sábado, 25 de agosto de 2018

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. PERLA

Ermelinda Pedroso Rodríguez D'Almeida mais conhecida como Perla (Caacupé, 17 de março de 1951), é uma cantora e compositora paraguaia-brasileira. Nascida e criada em Caacupé, Cordillera, no Paraguai, mudou-se sozinha para o Brasil aos vinte anos de idade, em busca de oportunidades em sua carreira musical. Consagrou-se como cantora de rádio e TV na década de 1970, com o sucesso Fernando, versão em português de uma música do grupo Abba, dessa mesma década. Ao longo de sua carreira profissional, vendeu mais de 15 milhões de álbuns, Ganhou 11 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo, entre outras premiações. Oriunda de uma família humilde de músicos paraguaios, fazia parte do grupo "Las Maravillas del Paraguay" com o pai e os cinco irmãos, onde se apresentavam em diversos eventos pelo país. No início da década de 1970, em busca de crescimento em sua carreira, deixou o grupo e foi para o Brasil, se mudando para o Rio de Janeiro, onde, com os anos consagrou-se como uma premiada cantora de rádio e televisão. Devido a seu primeiro casamento, mudou-se do Rio e viveu durante alguns anos na cidade paulista de Santos, posteriormente mudando-se para São Paulo. Em 2018, vivendo há mais de vinte anos na cidade de Cotia, revelou em entrevistas estar há muitos anos tratando de uma depressão e revelou passar muitas dificuldades financeiras, pois seu terceiro e último marido roubou parte de sua fortuna. A cantora está solteira e vive sozinha em meio a natureza, revelando ser este ambiente que a inspira musicalmente, vivendo em uma chácara, na Granja Viana. Apesar de diversos tratamentos, a artista não conseguiu ter filhos biológicos, optando pela adoção, tendo uma filha a quem batizou de Perla, em homenagem a seu nome artístico. A cantora possui uma neta, Natalie Vitória. A artista revelou ser muito católica, possuindo uma gruta para abrigar a imagem de Nossa Senhora, e um altar para seus santos de devoção. Chegando o Rio, na década de 1970, começou a se apresentar em casas noturnas, como "O Bigode do Meu Tio" em Vila Isabel. Seu repertório consiste basicamente em versões. Começou a fazer sucesso em meados da década de 1970, conquistando grande aceitação entre o público popular. Seu repertório é composto de tendências que vão das guarânias e boleros a versões de músicas pertencentes ao mundo pop, ficando conhecida como cantora romântica. Gravou várias versões de músicas do conjunto sueco ABBA. Nessa fase, o seu maior sucesso foi a versão que ela fez para "Fernando", em 1976, incluída no LP "Palavras de amor". Em 1979, lançou um LP no qual as músicas apresentavam arranjos da disco-music, em voga na época, destacando-se uma versão para "Love's in the Air". Fez também versões para canções italianas e norte-americanas. Ao longo das décadas de 1980 e 1990, manteve-se ativa, apresentando-se em shows e programas, além de gravar alguns discos independentes financiados pelo seu fã-clube. Desse período, destaca-se o sucesso "Pequenina", versão de Chiquitita). Lançou em 1999 o CD "Especialmente para você". Em maio de 2002, lançou o disco "Perla canta ABBA e outros hits", elaborado a partir de uma compilação de sucessos da cantora, feita pelo pesquisador Rodrigo Faour[2]. A festa de lançamento foi realizada na boate gay Le Boy, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A escolha do local privilegia um dos segmentos do público da cantora, que a reconhece como linda diva.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

JP Studio, gravações com qualidade, rapidez na entrega e ótimo preço pra vc. Gravamos spots, vinhetas, chamadas e outras gravações, para rádio, carro de som, eventos, djs, igrejas, lojas, associações, campanhas e para políticos. vozes masculinas, femininas, infantis e caricatas. JP Studio, seja nosso parceiro, acesse o nosso blog: www.amoreiranoar.blogspot.com.br e se cadastre. Fones c/ whatsapp: (43)-9-9637-9038 ou (43)-9-9869-5236. Em São Sebastião da Amoreira, falar com Claudimir Ramos ou Elaine Azevedo.

