quarta-feira, 31 de julho de 2019
TOM JOBIM
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido pelo seu nome artístico Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro. É considerado o maior expoente de todos os tempos da música popular brasileira pela revista Rolling Stonee, um dos criadores e das principais forças do movimento da bossa nova.
Filho do diplomata gaúcho Jorge de Oliveira Jobim e da dona de casa fluminense Nilza Brasileiro de Almeida, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim nasceu na rua Conde de Bonfim, n.º 634, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro (na época Distrito Federal). Mudou-se com a família no ano seguinte para Ipanema, onde foi criado. A ausência do pai durante a infância e adolescência lhe impôs um contido ressentimento,[carece de fontes] desenvolvendo no maestro uma profunda relação com a tristeza e o romantismo melódico, transferido peculiarmente para as construções harmônicas e melódicas. Aprendeu a tocar violão e piano em aulas, entre outros, com o professor alemão Hans-Joachim Koellreutter, introdutor da técnica dodecafônica no Brasil.
O trisavô paterno do compositor, José Martins da Cruz Jobim, era natural de Jovim, Gondomar, Portugal. O sobrenome de Jobim alude a essa localidade. A bisavó do compositor, Maria Joaquina, era meia-irmã do barão de Cambaí, Antônio Martins da Cruz Jobim. Era descendente, também, do bandeirante Fernão Dias Pais.
segunda-feira, 29 de julho de 2019
ANACLETO ROSAS JÚNIOR
Anacleto Rosas Jr nasceu em 18 de julho de 1911 em Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo, e faleceu em 04 de fevereiro de 1978 em Taubaté/SP. Filho de Anacleto Rosas (espanhol) e de dona Maria Bourdon (italiana). Após morar algum tempo em Poá, seguiu para São Paulo onde em 1942, conheceu o Capitão Furtado, que se interessou por suas composições e o apresentou a Palmeira e Piraci, que em 1944 gravaram pela Continental sua primeira composição, a toada "Promessa de Caboclo".
Foram seus parceiros de composição: Tonico, Serrinha, Ado Benatti, Arlindo Pinto, entre outros. Um de seus maiores sucessos, foi o valseado "Os Três Boiadeiros". Outro grande sucesso de Anacleto Rosas Jr. foi "Aparecida do Norte", em parceria com Tonico. A música foi composta dentro de um ônibus, quando Anacleto voltava da cidade de Aparecida, onde vendia seus discos. Anacleto foi o primeiro compositor a homenagear a cidade e a Santa Padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Aparecida.
Anacleto também teve um programa de rádio que se iniciava com a seguinte frase: "Acoooorda muierada! Vão prepará o leite do marido que ele tem que trabaiá! Bota a garrafa pra fora que o caminhão vai passá!".
Em 1960, Anacleto foi também diretor artístico do Selo Sabiá da gravadora Copacabana.
Recebeu o título de “Cidadão Taubateano” em 1977, um ano antes do seu falecimento.
Texto: Sandra Cristina Peripato ------
Recanto Caipira
quinta-feira, 25 de julho de 2019
MARISA MONTE
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Marisa de Azevedo Monte, (Rio de Janeiro, 1 de julho de 1967) é uma cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora musical brasileira.
Marisa já vendeu mais de 10 milhões de álbuns e ganhou inúmeros prêmios nacionais e internacionais, incluindo quatro Grammy Latino, sete Video Music Brasil, nove Prêmio Multishow de Música Brasileira, cinco APCA e seis Prêmio TIM de Música. A artista é considerada pela revista Rolling Stone Americana como a quarta maior cantora brasileira, atrás somente de Elis Regina, Gal Costa e Maria Bethânia. Ela também tem dois álbuns (MM e Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão) na lista dos 100 melhores discos da música brasileira.
Nasceu no Rio de Janeiro, filha do engenheiro Carlos Saboia Monte e de Sylvia Marques de Azevedo Monte. Através do pai, descende da família Saboia, uma das famílias italianas mais antigas radicadas no Brasil.
Estudou canto, piano e bateria na infância. Em 1982, participou do musical The Rocky Horror Show, dirigido por Miguel Falabella, com alunos do Colégio Andrews. Iniciou o estudo de canto lírico aos catorze anos chegando a ter aulas quase todos os dias da semana.
