as músicas Não posso mais viver sem ti e Ana Cristina, ambas de sua autoria. Em 1972, fez sucesso com a balada Meu amor (Monia), de D.Finado, Jager e Vidalin, com versão de Sebastião Ferreira da Silva, incluída no LP "Os grandes sucessos da RCA Candem", que contou com a presença de nomes como Martinho da Vila, Nelson Gonçalves, Carmen Silva. No mesmo ano, outra gravação sua Não me peça um beijo (Porque vou chorar) foi incluída no LP "Os grandes sucessos volume 2" da mesma gravadora. Em 1973, lançou LP pela RCA Victor, interpretando composições românticas como a clássica balada Quem é, de Osmar Navarro e Oldemar Magalhães. No mesmo ano, participou do LP "Os grandes sucessos - VOL. 3", da RCA Camden, interpretando a música Volte querida (Honey come back), de J. Webb e versão de Sebastião Ferreira da Silva. Em 1974, participou de duas coletâneas, "Os grandes sucessos - VOL. 4", da RCA Camden, com a música Meu amor é mais jovem do que eu, e do LP Canções para dizer te amo, da RCA Victor, interpretando a balada Namorados, música que também foi incluída no LP "Parada nacional de sucesso" da Som Livre. Em 1975, gravou em LP várias músicas, dentre elas Emanuela (Emmanuelle), de P. Bachelet e H. Roy, trilha de um famoso filme da época, com versão sua. Nesse ano, participou de quatro coletâneas de sucessos, Natal com Cristo - Ano novo com amor, da RCA Camden, Canções para dizer te amo - Vol. 2, Prometemos não chorar e Fantásticos da RCA. Em 1976, participou da série "Fantásticos - VOL. 5", da RCA Victor e do LP "Saudade jovem nacional VOL. 2", da RCA Camden, com a música Olhos tristes. Em 1977, no LP "Globo de ouro - VOL. 3", da Som Livre, foi incluída sua interpretação para a guarânia Quero beijar-te as mãos. Em 1978, gravou vários sucessos pela RCA Victor. Em 1979, lançou o LP Sentimental, no qual interpretou, entre outras, as músicas Amanhã o que será (Adios), de Juan Pardo. Nesse ano, no LP As campeãs da volta do sucesso, da gravadora Seta, incluiu a sua interpretação de Prometemos não chorar, de sua autoria. Em 1980, apresentou na Rádio Tupi de São Paulo o programa "Só Sucessos". Também apresentou na TV Record o "Programa Barros de Alencar" de 1982 a 1986, no qual ficou famoso com o bordão: "Alô, mulheres, segurem-se nas cadeiras. Alô marmanjos, não façam besteiras!" e ganhou audiência com o concurso Michael Jackson onde elegeu a garota Lúcia Santos, a Maika Jeka como carinhosamente a chamava, melhor imitadora do cantor. Ainda nos anos 1980, sua interpretação para A primeira carta foi incluída na coletânea "Astros do disco", da RCA Victor. Apresentou nas madrugadas da CNT do Rio de Janeiro, o programa "CD na TV". Grande nome do rádio brasileiro, residia na cidade de São Paulo. Quando apresentava seu programa na Super Rádio, Barros afastou-se dos microfores após passar por uma delicada cirurgia na garganta. Faleceu em 5 de junho de 2017, após ser internado de causas não reveladas.