domingo, 19 de agosto de 2018

RPM - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Revoluções por Minuto (também conhecida somente por RPM) é uma banda de rock brasileira surgida em 1983, tendo sido uma das mais populares do país nos anos de 1984 a 1987. Foi uma das bandas mais bem sucedidas da história da música brasileira. Na segunda metade dos anos 80, conseguiram bater todos os recordes de vendagens da industria fonográfica brasileira. Tudo começou em 1980, em São Paulo, quando Paulo Ricardo namorava Eloá, que morava em frente à casa onde Luiz Schiavon ensaiava com May East. O casal resolveu um dia visitar os vizinhos, que estavam num ensaio crucial que decidiam entre cantar em inglês ou português. Paulo Ricardo deu seu voto, opinando pelas letras em português e assim conheceu Luiz Schiavon. Neste dia conversaram muito sobre música. Paulo estava começando sua carreira como crítico musical e Schiavon era um pianista clássico, que buscava um novo caminho, mais popular, mas sentiu dificuldade em encontrar alguém. Foi assim que Paulo recebeu o convite para integrar o "Aura", uma banda de jazz-rock que ainda tinha Paulinho Valenza na bateria e o curitibano Edu Coelho na guitarra. Depois de três anos de ensaios e nenhum show, Luiz encantou-se pela música eletrônica e pela tecnologia de novos sintetizadores, enquanto Paulo decidiu morar na Europa – primeiro na França e depois em Londres, de onde escrevia sobre novidades musicais para a revista Somtrês e se correspondia com freqüência com Schiavon. Este choque de personalidades impulsionou a criação do RPM depois que o trabalho da dupla foi retomado em fins de 1983, já em São Paulo. Juntos, criaram as primeiras canções. As primeiras foram "Olhar 43", "A Cruz e A Espada" e a música que batizara a banda que ali nascia: "Revoluções por Minuto". Gravaram uma fita demo destas canções com uma bateria eletrônica e encaminharam à gravadora CBS, que considerou-as ambíguas e difíceis de tocar nas rádios. O nome 45 RPM (45 rotações por minuto) foi sugerido inicialmente em uma lista de nomes feita por uma amiga. Schiavon e Paulo gostaram do nome, mas tiraram o 45 e mudaram o Rotações por Revoluções. Convidaram o guitarrista Fernando Deluqui (ex-guitarrista da cantora May East, ex-integrante da Gang 90 e as Absurdettes) e o baterista Junior Moreno, na época com apenas 15 anos. Logo a banda começou a se apresentar em casas noturnas e então Júnior teve de sair, por ainda ser menor de idade (aparentemente ele chegou a tocar em alguns shows, escondendo a idade, mas não daria para continuar assim por muito tempo). quem se tornou o novo baterista foi Charles Gavin (ex-Ira!, futuro baterista dos Titãs) para completar o grupo. Já batizados de RPM, conseguiram um contrato com a gravadora Sony Music, com o compacto de 1984, que viria com as faixas "Louras Geladas" (a música virou um hit das danceterias e das paradas de sucesso das rádios) e "Revoluções por Minuto" (que foi censurada na época). "Louras Geladas" caiu no gosto do público de todo o país e levou a banda a gravar o seu álbum de estreia, já com o baterista Paulo P.A. Pagni (ex-Patife Band), que entrou para o RPM como convidado, no meio da gravação do LP, o que explica a sua ausência na capa do disco "Revoluções Por Minuto". Charles Gavin havia saído do grupo para se integrar aos Titãs. 1985: Revoluções por Minuto No mês de maio chega às lojas Revoluções Por Minuto, no vácuo de um país ainda perplexo com a morte de Tancredo Neves. O misto de paixão platônica e pretensa declaração de amor de "Olhar 43" emplaca nas rádios e abre caminho para que outras faixas, mais politizadas e/ou conceituais (como a dolorosa e inconformista "Juvenília"), façam o mesmo. As faixas do disco tratam também de temas como política internacional e transformações sócio-econômicas. As canções são marcadas pela forte presença da bateria eletrônica e pelo clima soturno dos arranjos de Luiz Schiavon. O sucesso do álbum é tanto que o RPM emplaca rapidamente uma seqüência de hits no rádio (oito entre as onze faixas do álbum) e chega à marca de 100.000 LPs vendidos (disco de ouro). Revoluções por Minuto chegou a vender 300 mil cópias.