Em 1983, depois de ouvir uma fita com músicas de jovens talentos, Roberto Menescal, então diretor artístico da extinta gravadora PolyGram, se encantou com Marisa e propôs a gravação de um disco, mas tal proposta foi recusada pela jovem que não se sentia preparada para o projeto na época. Já aos 18 anos, em 1985, Marisa grava oficialmente sua primeira música em estúdio para o filme Tropclip. A música "Sábado à Noite" foi escrita por Sérgio Sá e marcou a estréia da cantora no cenário musical.
sexta-feira, 19 de julho de 2019
INDUSTRIAL E FAZENDEIRO
Industrial e Fazendeiro iniciaram a carreira em 1976, sempre gravando suas canções pela gravadora Chantecler.
Fizeram parte do elenco do Programa Edgard de Souza pela Rádio Tupi de São Paulo, e do "Linha Sertaneja Classe A" pela Rádio Record, com dois programas semanais, sendo às terças e sextas-feiras, com trinta minutos de duração, apresentado por José Russo.
Fizeram muito sucesso na década de 80, com as músicas "A Corrida do Ouro", "Amor, Amor, Amor", "Às Vezes Preciso Chorar", "Ébrio", entre outros.
Fazendeiro faleceu no dia 12 de maio de 2016.
Texto: Sandra Cristina Peripato ----
Recanto Caipira
quarta-feira, 17 de julho de 2019
NHÁ BARBINA
Conceição Joana da Fonseca Gomes, a Nhá Barbina, nasceu na cidade de Jaboticabal, no interior do estado de São Paulo, em 02 de dezembro de 1915.
Iniciou carreira artística no circo, subindo ao picadeiro pelas mãos de seu marido, João Gomes, o seu maior incentivador. Estreou como atriz dramática na peça "O Divino Perfume". Permaneceu no gênero comovendo a platéia por dez anos. Por volta de 1938, já interessada na arte da caricatura, teve a oportunidade de substituir a titular de um circo. Criou a personagem Nhá Barbina, solteirona, que fazia tudo para arrumar um bom marido. Impressionou tanto que ninguém mais a chamou de Conceição. Passou a ser chamada pelo nome de seu personagem, inclusive por seus familiares. Trabalhou excursionando pelo Brasil em inúmeros circos e pequenos teatros.
Participou de 11 filmes. A estréia no cinema foi em 1963 no filme "Lá no Meu Sertão" ao lado de Tonico e Tinoco, e "O Cabeleira", de Milton Amaral em 1963.
Nesse período trabalhou na Rádio Tupi de São Paulo, no programa "Festa na Roça", de Lulu Benencase. Era a única humorista sertaneja no Brasil e foi consagrada com o título de Mãe Sertaneja. Em 1960 gravou na Odeon, o baião "O Galo Cantou" e a marcha "Arquimedes, Deixa Disso". Em 1963, filmou "O Rei Pelé", de Carlos Hugo Christensen. Em 1970, destacou-se como caricata no filme "Sertão em Festa", de Osvaldo Oliveira. Ainda no início da década de 1970, voltou à tela no filme "No Rancho Fundo", de Osvaldo de Oliveira, e também do filme "Luar do Sertão" ao lado da dupla Tonico e Tinoco.
No ano de 1971, lançou o LP "Nhá Barbina no Rancho Fundo", pela RGE. No mesmo ano, lançou pela CBS seu segundo disco, com piadas e canções. Gravou novo LP em 1975, contendo "Casa Caipira", com letra de Cornélio Pires e música de Tinoco, além de, entre outras, três números humorísticos "Família Repinica"; "Puxa e Repuxa", e "Penha-Lapa".
Trabalhou também em vários programas de rádio e televisão.
Participou da novela "Meus Filhos, Minha Vida" no SBT e da minissérie "Rabo de Saia" na TV Globo.
Recebeu vários troféus, diplomas e medalhas por sua atuação. Deixou dezenas de "causos", que contava com graça peculiar. Nos últimos anos, antes de seu falecimento atuava no programa "A Praça é nossa", no SBT.
Faleceu em São Paulo/SP em 11 de novembro de 1995, vítima de insuficiência respiratória aguda e broncopneumonia, aos 79 anos de idade.
Texto: Sandra Cristina Peripato -
De: Recanto Caipira
terça-feira, 16 de julho de 2019
PEDRO E PAULO
Os irmãos Jorge Alves Monteiro (Pedro) e Antonio Alves Monteiro (Paulo) são filhos de família humilde, naturais do estado do Ceará, descendentes de mineiros.
Vindos de Jateí, pequena cidade do interior de Mato Grosso, chegaram a Presidente Prudente em 1975, onde ficaram conhecendo os irmãos Capuá.
Certo dia, num programa de rádio, a dupla Rock e Ringo que passava por lá, ouviu a dupla cantar. Imediatamente deram-lhes o nome de "Pedro e Paulo".