sexta-feira, 13 de março de 2020

CAPRICHO E CAPRICHOSO

Waldevino Silveira da Silva (Capricho), nasceu em Ribeirão dos Índios, município de Santo Anastácio, no estado de São Paulo, em 12 de abril de 1948. Waldevino trabalhou no sítio dos pais, até os 15 anos, no interior do estado do Paraná. Aprendeu a tocar violão e sanfona por influência do pai, que era violeiro. Sempre incentivado pelos pais, cantava em festas, bailinhos, comemorações de aniversários e casamentos. Sua mãe cantava e seu pai, também muito ligado à música, tocava viola caipira, cantava e era embaixador de Folia de Reis. Com 16 anos recebeu seu primeiro troféu como cantor no "Valores de Nossa Terra", da cidade de Uniflor; logo no ano seguinte um novo troféu: "Nossa Terra, Nossa Gente", do aniversário da cidade de Nova Esperança. Aos 18 anos começou a se apresentar na Rádio Sociedade de Nova Esperança, cantando músicas sertanejas. Nessa cidade, Waldevino realça o incentivo recebido do prefeito José Carlos Pagliaci. Em 1972, em Maringá, formou sua primeira dupla com seu primo Pedro Jorge, e, como "Florino e Floriano", apresentaram-se na Rádio Difusora de Maringá, no programa "Domingo Alegre", de Nhô Quinca. Em 1973, agora em São Paulo, fez sua segunda dupla com José Pereira dos Santos: "Carapó e Cambaí", iniciando sua vida profissional. Passou a se apresentar em rádio, circos, festa de aniversário de cidades, feiras e também participou de peças teatrais. Em 1976, formou dupla com Caprichoso. José Roberto Januário de Matos (Caprichoso) nasceu na cidade de São Paulo/SP, em 07 de novembro de 1962. Viveu a infância no meio rural em Monte Santo, no estado de Minas Gerais. Já com 12 anos cantava ao lado do irmão de 6 anos. Com 14 anos aprendeu a tocar violão, e com 15 aliou sua voz com Waldevino, e a dupla "Capricho e Caprichoso" começou a viajar, apresentando-se em shows de Milionário e José Rico. Capricho é afilhado de José Rico e Caprichoso, filho de Milionário. Milionário foi quem ouviu Waldevino cantando e achou que sua voz se casava bem com a de seu filho, marcando logo um ensaio. O resultado superou as expectativas, desde então Milionário e José Rico passaram a orientar a dupla até chegar ao disco. Após o surgimento do primeiro LP, "Quem Ama Sente Saudade", com boa repercussão junto ao público, Capricho e Caprichosos passaram a viajar sozinhos fazendo shows em circos, festa de cidades, feiras, etc. De: Recanto Caipira

quinta-feira, 12 de março de 2020

BANDEIRANTE E ZÉ BATISTA

Gilberto Felício da Silveira (Bandeirante) nasceu em Aparecida de Minas, distrito de Frutal, no Triângulo Mineiro, em 1957. Foi criado numa vida simples, trabalhando na roça. José Carlos Cândido (Zé Batista), nasceu na cidade de Barretos, no interior do estado de São Paulo, em 1956; e seus pais sempre trabalharam na roça. Era o caçula de nove irmãos. Seus irmãos gostavam muito de tocar violão, e em sua casa era som o dia inteiro, todos os seus irmãos tocavam. Era uma casa de pau-a-pique, que vivia em festa. Mudou-se para Pouso Alegre sozinho, e começou a fazer umas amizades muito boas. Ficou um tempo jogando futebol com a rapaziada e trabalhando de servente de pedreiro. Bandeirante aos 18 anos, foi para Pouso Alegre a convite do Zé Batista. Começaram a cantar num showmício em Pouso Alegre em 1976, e daí foram crescendo profissionalmente. Foi um fazendeiro de Frutal, por nome Gerônimo Heitor de Assunção, que criou o nome "Bandeirante e Zé Batista". Participaram de vários festivais, todos importantes, mas o que realmente deu a grande oportunidade para a dupla, foi o Festival da Rádio Record de São Paulo, no qual foram vencedores da etapa em São José dos Campos, em 1979. Ao final desse mesmo festival, já na cidade de São Paulo, no Ginásio do Corinthians, foram vistos pelo Sr. Oscar Martins, diretor proprietário da gravadora Chororó, que os convidou para gravar o primeiro disco. O álbum com o título de "Fuscão Preto" estourou com a música de mesmo nome. A música foi campeã em todas as paradas de sucesso do Brasil, e uma das maiores composições sertanejos da década de 80. Na época, o Programa "Canta Viola", da Rede Record, apresentado por Geraldo Meireles, conhecido como "O Marechal da Música Sertaneja", tinha um quadro onde divulgava o disco mais vendido de todo Brasil. Durante dez semanas, Bandeirante e Zé Batista ficaram em primeiro lugar de vendagem com a música "Fuscão Preto". Contratados pela Gravadora Copacabana, gravaram seu segundo LP, com produção de José Homero e Ronaldo Adriano, fadado ao sucesso como o primeiro. No quarto LP, passaram a ser uma dupla com a saída de Darlon. Gravaram ao longo da carreira, 11 discos, incluindo a coletânea "Série Grandes Sucessos". A dupla participou, com grande sucesso, durante anos do Programa "Linha Sertaneja Classe A" na Rádio Record, e depois na Rádio Capital com Zé Béttio e Zé Russo, no Programa "Linha de Frente". Foram apelidados por Zé Russo, como "Os Apaixonados do Brasil". Texto: Sandra Cristina Peripato De: Recanto Caipira