TITÃS - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Titãs é uma banda de rock formada na cidade de São Paulo, Brasil em 1982. Embora originalmente tocassem pop-rock alternativo em seus primórdios, o grupo também já utilizou diversos outros gêneros ao longo de mais de 30 anos de carreira, como new wave, punk rock, grunge, MPB e música eletrônica. É uma das bandas de rock mais bem sucedidas no Brasil, tendo vendido mais de 6,3 milhões de álbuns[2] e fazendo parcerias com vários artistas brasileiros de renome e diversos cantores internacionais. Eles receberam um Grammy Latino em 2009[3] e ganharam o Troféu Imprensa de Melhor Banda por quatro vezes. A formação inicial contava com um número de integrantes bastante incomum. Eram nove membros, sendo que seis eram vocalistas. Arnaldo Antunes, Branco Mello e Ciro Pessoa cantavam e faziam vocais de apoio. Sérgio Britto, Nando Reis e Paulo Miklos, além de cantarem, se revezavam entre os teclados e o baixo. O restante do grupo era formado por André Jung, na bateria, Marcelo Fromer na guitarra rítmica e Tony Belloto na guitarra solo. Ciro Pessoa rapidamente deixou o grupo, antes mesmo do lançamento do primeiro álbum da banda, em 1984. André Jung era o baterista inicial, mas foi substituído por Charles Gavin no início de 1985, estabelecendo a formação clássica da banda. Desde então, a banda perdeu outros cinco membros que nunca foram substituídos oficialmente: em 1992, Antunes deixou o grupo para seguir carreira solo. Em 2001, Fromer morreu após ser atropelado por uma motocicleta em São Paulo. No ano seguinte, Nando Reis também deixou a banda para se concentrar em seus projetos solo. As mudanças mais recentes foram as saídas de Charles Gavin, em 2010, e Paulo Miklos, em 2016, ambas por motivos pessoais. Após a morte de Marcelo e a saída de Nando, o grupo passou a se apresentar com alguns guitarristas e baixistas eventuais (Emerson Villani, André Fonseca e Lee Marcucci). A partir do lançamento do álbum Sacos Plásticos (2009), Branco Mello e Sérgio Britto tornaram-se baixistas definitivos (com Britto tocando apenas quando Mello canta) e Miklos como guitarrista até sua saída do grupo. Em 2010, a banda voltou a usar músicos de apoio, com a entrada do baterista Mario Fabre no lugar de Charles Gavin; algo que se repetiria em 2016, após a saída de Paulo Miklos[4], com a entrada do guitarrista Beto Lee.

sábado, 28 de julho de 2018

JP STUDIO

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PARDINHO E PARDAL

Antonio Henrique de Lima, o Pardinho, nasceu em São Carlos, no interior do estado de São Paulo, em 14 de agosto de 1932. Com 14 anos, nessa mesma cidade passou o circo "Rapa-Rapa", com quem foi embora como ajudante de montagem do espetáculo, e a noite, o dono do circo permitia que ele cantasse algumas modas. Começou cantando com o nome de Miranda. No ano de 1956 se uniu a Zé Carreiro para concorrer em um torneio de violeiros, organizado pela Rádio Tupi. A dupla venceu o festival com o cururu "Canoeiro" e recebeu um convite do compositor e diretor do setor sertanejo Teddy Vieira para gravar um LP pela Colúmbia. A partir daí, Antonio Henrique adotou o pseudônimo de Pardinho e começou a criar seus próprios sucessos. Antônio Henrique virou "Pardinho", dono de uma primeira voz inconfundível começou a trabalhar seu próprio repertório. Lançou em disco os sucessos "Facão do Cristiano" (Dito Mineiro e Zé Carreiro) e "Boiadeiro Feliz" (Zé Carreiro e Pardinho), mas nem mesmo isso foi suficiente para manter a dupla. Zé Carreiro voltou com o antigo parceiro e Teddy Vieira se incumbiu de encontrar alguém para substituí-lo. Foi aí que surgiu, no ano de 1954, a oportunidade de Zé Mineiro, ou melhor, José Dias Nunes ser transformado em Tião Carreiro, e ao lado de Pardinho formar uma das mais autênticas e lendárias duplas de todos os tempos, apesar dos encontros e desencontros e das idas e vindas. Em 1959, na cidade de Maringá-PR, a dupla foi responsável pelo surgimento de um novo ritmo na história da música sertaneja. Tião Carreiro criou um ponteado diferente com a viola e Pardinho ao violão fazendo contra-tempo, que mostrado a Teddy Vieira foi dado o nome de "Pagode", uma mistura do recorte do catira (lento) com o recortado mineiro (mais expressivo). Gonçalo Gonçalves, o Gonçalo ou o Pardal, nasceu em Porto Feliz, no interior do estado de São Paulo, em 20 de março de 1937. Gonçalo teve vários parceiros. Com João Valente cantou por dez anos, de 1964 a 1974. Os dois gravaram um LP em 1971, com o nome ‘Os Reis do Bate Fundo’, ritmo musical desenvolvidos pelos dois mesmos. No total foram gravados 4 LPs. Pardinho formou dupla com Pardal (Gonçalo) em 1978, com quem fez enorme sucesso com a trilogia o "Menino de Tábua", que bateu recordes de vendagem. A dupla Pardinho e Pardal retratou a lenda de Antonio Marcelino - o Menino da Tábua, em forma de canção, o que acabou ajudando a popularizar a lenda até mesmo fora do Brasil. A dupla conseguiu transformar a cidade de Maracaí, um lugarejo de 10 mil pessoas, no interior de São Paulo num ponto de romeiros. É que em função da músicas “O Menino de Tábua”, “Os Milagres do Menino de Tábua” e “Capela do Menino de Tábua”, milhares de fiéis passaram a procurar a cidadezinha nos fim de semana em busca do menino milagroso. Mas, apesar deste relativo sucesso, Pardinho resolveu recomeçar ao lado do velho parceiro Tião Carreiro, em 1982. Pardinho e Pardal gravaram juntos seis LPs. Pardal faleceu em 10 de fevereiro de 1983, e Pardinho em 01 de junho de 2001. Pardinho e Pardal-(O Dia da Caça)-PAGODE CAIPIRA. DE: RECANTO CAIPIRA Texto: Sandra Cristina Peripato Fonte: www.letras.com.br