Em São Paulo, no mês de novembro de 1977, a dupla foi levada pela primeira vez à televisão no programa "Canta Viola", produzido e apresentado por Geraldo Meirelles e Athos Campos, na TV Record. A primeira grande vitória foi com "Transnoronha" de autoria de Capuá, que preencheu todos os requisitos dos jurados e telespectadores.
Mas faltava o mais importante... a gravadora... o disco... o sonho que mais tarde tornou-se realidade. Ringo levou a dupla até Raimundo Carlos, um conhecedor por excelência da música sertaneja, que ouviu, e não mediu sacrifícios para encaminhá-los. Numa reunião familiar sertaneja da qual participavam Ringo, Tony Damito, Carlos Cézar e outros, tiveram a idéia de telefonar para Orácio Faustino da gravadora CBS, onde produzia para o selo sertanejo UIRAPURU.
Orácio pediu que colocassem a dupla no aparelho telefônico, e ouviu-os cantarem "Transnoronha". Ele teve a certeza que conseguiria um repertório bom pelo estilo da dupla, bem a gosto do público.
Foi então que em 1978 lançaram seu primeiro LP, destacando-se neste disco as músicas "Transnoronha" "Calvário da Vida" e "Tropas e Boiadas".
Em 1979 lançam o segundo LP, destacando-se a música "Eu Amo Demais a Vida".
Passaram a se apresentar semanalmente no famoso programa "Linha Sertaneja Classe A" da Rádio Record.
Outros discos vieram, e depois se afastaram por um tempo da carreira artística.
Em 2009 retomaram a carreira e lançam o CD "A Volta".
A dupla se desfez com o falecimento de Pedro, ocorrido em 28 de fevereiro de 2016.
Texto: Sandra Cristina Peripato
De: Recanto Caipira
quarta-feira, 10 de julho de 2019
MAGAZINE
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Magazine foi uma banda brasileira de new wave, formada em São Paulo, no início dos anos 1980, que contava, em sua formação, com Kid Vinil (vocais), Lu Stopa (baixo), Trinkão (bateria) e Ted Gaz (nome artístico de Fabio Gasparini, guitarrista e irmão de Ricardo Gaspa, baixista do Ira!). A banda começou com o nome Verminose, sendo trocado para Magazine por ocasião da assinatura do contrato com a WEA (atual Warner Music), por questões comerciais.
Em 1980, o ainda desconhecido Antonio Carlos Senefonte juntou-se ao baterista Trinkão, ao baixista Lu Stopa e ao roadie Philé, que logo daria lugar a Minho K (pseudônimo artístico de Celso Pucci) para gravar uma demotape, hoje perdida. O nome da banda - Verminose - foi uma sugestão do radialista Alf Soares.
O então Verminose tocou em praticamente todos os palcos existentes em São Paulo, naquela época. Os integrantes do Verminose viram-se envolvidos em uma confusão generalizada, no palco do Teatro Lira Paulistana, no auge do conflito entre os punks da capital e os do ABC paulista. Nesta época, 1983, Kid Vinil havia concedido uma entrevista à revista Veja, criticando a cena punk paulista, sendo acusado de "traidor do movimento". Depois disso, a banda decide remodelar seu som, inspirando-se no rockabilly e na estética new wave, optando por também alterar o nome para Magazine, baseado no grupo homônimo inglês, liderada pelo vocalista Howard Devoto.
A banda acabou sendo uma das primeiras contratadas da chamada safra paulistana da WEA, que também incluíram, posteriormente, Ultraje a Rigor, Ira!, Titãs, entre outras.
Por intermédio de Pena Schmidt, a banda gravou, no estúdio dos músicos Tico Terpins e Zé Rodrix, o Áudio Patrulha, o primeiro compacto simples pela WEA, que continha a faixa "Sou Boy". Completava o compacto a faixa "Kid Vinil".
A banda entra em estúdio para a gravação de seu primeiro LP (nesta época, era comum para as gravadoras lançarem os novos artistas em compactos simples, baratos de serem produzidos, para, dependendo da receptividade do público, lançar um LP ou, ainda, mais um compacto).
O primeiro álbum, homônimo, foi lançado em 1983, e continha várias canções compostas por Tico Terpins e Zé Rodrix, mais algumas releituras de músicas da jovem guarda, que faziam parte do repertório do grupo ao vivo. Deste LP, foi extraído o segundo compacto, "Adivinhão", gravada originalmente por George Freedman, em 1961.