quarta-feira, 11 de março de 2020

CASTELO E MANSÃO

Antonio Rodrigues de Queiroz (Castelo), nasceu em 12 de maio de 1951, na cidade de Três Lagoas, no estado de Mato Grosso do Sul. Começou na música observando o irmão tocar e o pai dançar catira. Castelo iniciou a carreira musical em 1964. Nessa mesma época, formou dupla com Durvalino de Souza. Em seguida, a convite de seu irmão Alex, formaram o Trio Serenata (Alex, Queiróz e Cidinho Castelo), de onde surgiu a primeira gravação em disco vinil. Na década de 80, fundou o grupo “Os Filhos do Pantanal”. Também formou a dupla Castelo e Mansão que ficou conhecida no Brasil com a composição “Garça Branca”. Participou dos programas realizados pela TV Cultura de São Paulo (Viola, Minha Viola), de Moraes Sarmento e Inezita Barroso. Na década de 90 fundou o "Grupo Pantanal", composto por Castelo, Mansão, Joãozinho, Aldo e Germano. Na década de 2000, fundou o "Grupo Carandá". Castelo também se apresentou no Japão (onde morou), Argentina, Paraguai, Bolívia e em vários estados do país. Juntamente com Nelsinho e Jatobá formou o “Trio Castelo”. Atualmente Castelo soma em seu arquivo musical 46 álbuns gravados. De: Recanto Caipira

sábado, 11 de janeiro de 2020

LEO JAIME

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nome completo - Leonardo Jaime Nascimento - 23 de abril de 1960 (59 anos) Origem - Goiânia, GO Leonardo "Leo" Jaime (Goiânia, 23 de abril de 1960) é um ator, cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro. Leo Jaime participou da formação original do grupo carioca de rockabilly João Penca e Seus Miquinhos Amestrados e saiu do grupo para seguir carreira solo. Foi Leo Jaime que indicou Cazuza à então nascente banda Barão Vermelho, recusando o posto de vocalista. Leo Jaime fez muito sucesso na década de 1980, quando emplacou vários hits nas rádios do Brasil, além de fazer trilhas sonoras para filmes e novelas. Seus principais discos solo são Phodas "C", de 1983 e Sessão da Tarde, lançado em 1985 (que vendeu mais de 160 mil cópias).Lançou Todo Amor em 1995, uma obra de intérprete e Ïnterlúdio, em 2008, com canções inéditas. Como ator, Leo Jaime atuou na telenovela Bebê a Bordo, de 1988, como Zezinho, nos filmes O Escorpião Escarlate, Rádio Pirata, Rock Estrela e As Sete Vampiras e também no teatro, como no musical Vitor ou Vitória, em São Paulo, ao lado de Marília Pêra e no musical Era no Tempo do Rei, baseado na obra de Ruy Castro, interpretando Dom João VI. Como dublador, interpretou o personagem "Raiva", na animação da Disney "Divertida Mente" (Inside-Out - 2015). Também escreve para televisão, jornais e revistas. É cronista, foi autor/redator de textos para programas da televisão como Domingão do Faustão e Megatom, na Globo, e comentarista de futebol no SBT. Suas crônicas foram publicadas nos jornais O Globo e O Dia e nas revistas Desfile e Capricho. Seu último papel na TV foi na telenovela Novo Mundo, mais uma vez interpretando o rei Dom João VI. Participou do programa Papo de Segunda, no canal GNT. Apresenta às segundas-feiras o programa Papo de Almoço, transmitido pela Rádio Globo.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

JULIANO CEZAR

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Juliano Cezar (Passos, 27 de dezembro de 1961 — Uniflor, 31 de dezembro de 2019) foi um cantor, compositor e apresentador brasileiro. Iniciou sua carreira em 1985, depois de ter sido peão de rodeios e fazendeiro. Do interior de Minas, Juliano gastou seu pé-de-meia em seu primeiro disco, independente, onde apresentava sua interpretação em regravações de sucessos de Chitãozinho e Xororó e Milionário e José Rico, entre outros. No final da década de 1980, mudou-se para São Paulo e, em 1990 lançou seu primeiro disco por uma gravadora, dessa vez com composições suas, além do sucesso “Não aprendi dizer adeus” de Joel Marques, posteriormente regravado por Leandro e Leonardo. Por esse disco, Juliano ganhou o Prêmio Sharp de cantor revelação. Depois de cinco anos sem gravar e de uma viagem a Nashville, Meca do country, onde manteve contato com os papas do gênero, Juliano lançou, em 1997, seu primeiro disco pela Paradoxx, já totalmente dedicado à música country. Juliano Cezar faleceu no dia 31 de dezembro de 2019, quando realizava um show na cidade Uniflor, no norte do Paraná. A causa da morte foi um infarto fulminante. Após o ataque do infarto foi levado até um pronto atendimento, realizaram reanimação e injeção de adrenalina por mais de uma hora e meia, porém, sem sucesso.

TEDDY VIEIRA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Teddy Vieira (Itapetininga, 23 de dezembro de 1922 — Itapetininga, 16 de dezembro de 1965) ...