TRIO PARADA DURA

Carlos Alberto Ribeiro, o Mangabinha, nasceu na cidade de Corinto, no estado de Minas Gerais, em 16 de março de 1942, e faleceu em 23 de abril de 2015. Foi bóia-fria no interior mineiro e, com apenas 8 anos de idade, começou a tocar a sanfona de oito baixos, apresentando-se em festas e forrós da região. Em 1970, trocou sua terra natal pela capital mineira e, em Belo Horizonte formou um trio com Gino e Geno, que chegou a lançar um LP. Foi no ano de 1973 que Mangabinha trocou a capital mineira pela capital paulista, onde atuou na Rádio Nove de Julho, ocasião na qual aconteceu a primeira formação do Trio Parada Dura, com Delmir e Delmon. Com Mangabinha, Delmir e Delmon, o Trio Parada Dura lançou três LPs pela gravadora Chororó, em seus dois anos de duração, nessa formação inicial. Em 1975, dois anos após sua formação, aconteceu a primeira alteração no Trio Parada Dura, com as saídas de Delmir e Delmon, que foram substituídos por Benzito e Barrerito (Élcio Neves Borges, nascido em São Fidélis, no estado do Rio de Janeiro, em 22 de outubro de 1942 e falecido em Belo Horizonte/MG em 12 de agosto de 1998). E acabaram ficando com o Mangabinha os direitos sobre o nome do "Trio Parada Dura". Com essa nova formação, o Trio Parada Dura gravou, até o ano de 1987, três LPs pela gravadora Chororó e 10 LPs pela Copacabana. Nesses oito anos, o trio fez bastante sucesso com as músicas "Castelo de Amor", "Homem de Pedra", "Blusa Vermelha", "Último Adeus", "O Doutor e a Empregada", "Fuscão Preto", "Panela Velha", "Avião das Nove", "As Andorinhas", "Mineiro Não Perde o Trem", "O Carro e a Faculdade", "Soraia" e "Bobeou... a Gente Pimba", entre outras. Sem dúvida, o período de maior sucesso do trio. Em março de 1982 os integrantes do Trio Parada Dura sofreram um acidente aéreo que levou o Barrerito à cadeira de rodas. Apesar de ter gravado alguns LPs com o trio após o acidente, ele se sentia discriminado pelos companheiros e acabou largando o trio. Em seu lugar, entrou Parrerito, o qual integrou o trio até 2006. Barrerito passou a cantar sozinho, tendo gravado diversos 9 LPs em carreira-solo. Em 1987, o Trio Parada Dura passou a ser formado por Mangabinha, Parrerito e Creone (Florisvaldo Alves Ferreira, nascido em Comendador Gomes Ferreira, no estado de Minas Gerais, em 1940). Os diversos integrantes do trio também já atuaram sozinhos ou em diversas outras formações: Creone e Barrerito, já formaram dupla em 1963 e gravaram alguns LPs pelo selo Califórnia. O mesmo Barrerito também chegou a formar em 1997 o "Trio Alto Astral" junto com Creone e Voninho, tendo gravado o CD "Dor de Cotovelo" em 1998. E o Mangabinha também chegou a gravar diversos LPs tanto em carreira-solo, como também em dupla com Nhozinho. O trio se desfez em 1992 e retornou à atividade em 1996, com nova formação: Mangabinha, Parrerito e Creonito. A partir de 1998, nova formação para o Trio Parada Dura: Mangabinha, Parrerito e Leone. O Trio Parada Dura se desfez novamente no ano de 2006, e retornou com nova formação em novembro de 2007: Leone, Leonito e Mangabinha. E Creone, Parrerito e o sanfoneiro Carlos Rezende formaram o trio "Os Parada Dura" DE: RECANTO CAIPIRA Texto: Sandra Cristina Peripato

TEDDY VIEIRA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - Teddy Vieira (Itapetininga, 23 de dezembro de 1922 — Itapetininga, 16 de dezembro de 1965) ...