No ano seguinte, a banda grava mais um compacto: "Tic Tic Nervoso", que posteriormente se tornou trilha da novela Livre para Voar, da Rede Globo. Com a agenda cheia, a banda tocava em todos os lugares do país. Kid Vinil, em entrevista, relembrou, dessa fase, um show na cidade de Manaus, no Amazonas: "serviram pra gente depois do show, uma tartaruga gigante inteira preparada na hora...Tic Tic Nervoso" era uma composição da dupla Antonio Luiz e Marcos Serra produzida por Liminha e Ted Gaz.
Após os lançamentos, o Magazine entrou em crise, sem saber qual direção musical tomar. Pressionados pela gravadora, lançaram no primeiro semestre de 1985 "Glub Glub no Clube", composição de Ted Gaz.
Neste momento, sem planos de gravar um novo LP, o Magazine acabou emplacando mais uma música em trilha sonora de novela da Rede Globo. Com produção de Pena Schmidt e Liminha, produtores dos primeiros compactos do grupo, o Magazine fez uma nova canção sobre a letra de "Comeu", balada de Caetano Veloso. Com isso, o Magazine emplacou o tema da novela A Gata Comeu, com direito até a um videoclipe, produzido pela Rede Globo.
O lançamento da canção foi sucedido pela saída de Kid Vinil do Magazine, tendo ele, imediatamente, iniciado um novo projeto: Kid Vinil e os Heróis do Brasil. O Magazine ainda tentou seguir sem Kid Vinil, trazendo um novo vocalista (Pedrinho - ex-Beijo na Boca), chegando a gravar um compacto 12 polegadas pela Continental, que não emplacou e, como consequência, ocasionou a debandada em massa dos integrantes. O disco trazia as faixas "Pegue Seu Nariz" e "Nellie, o Elefante", versão para "Nellie, the Elephant", do grupo Toy Dolls.
Em 1991, a banda se reuniu novamente, graças aos esforços de Lu Stopa e Trinkão, mais os guitarristas Joel e Carlos Nishimiya, ex-Maria Angélica Não Mora Mais Aqui e Kid Vinil. Esta nova fase da banda foi marcada por apenas alguns shows esporádicos, sem grandes divulgações. Em 1993, o guitarrista Joel foi substituído pelo bluesman Duca Belintani. Com essa formação, o grupo decide resgatar o nome Verminose. Em 1994, após a saída de Carlos Nishimiya (que havia tocado com Lu Stopa no Maria Angélica Não Mora Mais Aqui), após o fim da primeira formação do Magazine, o quarteto gravou o disco Xu-Pa-Ki, independente, pelo selo Verminose Records.
Em 1998, após algum tempo de silêncio, Kid Vinil retoma, uma vez mais, o Magazine com dois dos membros originais, Lu Stopa e Trinkão, além de Carlos Nishimiya. Lu Stopa ficou pouco tempo, desligando-se do Magazine para tocar junto à banda de Marcelo Nova. Foi substituído pelo jornalista musical e baixista Ayrton Mugnaini Jr..
No final de 2000, gravaram uma demotape para o selo Trama. Em junho de 2001, entram novamente em estúdio para a gravação do CD Na Honestidade, lançado no início de 2002. Das 16 faixas gravadas, foram lançadas 13 no disco. Por três meses, a primeira faixa de trabalho, "Conversível Irresistível", ficou disponível no site para download gratuito. E, depois, para as pessoas que adquiriam o CD, foi disponibilizada outra faixa, que não fazia parte do disco original. O álbum foi produzido pelo guitarrista Carlos Nishimiya.
No segundo semestre de 2001, a Warner reeditou, pela série Warner Arquivos, o único disco da banda pela gravadora em CD. Neste relançamento, seis faixas bônus foram incluídas: um outtake ("Professor Apaixonado", registrada durante as sessões de gravação do LP) e cinco das seis canções que a banda lançou exclusivamente em compactos pela Warner ("Tic-tic Nervoso", "Atentado ao Pudor", "Glub Glub no Clube", "Sapatos Azuis" e "Comeu" - somente "Crucial", lado b de "Comeu", não foi compilada para o CD).
Em 2004, o grupo encerra definitivamente suas atividades, e durante esse período, Kid Vinil trabalhou como DJ, VJ, e radialista. Em abril de 2017, após passar mal durante um show com outros artistas dos anos 80, em Conselheiro Lafaiete, em MG, Kid Vinil é internado em estado grave, devido a complicações da diabetes que sofria. Durante sua internação, que durou mais de um mês, Kid Vinil sofreu uma parada cardíaca, chegou a ser colocado em coma induzido, mas não resistiu,vindo a falecer no dia 19 de maio, aos 62 anos
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TEDDY VIEIRA
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